Eu vi: “Eu sou a lenda”


A história já é banal e conhecida de todos. Em um futuro não tão distante, a professora Trelawney de Harry Potter doutora Alice Krippin consegue desenvolver uma possível cura para o câncer. Assim começa Eu Sou A Lenda (I Am Legend).

Essa cura, como já era de se esperar, é uma grande furada que acaba por contaminar a população mundial. Muitos morrem. Dos que sobram, a maioria vira uma espécie de zumbi que mais lembra “Resident Evil” que outra coisa. E alguns poucos se tornam imunes ao vírus, como o doutor Robert Neville, vivido por Will Smith.

Pôster de “Eu sou a lenda” (I am legend), com Will SmithO filme se passa em uma Nova York deserta, com carros largados por todos os cantos e veados saltitando livremente pelas ruas, a caminho do Central Park. Dr. Robert, que parece ser o único sobrevivente são da capital, mantém a esperança em uma pesquisa que desenvolve para tentar reverter os efeitos do vírus letal.

Robert se mostra um homem meio neurótico, que tenta dar um caráter mais humano à vida solitária que leva com sua cadela Samantha. Durante o filme, o militar recebe a visita de Anna, interpretada pela brasileira Alice Braga, que prova a ele que há mais gente imune e que foram construídos abrigos.

A partir desse ponto é construída a problemática de como salvar a população sã desse mundo debilitado dos zumbis que não podem se expor ao sol, mas que durante a noite podem fazer muitos estragos devido à sua força descomunal.

O final do filme é surpreendente. Se isso é bom ou ruim, só assistindo para decidir. A ida ao cinema é válida pela interpretação impecável e muitas vezes engraçada de Will Smith e pela presença inesperada de uma brasileira, a Alice Braga.


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14 Comentários

Já tem duas semanas que assistir e particulamente não gostei. A atuação de Will Smith é até significativa, mas a história ficou muito vazia, o final então, não entendi foi nada. (acho que sou burro :D)

Que coisa, meu colega de trabalho assistiu e odiou, disse que o filme mostrava mais o Will e sua cadela do que qualquer outra coisa.

Tiago: eu sou um dos adeptos destes filmes em que sempre se explode uma cidade, há um vírus mortal ou um grande acidente natural mata todo mundo. Talvez seja por isso que eu gostei.

Julix mas o filme é basicamente o cotidiano do dr. Robert e da cadela Samantha. E é aí que reside, no meu ponto de vista, um diferencial do filme.

Traçando um paralelo, em “Resident Evil” 75% dos filmes são Alice matando zumbis, e 25% são a história pessoal dela. Em “Eu sou a Lenda”, é o contrádio. 75% de história pessoal, e 25% de pancadaria.

Alexandre de Oliveira Sobrinho

Vocês devem entender que filmes devem ser encarados como música…. Não existe uma mesma música perfeita para todo mundo…. Não é porque eu não gosto de um determinado estilo musical que devo encará-lo como ruim….. Muita gente é bom no que faz, mas nem sempre o que fazem é legal pra mim….. Esse filme mostra que o ser humano só começará a ver que a natureza preciza ser levada a sério quando acontecer algo tão catastrófico com o tema do filme…. Quanto ao foco direcionado ao Smith 75%, não teria como ser de outra forma ou vcs querem que ficasse mostrando os monstros todo tempo?!…. seria o mesmo que mostrar o predador nas primeiras cenas (predador 1)….

Também não fui muito com a cara do filme não, gostei muito da atuação do Will Smith, mas achei mal finalizado, começou bem e terminou meio pobre.

O problema mesmo é o meu post sobre o Eu sou a Leda, tem atraído trolls diariamente…

Andam falando bem desse filme por aí… Bom que realmente o seja.

Não vi aidna o Filme, mas a resenha me faz lembrar um filme bem antigo “A ültima esperança da Terra”, que assisti no dia 20/09/1975 a noite…

Isso é que é memória hein? (é que essa data é trágica pra mim, mas não vem ao caso…)

Eu vi o filme no primeiro dia de estréia aqui em Goiânia. E realmente foi muito bom… ta certo que é uma história ja repetitiva, mas o suspense da escuridão e o final vale muito, principalmente que até na ultima cena do filme vc fica tenso querendo saber o que vai acontecer… resumindo…

veja no cinema e não no seu computador … é muito bom!

Cara, não consigo mais aturar o Will Smith. Depois que ele fez aquele filme meloso que concorreu ao Oscar, melou geral.

Eu vi e achei razoavel, isso que fugi do cinema aqui na Italia onde eles cometem o crime de mostrar TODOS os filmes sem exceçao dublados.

Mesmo vendo com as vozes originais.. achei abaixo da minha expectativa, mas é um bom filme.

Karla Raposo

Gente,peraí… eu tô viajando ou esse filme vem muito a calhar com o cenário político norte americano? Por favor, sigam minha linha de raciocínio: sim, a retórica é meio repetitiva mas é a primeira vez, dentre todas as vezes que os norte americanos salvam a terra de seja lá qual for o mal (encomendado ou vindo do espaço), em que um negro, num país absurdamente,inegavelmente e abertamente rascista, chega pra “Iluminar a escuridão” é a última frase do filme! Coincidência? Será que o Obama tá querendo chegar pra ser “A lenda” e “Iluminar a escuridão”? Afinal ainda é o país que “manda” no mundo e que está a beira de um colapso econômico! Coincidência?

É um filme bom, apesar do ego de Will Smith ter crescido a ponto de precisar de uma hora de filme só pra ele.

Tem uns belos furinhos no roteiro (é, sou um chato), mas as cenas mais tensas compensam.

O que gostei no filme foi justamente desses 75% de história pessoal. ;)

Vi essa comparação a Resident Evil por aí, mas não conheço o filme. Se sei que tem monstro, nem vejo! Foi aí que “Eu sou a lenda” me pegou de surpresa.

Opa!

O filme tem alguns furos/incoerências lógicas no roteiro e o final é brochante :-( Mas tem uma coisa que eu gostei… levanta de leve e bem superficiamente uma discussão sobre fé/religião versus ciência…

De 1 a 10 daria nota 7, mais pelos ótimos efeitos visuais!

{spoiler}
Aposto 1/2 bala juquinha como terá continuação!
{/spoiler}

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