Carreira de jornalista

Se você pensa em fazer o curso superior de jornalismo, sugiro que leia uma entrevista com a Miriam Leitão produzida pelo O Globo e pela revista Magazine (pertencente ao Globo). Algumas pessoas poderão argumentar que Miriam trabalha para a Globo, e que por isso não deve ter sua opinião respeitada.

Já eu acredito que ela seja uma profissional notável dentro do jornalismo, e por isso mesmo qualquer um que pense em seguir a carreira de jornalista deve ler a reportagem e ouvir o áudio. Principalmente meus colegas da turma de JO. Alguns deles nem sabem por que freqüentam as aulas.

Miriam Leitão

Vale destacar o verbo “estudar”, que a jornalista utiliza várias vezes durante a entrevista. Deve estar claro para qualquer aspirante a jornalista – como eu – que a máxima dessa profissão é “não saber tudo, mas um pouquinho de cada coisa”. Fica a dica.

E você? O que espera da carreira jornalística?

4 comentários em “Carreira de jornalista

  1. Muito interessante a entrevista, Thássius!

    Apesar de sempre tirar notas altas em português e redação acabei optando pela área de tecnologia, mas durante alguns anos (bastante tempo atrás, aliás) pairava na minha cabeça a idéia de cursar jornalismo. ;)

    De qualquer forma acho que aprender e aprender é algo que deve ser levado em conta em qualquer profissão hoje em dia, afinal, o mundo em que vivemos está muito mais dinâmico.

  2. Leandro: cursar jornalismo, pelo que leio, é sempre uma alternativa meio “neutra”. Como administração de empresas. Na minha concepção, o futuro jornalista precisa ter prazer em apurar; precisa gostar de saber mais. Não é isso o que verifico na minha turma.

    Mas é o que verifico nos seus textos do Leandrow.net. Se você tiver interesse em *aprender* sempre mais, jornalismo é uma opção para você. Assim como informática sempre foi uma opção para mim.

    Abraço!

  3. Infelizmente, não só a dedicação aos estudos é algo deficiente entre boa parte dos universitários brasileiros (incluindo a maioria dos que cursam Jornalismo), como também o interesse em adquirir novos conhecimentos fora da sala de aula.

    A maioria dos estudantes de Jornalismo raramente consegue enxergar um mercado além do feijão-com-arroz da profissão – rádio, jornal, tv e revista – e, quando cogitam a idéia de trabalhar com internet, o máximo que pensam sobre isso é a redação de um grande portal.

    Assessoria de imprensa? Nem pensar (mal sabem que será este o mercado onde a maioria irá trabalhar um dia). Comunicação em novas mídias (blogs, podcasts, redes sociais etc.)? A maioria nem sabe o que é isso.

    Não é à toa que muitos têm uma dificuldade enorme de conseguir um estágio; alguns pela dureza inerente à área, que não dá colher de chá; outros pela total falta de capacitação para exercer a profissão.

    Para piorar, alguns sequer lêem jornal ou pelo menos um livro durante o ano. Como resultado, escrevem mal, falam mal, lêem mal e pensam mal, tendo como resultado uma pobreza de vocabulário que dá nos nervos.

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