Meu último post foi respondido pelo Lucas Castro em seu blog. Aqui faço apenas uma observação: compactuo com Lucas quando ele diz que cabe ao visitante definir qual conduta terá com relação à propaganda: clicar indiscriminadamente e fechar o site; clicar e, somente depois, verificar se o conteúdo interessa; ou ainda clicar quando a apresentação do anúncio lhe basta para saber se vale a pena ou não visitar o site do anunciante.
Lembro, porém, que nem todos os ...
A internet mundial, e paralelamente a brasileira, vem acompanhando o fenômeno dos blogs há uns quatro, talvez cinco anos. Período recente, é verdade, e que em pouco tempo nos trouxe muitas surpresas. Tudo que é novo demora um pouco para ser absorvido e empregado de forma mais consciente. A exemplo dos discos de dvd, que inicialmente eram rejeitados pelo seu custo. Hoje quem não tem dvd não assiste aos lançamentos.
Os blogueiros escreviam por prazer, diversão ou passatempo. É difícil encontrar um que, há dois anos atrás, ganhasse para escrever em seu blog sobre assuntos dos quais entendia ou queria comentar. E neste segmento, que fique claro, os blogs que os grandes portais vieram a criar depois – como os do G1 ou da Folha – não são considerados. Apenas as pessoas físicas, não atreladas a qualquer empresa, são a temática deste post.
Tudo isso mudou em 2003, quando o Google comprou um sistema de gerenciamento de publicidade: o Adsense. O todo poderoso da internet permitiu, desde então, que qualquer site, blog, ou o que quer que seja, monetizasse – termo amplamente defendido pelo Rodrigo Ghedin – seu conteúdo. Deixo bem claro que não é vender o conteúdo.
A oportunidade foi vista com muito bons olhos. Não raramente já nos deparávamos com páginas apinhadas de anúncios, banners e pop-ups do início ao fim. Uma completa falta de respeito com o visitante, que foi lá em busca de uma informação, e não em busca de anúncios em demasia. Esse comportamento, pensando apenas no lucro, faz o caminho exatamente oposto: uma vez que o visitante não tolera aquele abuso, vai embora e não clica no anúncio. Ou seja, o dono da página perde dinheiro e também uma pessoa que poderia acrescentar comentários.
Desde novembro, antes mesmo do meu aniversário (dia 17), o espírito natalino já começa a ser exalado por todos os pontos da cidade, estado, país. Os shoppings são os primeiros, investindo milhões de reais (literalmente) em decorações, musiquinhas e o já tradicional Papai Noel, com quem as crianças eufóricas vão fotografar. Nada mais comercial.
Tenho certeza que os administradores fazem isso para que a pessoa se situe num ambiente mais amigável e que reflita o fim de ano, caracterizado pelo Natal. ...
Descobri um texto bem reflexivo de Dave Barry: "Fourteen Things That It Took Me Over 50 Years To Learn". Como ainda não tinha versão em português, traduzi.
Nunca, sob nenhuma circunstância, tome um sonífero e um laxante ao mesmo tempo.
Se você pudesse identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana não alcançou e nunca vai alcançar seu potencial máximo, a palavra seria "encontro".
Há uma linha muito tênue entre passatempo e doença mental.
Pessoas que querem compartilhar seus pontos ...
Ontem, num evento em São Paulo, a Microsoft fez o lançamento oficial de seus dois principais produtos: o Windows Vista e o Office 2007. Informações distam que 90% dos computadores do mundo usam o sistema operacional da empresa.
Steve Ballmer, presidente executivo (e um dos fundadores) da Microsoft, afirmou que ao menos 20% dos Windows são ilegais. Depois do fracassado WGA – Windous Genuine Advantage –, vem por aí um novo sistema de autenticação para os produtos da empresa. De ...