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Arquivo por categoria: Tecnologia

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Análise do MacBook White (Modelo Early 2008)

03/06/2008 por Convidado Tecnologia

Post especial » Vitor Hugo*, a.k.a. Lekrapo, faz sua análise do novíssimo Macbook

Demorou, mas finalmente fiz a troca (switch) de plataforma, migrei do Windows (PC) para Mac OSX (Mac). A espera foi longa, esperei quase dois anos para que pudesse adquirir o novo brinquedo branco. Ainda bem que esperei, o momento não poderia ser mais ideal tanto no quesito preço quanto na configuração. A máquina possui:

  • 2.4 GHz Intel Core 2 Duo (codinome Penryn);
  • 160GB de armazenamento;
  • 2GB de RAM;
  • placa gráfica Intel de 144 MB (DDR2 SDRAM) compartilhada;
  • 13.3″ Widescreen (1280×800);
  • SuperDrive (gravador de DVD e CD);
  • roda como sistema operacional Mac OS X (10.5.3, vulgo Leopard).

MacBook White (Modelo Early 2008) / Foto de Vitor Hugo (pratofundo.com)

A demora para fazer o texto foi pura procrastinação (desculpa ae, Thas), pois o sistema é simplesmente… simples! Como todo usuário de pc-windows, acreditava que seria complicado e difícil a adaptação a uma plataforma tão diferente, mas foi exatamente ao contrário: é muito fácil. Para resumir, usaria uma “frase” da própria Apple: just works (funciona). Para quem já teve a chance de mexer em qualquer produto da Apple tem uma idéia do que isso quer dizer, é intuitivo.

Lidando com o Leopard nos primeiros dias, fiquei com aquela sensação: como não pensaram nisso antes? Faz isso e aquilo… e pronto! Posso dizer que estou tão bem adaptado que, às vezes, quando uso um PC tento usar algum atalho e/ou outra função do Leopard. E olha que uso computadores há anos, cheguei a ter aqueles com tela verde de fósforo e que os dados eram salvos em fitas K7(!!!). Não se deixe enganar pela simplicidade, isso não quer dizer que não seja robusto.

Até o presente momento nunca o vi usar toda a memória disponível, o processamento tudo bem. Mesmo com programas pesados: iTunes, Firefox, Photoshop, Azureus que consomem memória que é uma beleza. Uma colher de chá para o iTunes, pois ele está no seu ambiente nativo, digamos. Para o meu tipo de uso não senti falta de nenhum programa. Para todos que realmente usava no PC, existe uma versão igual ou equivalente para o sistema da Apple.

Não estou dizendo “oh, troque que vai ter programa igual”; a migração deve ser pautada no que você precisa. Por exemplo, não existe versão para Mac do AutoCad. Isso me leva a um outro ponto, a razão pela qual migrei. A mais óbvia era a minha real necessidade de um novo computador. Se fosse possível, queria um Mac. E também não desejava, com todas as minhas forças, ter que usar o Windows Vista. Essa minha aversão ao Vista não é relacionada a essa “briguinha” de plataformas, mas sim caso o PC viesse com qualquer uma das versões do Vista, hardware teria que ser parrudo para agüentar e que em pouco tempo estaria bem defasado. Não tem muito o que dizer, foi ligar e usar. Fazer as configurações iniciais e pronto.

O vídeo de boas-vindas é um detalhe a parte. Acredito o que causa encantamento nos usuários de Mac é a soma de vários fatores. Design e simplicidade são os de maior peso. Ok, pode parecer futilidade, mas tanto por fora quanto por dentro o detalhe visual foi pensado, é lindo. Juntando tudo isso num único produto seria difícil não sair algo bom.

Configurar a rede wi-fi foi a coisa mais fácil do mundo, praticamente fez tudo sozinho, o mesmo para o bluetooth (com celular e mouse). Testei câmera e impressora como periféricos USB, foi plugar e boom! Sistema reconheceu, nada de drivers e coisas do gênero. Lógico que nem tudo são flores, alguns detalhes irritam.

O fato do teclado não ser ABNT, as teclas não são tão “sensíveis” assim, o fato Enter não abrir pastas e arquivos, quando existe mais de uma caixa de diálogo aberta para acessá-las tem que usar Command+Tab (equivale ao Alt+Tab) ou Exposé, as combinações loucas de atalhos no teclado que usam ícones para dizer qual tecla é, mas as teclas não possuem mais os ícones, e detesto o Track-Pad (bom, de qualquer notebook) e a proteção da área de DVD, que nem via software consegue dar jeito de maneira segura.

Era para ser um portátil, mas é um tanto quanto pesado: 2,27kg, maior do que esperava. Não que isso seja ruim, mas tinha em mente que 13.3” fosse pequeno. Está certo que a minha base comparativa era um Sony Vaio de 12″. Alguns podem dizer que a placa de vídeo é compartilhada… Olha, como não vou usar o vídeo tanto assim e nem rodar games, então isso não me preocupa.

Diferentemente dos computadores com Windows, os Macs para usuários domésticos/intermediários não são feitos para serem mexidos (troca de peças), mas sim usados. Além do mais, o Mac OS X é infinitamente mais simples (estou repetitivo hoje, não?) do que do Windows, mas de uma maneira boa. Não se faz necessária uma configuração monstruosa. Mas lógico, se for trabalhar com renderização de vídeos a conversa é outra, tanto em Mac quanto em PC. Nesse pouco tempo de uso, ouso a dizer que valeu muito a pena.

A próxima meta é trocar o desktop para um iMac…

*Vitor Hugo é editor do blogs Prato Fundo (Receitas, Histórias & Conversas sobre comida) e Aleatório.

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análise, Apple, Mac, Mac OS, Macbook white 12

Análise do monitor Samsung 932BW 19"

30/05/2008 por Thássius Veloso Tecnologia

Já faz quase duas semanas que estou brincando com meu computador novo. Devido a isso, acho que já dá para fazer uma análise geral do monitor que eu acabei escolhendo para fazer parte desse desktop.

O que eu queria mesmo era um outro monitor, que permitisse girar a tela em 90 graus. Como não encontrava ele em lojas de confiança, nem pela forma de pagamento que desejava, acabei ficando o Samsung 932WB. Não me arrependo da escolha que fiz.

Quando é para escolher produtos de informática de valor mais elevado, costumo dar preferência a marcas conhecidas, ainda que o preço seja mais elevado. Como recentemente já tinha feito uma pesquisa de preço para um parente, tinha na cabeça que o monitor deveria ser da LG ou da Samsung.

Widescreen ou formato convencional?

Depois de definir a marca, a outra dúvida que veio era com relação ao formato da tela. Standard ou widescreen? Como o widescreen está se tornando o padrão do mercado, não só em monitores mas também em televisores, optei pela segunda alternativa.

Tamanho

Ao fazer pesquisa de preço, ficou óbvio que a diferença dos modelos de 17 polegadas para os de 19″ era muito pequena. Assim, um de 19″ seria a escolha ideal. Certamente um monitor de 22 polegadas seria uma felicidade, mas o preço ainda não compensa:

  • De 17″ para 19″ há o acréscimo médio de R$ 100.
  • De 19″ para 22″ o aumento de preço é de quase R$250.

O Submarino entregou o aparelho um dia após a compra ter sido concretizada. Na verdade, entregou em teoria, pois na prática eles entregaram um televisor LCD também de 19 polegadas que é muito parecido com esse monitor. Dois dias depois apareceram aqui para trocar.

Samsung 932BW

LCD de 19 polegadas, widescreen

Logo de cara, o que se nota é a beleza dele – e como eu sou um péssimo fotógrafo. A Samsung caprichou neste design, todo em preto (o famoso black piano). A superfície é bastante lisa e brilhosa. Os cantos arredondados dão um ar arrojado e moderno. Parece uma peça de decoração. O tamanho também impressiona. Para quem está acostumado a tela de 14.1″ wide do notebook, 19 polegadas é uma extravagância de imagem.

Uma coisa que me incomodou tanto no televisor LCD quanto no monitor é a falta de instruções sobre a montagem da base. No caso da televisão, tive que ligar para o suporte da empresa só para perguntar como montar. No processo, a impressão que se tem é de que a peça vai quebrar na sua mão. Com o monitor, acertei após algumas tentativas.

A resolução é de 1440×900 (formato widescreen 16:10). Com isso, tive um ganhe pequeno na altura, se comparar com o notebook: apenas 100 pixels. As letras, claro, ficaram bem maiores. É muito confortável ler qualquer texto nessa tela. O brilho da tela é tão forte que atualmente estou mantendo o brightness em zero. Quando ligado em 100%, é possível que dê dor de cabeça no usuário.

Algumas especificações:

  • 2 ms de resposta, contra os 8 ms do televisor LCD.
  • Contraste dinâmico de 3000:1 e estático de 1000:1.
  • Integração total com o Windows Vista.
  • Modos predefinidos de configuração: texto, internet, jogo, esporte, filme, contraste dinâmico.
  • Vem com o cabo HDMI (DVI-D). A Samsung fez a lição de casa, e não está mais agindo como a HP, que vende multifuncional sem o cabo USB essencial para que ela funcional.
  • Também vem com o tradicional cabo VGA.
  • Não sei o peso exato, mas é bastante leve. Dá para carregar debaixo do braço (sim, eu tentei!).

Em resumo, estou muito satisfeito. Recomendo a compra para qualquer um. Parece-me que o 19″ está se tornando o novo tamanho padrão do mercado – se é que já não é -, e por isso partir logo para um aparelho maior vale a pena. Até agora não tenho qualquer reclamação. A experiência de jogar “STALKER – Shadow of Chernobyl” tem sido perfeita.

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análise, monitor, Samsung 8

Vídeo do iPod Touch

05/09/2007 por Thássius Veloso Tecnologia

A Apple fez de novo. Steve Jobs transformou o seu lindíssimo iPod Nano em relíquia hoje, ao lançar o iPod Touch. Trocando em miúdos, o Touch é um iPhone sem… o phone. Fica só com as funcionalidades já consagradas do iPod mais calendário, agenda de contatos, calculadora e relógio.

Segundo o Mac Magazine, ele vem com sistema operacional Mac OS X (uau!), acesso à internet wifi (uau!²), tela wide-touchscreen e outros etceteras. O preço? 299 dólares pela versão de 8 gigas e 399 pela versão de 16 gigas.

Vídeo

Não vá babar no seu teclado assistindo à demonstração do novo iPod Touch.

Importadoras, chegou a hora de vocês ganharem dinheiro!

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Apple, iPhone, iPod, Steve Jobs 6

Liderança e poder de escolha

25/04/2007 por Thássius Veloso Tecnologia

Ser líder de algum segmento deve ser bom demais. Além de ser o alvo de um monte de outras empresas que tentam te superar, você ainda pode dar as cartas do jogo e definir como determinada coisa vai funcionar.

Foi assim com a Microsoft, que vendeu Windows como se fosse água, mesmo havendo sistemas operacionais melhores que os deles. Marketing aliado a preço competitivo os colocou na posição de destaque que ocupam no mundo da informática. Atualmente o Google é o líder do ramo de internet e, portanto, tem certas regalias no que tange às suas próprias decisões.

O que o Google decide é lei, diriam alguns. Discordo, mas esse comparativo serve muito bem para explicar a lógica da liderança e como, a meu ver, essa liderança facilita bastante a vida da companhia que detém o primeiro lugar.

Disco HD-DVD, a nova tendência do mercadoOcorre uma briga dura entre dois formatos de mídia, que pretendem substituir o DVD. São eles o HD-DVD (defendido pela Toshiba) e o Blu-Ray (criação da Sony e da Panasonic). O primeiro armazena até 30Gb de dados, enquanto que o segundo suporta até 50Gb.

A tendência natural seria adotar o Blu-Ray, que agüenta mais dados. Porém, ele custa caro. Na verdade, ambos ainda custam caro. Enquanto não houver um consenso sobre qual padrão será amplamente adotado, o consumidor ficará em cima do muro e não alavancará a indústria cinematográfica de altíssima definição.

O Wal-Mart, maior conglomerado varejista do mundo, tem papel significativo nesse processo de adoção. A rede anunciou recentemente que vai apoiar o HD-DVD e subsidiar a compra dos reprodutores deste formato. Bondade? Nenhuma. Mas para o consumidor passa a idéia de que o Wal-Mart quer que ele tenha o que é de melhor qualidade.

E assim o Wal-Mart decide a briga entre HD-DVD e Blu-Ray. Quando uma rede composta por quase 7 mil lojas ao redor do globo decide adotar um padrão, é óbvio que isso afeta nosso consumo. Temos o poder de escolha, mas os líderes de qualquer ramo podem segmentá-lo para o que acharem melhor. Graças à liderança.

Atualização – 1º/maio/07 »
O Noronha comentou sobre o fato de a Sony dificultar o uso do Blu-Ray pela indústria de conteúdo adulto, informação que foi confirmada pelo Nelson Biagio. Ele passou via e-mail o link da notícia dada pelo Blog.MacMagazine em janeiro: Filme pornô em Blu-Ray? Pode esquecer! Mais um ponto para o HD-DVD.

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negócios 11

Um bilhão de spams

25/03/2007 por Thássius Veloso Internet / Tecnologia

O Akismet é um plugin fantástico para bloquear os spams do seu site ou blog. Mas você já imaginou quantos spams o sistema Akismet já pegou em todos os sites/blogs em que faz esse tipo de serviço?

1 bilhão!

Nesta página você pode conferir a contagem. É visível que à partir de junho/2006 o número de spams aumento exponencialmente. Talvez devido à maior propagação do próprio Akismet na rede WordPress.

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spam 5

Windows Vista a R$ 500

01/12/2006 por Thássius Veloso Opinião / Tecnologia

Ontem, num evento em São Paulo, a Microsoft fez o lançamento oficial de seus dois principais produtos: o Windows Vista e o Office 2007. Informações distam que 90% dos computadores do mundo usam o sistema operacional da empresa.

Steve Ballmer, presidente executivo (e um dos fundadores) da Microsoft, afirmou que ao menos 20% dos Windows são ilegais. Depois do fracassado WGA – Windows Genuine Advantage –, vem por aí um novo sistema de autenticação para os produtos da empresa. De acordo com notícia da Folha Online, Windows e Office respondem por US$ 3,3 bilhões dos quase 11 bilhões de lucro que a “MS” teve somente no terceiro trimestre deste.Também foi divulgado o valor que o novo sistema operacional terá: entre R$ 400 e R$ 500; estará disponível para o usuário final em janeiro de 2007.

A empresa quer forçar a venda dos seus produtos goela abaixo. Esquece que ao usuário simples, desconhecedor da informática mais aprofundada, um software nunca vai ter o valor que eles cobram. O ataque à pirataria é comum e eu não a incentivo, mas como uma pessoa que ganha trezentos reais num mês vai pagar pelo Windows?

Sem contar que para instalar o Vista todo um upgrade será necessário, pois ele pede recursos além do que é comum no mercado. Ou seja, os próximos lançamentos da Microsoft num primeiro momento não visam à inclusão digital e à maior igualdade tecnológica, mas sim à elite que pode bancar tudo isso.

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Microsoft 3

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Thássius Veloso

Thássius VelosoCarioca em SP, jornalista, blogueiro. Escreve sobre jornalismo, cultura e televisão, entre outras coisas mais.

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