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	<title>Memórias Fracas &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Meus pitacos sobre jornalismo e tecnologia</description>
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		<title>Pagando por um NET Fone que eu não vou usar</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 17:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
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		<description><![CDATA[Cá estou eu, depois de passar uma meia hora conversando com atendentes da NET. Liguei lá porque desejo cancelar o meu NET Fone (R$ 14,90 por mês), garantindo a manutenção do serviço de banda larga NET Virtua (R$ 100,06 por mês, a partir de abril). O que eu descobri é de uma cara de pau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cá estou eu, depois de passar uma meia hora conversando com atendentes da <strong>NET</strong>. Liguei lá porque desejo cancelar o meu NET Fone (R$ 14,90 por mês), garantindo a manutenção do serviço de banda larga NET Virtua (R$ 100,06 por mês, a partir de abril). O que eu descobri é de uma cara de pau tão deslavada que preciso narrar nesse texto-reclamação.</p>
<div id="attachment_2075" class="wp-caption alignright" style="width: 135px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: right;"><img class="size-full wp-image-2075" title="net-virtua" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2011/04/net-virtua.jpeg" alt="" width="125" height="120" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">No diaaaaaaaaa em que eu virei um NET...</p></div>
<p>Quando contratei o <strong>NET Virtua</strong>, em março de 2010 – e logo que que eu havia me mudado para São Paulo –, o funcionário do quiosque no Shopping Santa Cruz disse que essa contratação deveria ser feita também com o NET Fone. Dessa forma, a assinatura mensal sairia mais em conta do que contratando apenas a banda larga. Aquele velho problema da venda casada que nós todos já conhecemos.</p>
<p>Passei 12 meses pagando tranquilamente a fatura da NET, com serviços de banda larga de primeiro 3 Mega, e depois 5 Mega, bem como o pacote mais básico do NET Fone. Agora há pouco, ao telefonar para a empresa no 10621 a fim de descobrir o cálculo do aumento da fatura a partir de abril – correção de 11,3%, por sinal, bem acima dos 6,91%  que o governo calculou para 2010 –, veio a grande surpresa: foram 12 meses de pagamento <strong>desnecessário</strong> do NET Fone.</p>
<p>A funcionária da NET explicou-me que eu poderia ter cancelado o NET Fone a qualquer momento, pois esse serviço é opcional, uma espécie de extra. Caso tivesse contratado algum NET Combo, com direito à televisão por assinatura, aí sim teria que manter o NET Fone para que a “oferta” (eu prefiro chamar de venda casada) fosse efetivada.</p>
<p>O curioso é que, lá no ano passado, o vendedor de serviços da NET – não sei se ele é empregado da empresa ou terceirizado; autônomo, talvez – disse categoricamente que eu tinha que ter NET Virtua e NET Fone para que o valor da assinatura mensal saísse mais em conta. Acredite, eu nunca fiz uma chamada sequer a partir do telefone da NET. Nem tenho aparelho de telefone fixo em casa, para o dia de querer fazer esse tipo de ligação.</p>
<p>Fui completamente enganado pela NET (ou seus representantes/parceiros/whatever; esse problema não é meu) durante um ano. Imagino que o caminho da justiça seja complicado aqui em São Paulo, mas estou bastante inclinado a requisitar por meios legais que a empresa devolva o valor de um ano de NET Fone pago sem necessidade. Até onde sei, é dever da empresa informar claramente para o cliente o que ele está contratando. À época da assinatura desse contrato, o pequeno detalhe de que pagaria um serviço inútil para mim não foi posto. Agora a NET tem que responder por isso.</p>
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		<title>Maçã muito bem guardada</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 14:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[“Não temos nada a declarar sobre o assunto”. Essa frase, que poderia muito bem ser dita por algum Paulo Maluf, é uma das mais ouvidas por aqueles jornalistas que insistem em entrar em contato com a Apple, a empresa norte-americana que produz um dos aparelhos mais desejados de todos os tempos. Não que a Apple [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Não temos nada a declarar sobre o assunto”. Essa frase, que poderia muito bem ser dita por algum Paulo Maluf, é uma das mais ouvidas por aqueles jornalistas que insistem em entrar em contato com a Apple, a empresa norte-americana que produz um dos aparelhos mais desejados de todos os tempos. Não que a Apple tenha ficha suja, sem poder declarar-se sobre assuntos de interesse próprio, mas sempre foi assim: são eles que mandam na notícia.</p>
<p>A cultura de superproteção empregada pela empresa de Steve Jobs não é de hoje. Já nos anos 80, quando a Apple ainda iniciava sua trajetória extraordinária no meio empresarial, Steve Jobs, seu fundador, determinava o que podia e o que não devia ser publicado pela imprensa. Àquela época, Jobs tinha o contato dos principais jornalistas de tecnologia do mundo e não subestimava seu poder de influência quando era preciso encerrar algumas pautas antes de serem publicadas.</p>
<p>Com o passar dos anos e com o aumento da Apple, esse processo internalizou-se. Jobs saiu da empresa e voltou dez anos depois, com uma ideia ainda mais espartana de como a comunicação da Apple seria conduzida. Entrevistas? Algo praticamente impossível. Qualquer informação que não esteja nos releases e comunicados é tratada como segredo de Estado, até que algum dirigente autorize (mais provável que não) a sua revelação. Com isso, temos apresentações de produtos frequentes, nas quais finalmente o consumidor descobre o que a empresa da maçã tanto apronta, de uma tacada só. Antes disso, é silêncio total.</p>
<p>Encontrar fontes dentro da Apple que vazem informação é tarefa árdua, difícil mesmo. Além da questão moral que esses segredos industriais implicam, todos dentro do campus da empresa assinam um acordo de confidencialidade quando são contratados. Ou seja, mesmo que quisessem falar, não poderiam fazê-lo. E como já disse Wittgenstein, sobre aquilo que não podemos falar, devemos nos calar. É o que todos dentro da Apple fazem: calam-se.</p>
<p>Por enquanto a estratégia de Jobs e seu time de executivos avessos ao público tem funcionado. Porém, o recente caso conhecido como antenagate, quando a empresa foi obrigada a revelar como conduz os testes de recepção de sinal do idolatrado iPhone 4, provou que, vez ou outra, os consumidores demandarão mais informações do que a empresa está disposta a fornecer. Resta saber o quão disposto Jobs está de atender essas demandas daqueles que fazem a Apple ser a Apple.</p>
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		<title>Dashboard do WordPress aparece em branco? É culpa da tradução</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 02:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[MediaTemple]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Se, ao tentar abrir a Dashboard do WordPress, aparece uma página em branco, o problema pode estar no arquivo que faz a tradução do WP para português do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1969" style="margin: 5px;;  float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;" title="wordpress-selo" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/08/wordpress-selo.jpg" alt="" width="134" height="135" />Quem acompanha este autor no Twitter sabe que, nos últimos dias, o <strong>Memórias Fracas</strong> passou por algumas turbulências. Primeiro ele sofreu um ataque de malware que fazia com que visitantes desavisados baixassem arquivos maliciosos e infectados. Não só o <strong>Memórias</strong>, mas vários blogs hospedados pela MediaTemple passaram por esse problema, diga-se de passagem. Felizmente estamos de volta no ar.</p>
<p>O outro problema diz respeito ao WordPress. Eu fazia o processo normal de atualização do WordPress, enviando os novos arquivos para o diretório do site na hospedagem, a fim de garantir que nada ficasse de fora. Perfeito, checava plugins, temas etc. E quando terminava o processo que já estava acostumado a realizar, vinha a dificuldade.</p>
<p>Primeiro a Dashboard do site desaparecia. Eu até conseguia acessar o <em>wp-admin</em> e efetuar o login com meu nome de usuário e senha. No entanto, em seguida abria uma página em branco. Bastante esquisito.</p>
<p>Parti para aquelas recomendações que todos os entendidos de WordPress fazem: desativei todos os plug-ins. Não é difícil que um plugin atualizado dê problema, mas ao apagar todos eles o site deveria voltar a funcionar normalmente. Não foi o que aconteceu. Cheguei a renomear a pasta <em>plugins</em> para <em>plugins2</em>, criando em seguida uma nova pasta <em>plugins</em> completamente renovada. O erro permanecia.</p>
<p>Chegou a vez de verificar os temas. Apaguei todos aqueles que eu havia baixado, inclusive o tema padrão do blog. Ficando somente o Twenty Ten, o novo tema <em>default</em> do WordPress 3, era possível que o blog voltasse a funcionar como antes. Mais uma vez fracassei na minha tentativa de recolocar o <strong>Memórias Fracas</strong> no ar.</p>
<p>Larguei um pouco de mão e fui realizar a migração de outros blogs, que já estava agendada. Mesmo esquema: envia os novos arquivos do WordPress, testa plugins, testa temas&#8230; E foi aí que eu finalmente descobri o que diabos fazia com o que blog parasse de funcionar. Era tudo uma questão de como traduzir os arquivos do site.</p>
<p>Tradicionalmente eu subia o WordPress em inglês e depois, manualmente, trocava o arquivo <em>/wp-includes/locale.php</em> para um <em>locale.php</em> traduzido para o português. Eu tinha o melhor dos mundos: painel de controle em inglês, como eu sempre gostei, e dias da semana e meses em português quando o usuário acessava o blog.</p>
<p>Com a nova versão do WordPress, no entanto, isso mudou. Ao subir o <em>locale.php</em> que eu sempre mantive armazenado na minha máquina, esse arquivo fazia todo o WordPress travar. Era ele que gerava a desesperadora tela em branco, sem que eu pudesse fazer nada.</p>
<p>Como contornar isso? Simplesmente baixado a <a href="http://br.wordpress.org/">versão do WordPress 3.0.1 em português do Brasil</a>. Tudo bem que a Dashboard vai ficar em português também, mas é uma questão de hábito. Rapidamente você se acostuma com <em>páginas</em> no lugar de <em>pages</em> ou <em>configurações</em> em vez de <em>settings</em>.</p>
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		<title>Steve continua o mesmo</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 04:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida de Steve Jobs na Apple pode ser dividida em duas partes. Lá no início, com o bonachão Steve Wozniak, Jobs fundou uma das empresas mais valiosas do Vale do Silício. Nos anos 80, foi expulso da empresa pelo homem que ele mesmo contratou, voltando muitos anos depois pra transformar a Apple no que conhecemos hoje. Podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida de <strong>Steve</strong> <strong>Jobs</strong> na Apple pode ser dividida em duas partes. Lá no início, com o bonachão <strong>Steve</strong> Wozniak, <strong>Jobs</strong> fundou uma das empresas mais valiosas do Vale do Silício. Nos anos 80, foi expulso da empresa pelo homem que ele mesmo contratou, voltando muitos anos depois pra transformar a Apple no que conhecemos hoje.</p>
<p>Podemos dizer que a grande vergonha pela qual Mr. <strong>Jobs</strong> passou na sua primeira estada na Apple foi quando viu-se demitido da própria companhia, da qual se orgulhava quase loucamente, por uma pessoa de sua confiança. <strong>Steve</strong> ficou magoado, ressentido, até que retornou ao seu trono já no fim da década passada.</p>
<p>E talvez a grande vergonha da segunda vinda de <strong>Steve</strong> tenha sido na sexta-feira passada, quando ele foi obrigado a subir ao palco do pequeno teatro na sede da Apple, em Cupertino, pra mostrar ao mundo que, de fato, o badalado iPhone 4 tem problemas de recepção do sinal de celular, dependendo de como o usuário segura o aparelho.</p>
<p><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-1889" title="steve-jobs-vergonha" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/08/steve-jobs-vergonha.jpg" alt="" width="490" height="320" /></p>
<p>O <em>mea culpa</em>, no entanto, não foi integral. Cabisbaixo, o CEO da maçã multibilionária disse que sua empresa não é perfeita. Oh, por essa eu não esperava! Por alguns instantes, tive a impressão de que ele pediria desculpas. Mas o orgulho voltou logo em seguida, quando <strong>Jobs</strong> mostrou fatos e dados que comprovam que outros aparelhos de fabricantes diversos passam pelo mesmo problema.</p>
<p>O iPhone 4, tido como aparelho perfeito, com design arrojado e uma forma inédita de construir e posicionar a antena, a menina dos olhos de <strong>Steve</strong>, foi o grande responsável por sua vergonha. Ao menos a solução dada pela empresa apaziguou os ânimos: capinhas de plástico grátis pra todos os compradores de iPhones.</p>
<p>Sobre apagar mensagens sobre o antenagate no fórum oficial da Apple, nenhuma palavra. Sobre como seria o cálculo para exibição das barrinhas de sinal do iPhone 4 em outros países (nos Estados Unidos eles adotam a fórmula da AT&amp;T), também nenhuma palavra.</p>
<p>É, ele continua o mesmo <strong>Steve</strong> de sempre.</p>
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		<title>Meu iPod Touch vai morrendo aos poucos</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/meu-ipod-touch-vai-morrendo-aos-poucos/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Ê, tristeza. Quando você acha que a situação está ruim, aparece Steve Jobs pra te lembrar que um produto pode se rebelar contra você. Eu juro: dei amor e carinho para o meu iPod Touch, comprado faz 18 meses. Coloquei-o pra dormir numa cama quente todos os dias. E mesmo naqueles em que estava viajando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ê, tristeza. Quando você acha que a situação está ruim, aparece Steve Jobs pra te lembrar que um produto pode se rebelar contra você. Eu juro: dei amor e carinho para o meu iPod Touch, comprado faz 18 meses. Coloquei-o pra dormir numa cama quente todos os dias. E mesmo naqueles em que estava viajando durante a noite para SP, ele ficou confortável no meu bolso.</p>
<p>Não adiantou.</p>
<p>Meu iPod já começa a apresentar os primeiros sinais da velhice, que chega pra todos &#8211; inclusive para os eletrônicos. O Alzheimer já vinha se manifestando aos poucos, com a perda da memória e as irritantes telas de <em>no content</em>, mesmo tendo a certeza de que ele estava devidamente abastecido de conteúdo.</p>
<p>A saúde já debilitada faz com que a variação de disposição seja maior. Numa hora, o ThasPod Touch (nome bonitinho, vai&#8230;) tem tantos por cento de carga disponíveis. Minutos depois, esse número já mudou, e nunca sei quando o iPod está sóbrio ou quando está delirando.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-1820 aligncenter" title="ipod-touch-falha-bateria" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/07/ipod-touch-falha-bateria.jpg" alt="" width="427" height="483" /></p>
<p>Pensei que essa hora nunca iria chegar, mas o céu de iPods está pra receber mais um querido companheiro de músicas, vídeos e podcasts. Um guerreiro que, desde o começo, mostrou-se leal, praticamente negando-se a ir na mão dos outros.</p>
<p>Obrigado, nobre iPod, pelos serviços prestados. E tenha clareza de que, enquanto estiver carregando, estarei ao seu lado para o que der e vier (e jogar).</p>
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		<title>A morte prematura do Kin</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 03:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo começa com uma ideia. Oh, que tal produzirmos um equipamento novo, que possibilite aos nossos clientes ter acesso fácil aos amigos e à família? Como um relâmpago, vão sendo desenvolvidas as características desse novo produto. O que entra e o que sai? O preço também precisa ser camarada. Tudo pronto, uma boa agência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começa com uma ideia. Oh, que tal produzirmos um equipamento novo, que possibilite aos nossos clientes ter acesso fácil aos amigos e à família? Como um relâmpago, vão sendo desenvolvidas as características desse novo produto. O que entra e o que sai? O preço também precisa ser camarada. Tudo pronto, uma boa agência de publicidade consegue estampar esse produto nos principais veículos de comunicação. E assim temos um lançamento de sucesso.</p>
<p>A fórmula parece ser tão fácil, mas quando colocada em prática, surgem tantos problemas, tantas dores de cabeça. O Kin, por exemplo: um aparelhinho modesto, com preço inicialmente mais elevado, e depois modesto, produzido por uma empresa nada modesta. A Microsoft tinha tudo para colocar no mercado um celular competitivo, que atingisse em cheio os adolescentes que gostam das redes sociais virtuais, mas não podem arcar com o preço de um iPhone &#8211; são 199 dólares, mas é preciso ter um plano de dados robusto e ficar preso à operadora por dois anos.</p>
<p>Em vez disso, a empresa do visionário Bill Gates colocou no mercado um celular inicialmente sem público definido, o que já dificulta na hora de vender. Para completar, havia dois modelos muito distintos, que demonstravam a falta de propósito da linha Kin. Um deles tinha cara de celular, mas design esquisitão. O outro parecia smartphone, com desenho bonito, mas faltava um sistema confiável. No fim das contas, nenhum deles vingou.</p>
<p><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-1808" title="memorias-kin" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/07/memorias-kin.jpg" alt="" width="540" height="210" /></p>
<p>Não há discussão: a morte prematura dos aparelhos Kin foi a notícia dessa quarta-feira no mundo da tecnologia. Se cada dólar investido em pesquisa e desenvolvimento pela Microsoft fosse uma braçada, a empresa já teria nadado muito &#8211; muito mesmo: bilhões de braçadas -, mas sempre morrendo na praia. Como pode?</p>
<p>O que falta à Microsoft é fôlego. Enquanto a empresa não decidir em quais mercados quer realmente jogar, terá um caminho de pedras e derrotas pela frente. O Xbox é um caso de sucesso, porque criou um verdadeiro concorrente ao mercado antes dominado por Sony e Nintendo. Já o Kin vai para o histórico de investidas mal sucedidas, com seu encerramento anunciado apenas dois meses depois do lançamento. Ainda havia tempo para tentar salvar a linha, mas jogaram a toalha.</p>
<p>E na linha intermediária, temos o Zune. O player de mídia parece ter características interessantes, mas todo mundo ainda prefere comprar um iPod. Mérito da Apple, que cria uma aura de desejo no entorno do seu tocador de música, enquanto que a Microsoft apenas lança mais um produto. Daqui a pouco também vai parar no cemitério de tecnologias fracassadas.</p>
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		<title>Apple e a reinvenção de coisas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 14:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
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		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia é assim mesmo: a empresa que chega primeiro num mercado, leva ele quase que inteiramente. O preceito está listado no livro Free, do Chris Anderson, editor da cultuada revista de tendências Wired. Também há aquelas empresas que criam seu próprio mercado, abocanhando a maior parte dos clientes que a própria criação teria. A Apple é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tecnologia é assim mesmo: a empresa que chega primeiro num mercado, leva ele quase que inteiramente. O preceito está listado no livro <em>Free</em>, do Chris Anderson, editor da cultuada revista de tendências <em>Wired</em>. Também há aquelas empresas que criam seu próprio mercado, abocanhando a maior parte dos clientes que a própria criação teria.</p>
<p>A Apple é mestra em fazer algo que poucas corporações fazem tão bem: reinventar coisas. O iPhone foi e é um aparelho realmente revolucionário, que trouxe a tecnologia da informação para a palma da mão com enorme sucesso. E o melhor: com comodidade. Ao lançar o smartphone, Steve Jobs disse: &#8221; Hoje a Apple reinventa o telefone celular&#8221; . Pura verdade, a empresa conseguiu fazer o que ninguém tinha feito anteriormente.</p>
<p>Lembra quando Steve Jobs anunciou &#8211; finalmente! &#8211; a chegada do iPad? O chefão da Apple fez questão de colocar o gadget numa categoria intermediária entre celulares (preferencialmente o iPhone) e notebooks (ou melhor, MacBooks. <a href="http://memoriasfracas.com/eu-odeio-meu-macbook-white/">Quase todo mundo</a> <a href="http://memoriasfracas.com/eu-amo-meu-macbook-white/">quer o portátil da maçã</a>&#8230;). Dessa forma, Jobs usou de sua esperteza empresarial para criar um novo segmento, que seria liderado pelo aparelho criado por ele e seus discípulos.</p>
<p>O iPad não tem nada que seja exatamente novo. O conceito do computador pequeno, para funções básicas como navegação na internet, já existia antes da sua chegada. Arqui-inimigo de Jobs, <em>tio</em> Bill Gates chegou a comentar em algumas entrevistas como seria a computação do futuro: o agora aposentado descrevia um equipamento que teria conectividade contínua e seria usado para carregar consigo. Lembra algum aparelhinho? Pois é.</p>
<p>Quem já viu a interface do iPad sabe que ela é, de modo bem básico, a do iPhone e iPod Touch, só que maior. Aí está algo que eu não chamaria de reinvenção, mas apenas de adaptação a uma tela maior. O Windows Mobile  já era mais ou menos assim, só que com resultado porco (tinha até botão de Iniciar num celular!). O design do iPad? Nada mais do que um iPhone grandão, que certamente não pode ser carregado no bolso. Porém é leve. Devido a isso, perfeito para ser levado na mochila ou bolsa.</p>
<p>Fica difícil tentar achar uma fórmula para a reinvenção de coisas que a Apple faz. Seus engenheiros geniais, um time de executivos casca grossa e uma filosofia empresarial devem ajudar bastante, mas não é tudo. N&#8217;algum momento, essa fonte de inspiração e <em>pensar diferente</em> vai secar. Será que as concorrentes vão esperar isso acontece para voltar a conquistar mercados? Se for assim mesmo, temos um caso crônico de mediocridade no mercado de tecnologia. Não costumava ser assim.</p>
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		<title>Chrome OS não é o futuro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 14:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Chrome OS]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[navegador]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que se fala bastante sobre o tão aguardado Chrome OS, o sistema operacional do Google. Baseado em Linux, ele seria absurdamente rápido e incrivelmente leve, com funcionamento garantido nos mais variados ambientes. Desde o netbook, até o desktop, praticamente qualquer máquina comprada recentemente teria os requisitos de sistema para rodá-lo. Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que se fala bastante sobre o tão aguardado Chrome OS, o sistema operacional do Google. Baseado em Linux, ele seria absurdamente rápido e incrivelmente leve, com funcionamento garantido nos mais variados ambientes. Desde o netbook, até o desktop, praticamente qualquer máquina comprada recentemente teria os requisitos de sistema para rodá-lo. Até aí, somente flores. O que nos falta questionar são os motivos que levariam uma pessoa a adotar o novo SO.</p>
<p>O Google vem tentando levar tudo o que usamos com frequência para a nuvem. É assim com o nosso e-mail (alguém ainda usa o Outlook Express?), com as nossas interações sociais, com os nossos documentos. Mas até que ponto isso será possível? Não tenho dúvidas de que há um limite entre o que pode ser completamente baseado no tal <em>cloud computing</em> e o que merece uma atenção especial e um armazenamento local.</p>
<p>No meu caso, por exemplo: não consigo me imaginar usando o Chrome OS no meu notebook. Infelizmente não é a todo momento que tenho conectividade disponível, mesmo em grandes capitais (Rio e São Paulo). E mesmo que tivesse, há dados que eu simplesmente não quero que sejam enviados para a rede. No entanto, faço questão de que todos os meus documentos mais importantes &#8211; os da faculdade e os do Tecnoblog (menos os plano de dominação mundial, claro) &#8211; estejam sempre com um backup na nuvem, possibilitado por um aplicativo que executa a tarefa automaticamente.</p>
<p>E o que ficaria de fora? Músicas, apenas para exemplificar. Não consigo enxergar uma necessidade para que minhas músicas estejam todas duplicadas, com uma versão em algum servidor escondido em um mega-datacenter. A sincronização com o reprodutor de MP3 é muito simples e a minha experiência não poderia melhorar mais com o <em>streaming</em> das canções.</p>
<p>Tentar jogar tudo na nuvem é um erro do Google. Não temos infra-estrutura de conexão para esse tipo de coisa, muito menos desejo do usuário. Pode até ser que os geeks, nerds e aficcionados por tecnologia adotem o Chrome OS. Já o usuário médio, aquele que usa o Google Docs esporadicamente, adora checar seu Orkut e baixa dezenas de músicas no Rapidshare para depois copiar para o MP3, esse cara não vai ver muita utilidade para o novo sistema.</p>
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		<title>Devo pagar aumento de velocidade do Oi Velox &quot;por fora&quot;?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Oi/Velox]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Assinantes do Velox devem pagar técnico de rua por fora para ter aumento de velocidade na conexão?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1680" class="wp-caption alignright" style="width: 219px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: right;"><img class="size-full wp-image-1680" title="Oi. (Reprodução)" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/02/oi-propaganda.jpg" alt="Oi. (Reprodução)" width="209" height="197" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Oi. (Reprodução)</p></div>
<p>Não é nada raro eu receber, por meio do <a href="http://memoriasfracas.com/contato/">formulário de contato</a> do site, reclamações sobre empresas que foram assunto em um ou outro post. Por ser uma das minhas empresas “favoritas” – e também por ter posts bem localizados nos mecanismos de busca –, a <a href="http://memoriasfracas.com/tag/oi-velox/">Oi/Brasil Telecom</a> acaba sendo uma das que mais despertam a fúria de leitores do blog.</p>
<p>E um dos temas mais recorrentes quando falamos de Oi Velox é o famoso aumento de velocidade, que oficialmente é negado pelos atendentes do <em>zero-oitocentos</em> da empresa, mas que vive sendo oferecido pelos “técnicos de rua”. O leitor Sérgio, por exemplo, mandou o seguinte comentário:</p>
<blockquote><p>Eu fiquei impressionado quando vi teu tópico sobre a &#8220;degolada&#8221; no Velox de 1 Mega para míseros 300kbps. Parecia até que era eu quem estava escrevendo o texto, pois foi exatamente o mesmo que ocorreu comigo semana passada!</p>
<p>Companheiro, eu acabei descobrindo que as <strong>portas de 1 Mega são negociadas no mercado negro Velox por até 350 reais</strong>. Muito provavelmente é por esta razão que os técnicos da Nokia Siemens Network só andam de carro zero! Tanto a &#8220;Nova Oi&#8221;, como a &#8220;Velha Oi&#8221; e também como a Telemerda, nunca pensaram ou se quer cogitaram em investir em novos equipamentos. Isto gerou um problema!</p></blockquote>
<p>O Sérgio está mentindo? <strong>Nem um pouco.</strong> É realmente prática comum entre os técnicos e atendentes de rua da antiga Telemar oferecer aumento de velocidade do Velox por um precinho camarada. É muito fácil: você paga uma determinada quantia, normalmente na casa dos trezentos reais, e vê a velocidade da sua banda larga subir mais rápido que as ações da Petrobras na época em que o pré-sal foi anunciado.</p>
<p>Vale à pena? Há quem jure de pés juntos que vale sim e que funciona de verdade. O grande problema de optar pelo aumento “não contabilizado” (alguém tem notícias do Delúbio Soares?) do Velox é o caráter completamente <strong>antiético</strong> desse ato. Tão antiético quanto a operadora Oi negando aumento de velocidade, mesmo quando isso é tecnicamente viável.</p>
<p>Em vez de aceitar pagar propina para ver a velocidade de download do Velox ser melhorada, <strong>minha recomendação</strong> é pegar detalhes de quem ofereceu o serviço, como nome, telefone celular e conta bancária para depósito do valor, além de questionar sobre qual velocidade a conexão atingiria caso fosse aumentada. Munido desses dados, é só ligar para o 0800 56 56 58 (central de atendimento do Velox) e falar que quer aumentar a velocidade para tal velocidade, porque o técnico Fulano de Tal falou que era possível e ainda passou uma conta bancária para pagamento do serviço.</p>
<p>Se a sua conexão não for melhorada depois dessa pequena pressão na Oi, pelo menos você estará ajudando a tirar um técnico corrupto das ruas. Infelizmente o “molhar a mão” está impregnado na cultura da Oi, mas cabe a nós não permitir que a falta de ética se propague.</p>
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		<title>Toda operadora deveria ter 0800</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 08:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[Claro]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Oi/Velox]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós, clientes de operadoras de telefonia, algum dia já precisamos falar com a telecom que assinamos para pedir mais informações sobre aquela promoção especial ou, na maioria das vezes, para reclamar sobre problemas na prestação de serviço. É aí que começa o nosso martírio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve uma época em que eu teria que começar esse post com “Quem é cliente de operadora de telefonia&#8230;” e seguir com a minha reclamação. No entanto, com uma economia que vem se sustentando e com serviços de telecomunicações presentes na maioria das cidades, é preciso mudar um pouco essa introdução. Vamos lá.</p>
<p>Todos nós, clientes de operadoras de telefonia, algum dia já precisamos falar com a telecom que assinamos para pedir mais informações sobre aquela promoção especial em doze vezes sem juros com fidelidade vitalícia ou, na maioria das vezes, para reclamar sobre problemas na prestação de serviço. É aí que começa o nosso martírio.</p>
<p>Acho que maioria dos meus leitores sabe que eu já tive <a href="http://memoriasfracas.com/tag/oi-velox/">longas brigas com a Oi Telemar por causa do maldito Velox</a>, serviço de banda larga que eu uso em casa. Até que ultimamente ele vem se comportando bem, mas o que importa é que nos tempos das conexão caindo a cada poucas horas, ligar para o atendimento da empresa foi algo tão comum que eu até memorizei o número do serviço de atendimento: 0800 56 56 58.</p>
<p>Tudo bem, a Oi tem um software de reconhecimento de fala péssimo e não cumpre a determinação da Anatel de dar ao assinante a opção de falar com um atendente logo no primeiro menu eletrônico. Mas pelo menos a empresa de banda larga oferece um número do tipo zero oitocentos, cujas chamadas são gratuitas.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1560" style="margin: 5px;;  float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;" title="Quando não é a Oi, é a Claro." src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/10/claro-logo.jpg" alt="claro-logo" width="130" height="130" />O outro lado da moeda é a Claro. Todos da minha família utilizam os serviços da Claro porque dessa forma sai mais barato. Vinha funcionando muito bem, até que nos últimos meses a rede 3G do meu <em>smartphone</em> começou a desaparecer. “Erro de conexão” informava o <em>display</em> do Nokia, e ficava por isso mesmo. Liguei para a operadora várias vezes para reclamar, mas até hoje o serviço está capenga.</p>
<p>Cúmulo do absurdo foi durante um dia em que eu discava para a Claro com o celular na rede GSM e era obrigado a ouvir que meu número não era reconhecido pelo sistema. Como assim? O que importa é que cheguei a uma conclusão que preciso compartilhar com vocês: toda operadora de telefonia deveria ser obrigada a ter um número do tipo 0800.</p>
<p>Tecnicamente, já têm. A Claro, por exemplo, tem o 1052. Sempre que podem, fazem propaganda dizendo para discar 1052 a partir de um celular na rede da Claro para falar com um atendente. O que ninguém diz é que esse mesmo 1052 está acessível a partir de qualquer linha telefônica, até a fixa da minha casa. Só fui descobrir esse pequeno detalhe na semana passada, mas tenho certeza que não era assim.</p>
<p>Será que é pedir muito que as operadoras informem nas cartas e na comunicação com o cliente números de telefone zero oitocentos, acessíveis a partir de qualquer aparelho? Não fosse a minha curiosidade de ligar para a Claro exclusivamente para perguntar qual era o número 0800 deles, nunca descobriria que o próprio 1052 já permite isso. Total falta de cuidado em oferecer informações completas ao cliente.</p>
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