Novos vícios: House
Na segunda-feira eu contei meu primeiro vício de 2008, que é “Prison Break”. Não tão viciante (sic) quanto PB, principalmente porque não vi a primeira temporada, mas ainda assim muito boa, é House.
Poderia ser mais uma série que conta o dia-a-dia de um hospital norte-americano, como é a famosa “E.R.”. No entanto, David Shore, o criador da série, quis ir além. Fora o quadro clínico dos pacientes, em House também encontra o fator humano daqueles que trabalham em um hospital.
Talvez nem pudesse utilizar o termo “humano” para falar do Dr. House, que dá nome à série e é o personagem absoluto e principal. Gregory House teve um problema (que eu desconheço) na perna. Ironicamente, o médico não pôde voltar a andar como antes e vive à base de remédios para aliviar a dor muscular e de uma bengala.
House é um homem cínico, arrogante, chato, prepotente. E brilhante! Ele só pega casos que ninguém mais consegue resolver. Em episódio recente, um casal foi de Cuba até os Estados Unidos num barco mequetrefe somente para ver o superdoutor. Ele é essencial ao hospital devido à sua genialidade, e por isso mesmo faz e diz o que quer sem medo das conseqüências.
Dentre as crenças profissionais de House, há uma que fala sobre o contato com os pacientes. O médico evita ao máximo ver ou tocar um paciente, pois acredita que toda pessoa mente, e portanto este tipo de ação é desnecessária (obrigado, Lu, por lembrar!). Fica a cargo de sua equipe preparar os exames e fazer os procedimentos determinados por House, além de discutir com ele possíveis soluções para ele.
Hugh Laurie, que faz o doutor House, pelo que me disseram nunca teve qualquer papel de destaque na televisão. Nesta série, no entanto, parece-me que Laurie já conseguiu destaque o suficiente para toda a sua carreira.
“House” é muita bem feita, realista e emocionante. Já House é alguém que certamente você vai amar e odiar ao mesmo tempo. E, ao fim do post, abro parênteses para que você, amigo leitor, aprecie a doutora Cuddy, diretora do hospital de onde House trabalha:

Dra. Cuddy, vivida por Lisa Edelstein




16.01.08 / 13:37
Engraçado que o House, apesar de ser genial, erra muito. Ele quase mata os pacientes antes de conseguir curá-los: falha em diagnósticos e exagera em procedimentos. A prepotência dele é, então, bem injustificada.
O que me chama atenção no personagem é o humor e a total ausência de limites: o House não se prende a qualquer valor, o que é algo bem interessante/perigoso. Principalmente quando estamos lidando com as vidas alheias.
16.01.08 / 13:39
Quando você mencionou um segundo vício, torci pra ser House!
Ele tee uma infecção na perna, se não me engano. Demorou pra ser detectada e a única saída foi retirar parte do músculo da coxa. Daí a bengala e as dores.
Você viu Stuart Little? O Hugh Laurie foi o sr. Little, o pai.
16.01.08 / 20:40
House, que na minha opinião, é a melhor série de todos os tempos. Sem mais :P!
[]´s
17.01.08 / 9:52
Estávamos comentando sobre a série ontem aqui em casa. Tem um canal, não me recordo qual, que uma amiga disse que passa três vezes no dia. Todas do mesmo episódio. Ela disse que as vezes assiste os três.
17.01.08 / 10:34
Issamu: se for no Brasil é o Universal Channel. Que eu saiba só nele passa “House”.
17.01.08 / 13:17
Ao contrário do que disse a Lu Monte, House não teve uma infecção, e sim um enfarto na perna. É extremamente raro, mas acontece. Isto é explicado no primeiro episódio da série.
E a Cuddy, apesar de não ser linda, entraria na minha lista de MILFs.
17.01.08 / 13:24
Realmente, não tinha certeza de qual tinha sido o problema na perna, vi a primeira temporada há muuuuuito tempo. A coisa fica bem explciada mesmo lá pelo fim da primeira temporada, numa aula que ele tem que dar.
A Record passava a segunda temporada de House dublada (argh), às quintas à meia-noite. Tinha parado de passar, não sei se voltou.
17.01.08 / 13:27
Lu, eu sei disso porque assim como o Thássius, comecei a assistir House recentemente. Logo, as informações ainda estão frescas na minha memória.
18.01.08 / 4:14
É, eu vi esse seriado uma vez, achei legal, mas não é o meu estilo. Gosto dos mais ‘clássicos’, se pode-se dizer assim, como Friends, Seinfeld ou That’s 70’s Show. Tem um novo mt bom, ao menos pra mim, o 2 and a Half Man…
Nada que envolva medicina me agrada…
19.01.08 / 19:23
Oba, mais um seriado para preencher o vazio das meias temporadas nas férias!

Assisti a um episódio, e adorei o (mau) humor do Dr. House
23.01.08 / 15:07
Tu não sabe sobre o problema da perna, justamente porque perdeu a primeira temporada (vai na locadora e aluga!).
Eu já assisti até o último episódio disponível!
31.01.08 / 10:17
House e Lost são as séries que eu mais aprecio atualmente. O cara realmente só não é demitido porque é o melhor no que faz, e só por isso as pessoas aguentam ele. Mas é legal porque em alguns momentos ele desce do pedestal e mostra suas vulnerabilidades.
31.01.08 / 10:25
Perdi a paciência com Lost tem uns dois anos. Desde então, ignoro sumariamente a série. Com Heroes foi a mesma coisa. No momento estou querendo acompanhar Brothers and Sisters, mas a primeira temporada não passa na TV paga de jeito algum.
31.01.08 / 11:03
Thássius, Brothers and Sisters passa na Universal, e eu dou uma olhada de vez em quando. Passa nas quartas as 23:00. Só não sei se eles ainda estão passando episódios inéditos ou reprisando. Quanto a Heroes, nunca gostei também. Eu acompanho quase todas as séries da Universal (único canal do gênero que eu tenho possibilidade de assistir): Law & Order, Law & Order SVU, Crossing Jordan, House, Monk e até Psych …
31.01.08 / 11:13
Agora no início do ano o Universal estava passando uma maratona de Brothers and Sisters, mas acho que era só da segunda temporada. Eu queria acompanhar tudo, mas pelo visto vou ter que esquecer o início da série. No FX passa a sensacional The Office, que ultimamente eu não tenho visto muito.
19.02.08 / 8:36
[...] Memórias Fracas: é um blog de assuntos gerais, assim como este. A principal diferença é que a freqüência de posts dele é bem menor que a minha, o que gera textos melhor trabalhados. BEM melhor trabalhados. E para provar que eu não sou louco (ou pelo menos não sou um louco solitário), ele também acha a Dra. Cuddy bonita. [...]
22.02.08 / 10:41
sempre achei que o House tinha levado uma vaca de moto…
21.08.08 / 9:14
[...] seria apenas uma forma de tentar saber se realmente o “além” existe. Assim como o fictício doutor House faz ao enfiar um canivete em uma tomada e levar um choque [...]