Livros não saem nem no Natal
Saiu notícia no jornal Folha de São Paulo que dá conta de que somente 17% dos consumidores pretendem, no Natal, presentear com livros. Nos primeiros lugares estão brinquedos, roupas e calçados. Os livros ocupam o sexto lugar na intenção de compra, em pesquisa do Datafolha com 600 pessoas de São Paulo.
A pesquisa serve apenas para demonstrar como, cada vez mais, o país diminui o apreço pela leitura. Este deveria ser um hábito iniciado na infância e que perduraria por toda a vida. É responsabilidade dos pais, claro, zelar por este procedimento.
Mas a leitura não se aplica só às crianças. Os adultos precisam disso, pois é através da leitura que se amplia o vocabulário e quebram-se barreiras, uma vez que estimula a imaginação. A imaginação, além de prazerosa, é um exercício para manter o cérebro sempre em ordem, sem falhas.
Mas a culpa não é toda de quem não compra os livros. Os impostos, absurdos em qualquer setor que não seja assistencialista ou eleitoreiro, aumentam de forma inepta os custos finais. O alto endividamento da população também interfere no quadro: 43% dos entrevistados pretendem usar o 13º salário para quitar dívidas.





03.12.06 / 0:38
Concordo com o texto, mas sou obrigada dizer que, um brinquedo ou outro tipo de de presente é muito mais atrativo ou divertido que um livro para alguns.
Os preços abusivos são extremamente desistimulantes na hora da compra e a falta de hábito a leitura são fatores decisivos nessa situação no Brasil.
O mercado junto ao governo deveria repensar nessa situação, com objetivo de achar uma solução, que seja de acordo com o bem comum.