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	<title>Memórias Fracas &#187; Alemanha</title>
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	<description>Tecnologia e Jornalismo</description>
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		<title>Resenha: Operação Valquíria</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 23:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<description><![CDATA[O nazismo foi um dos grandes imbróglios no qual a humanidade se envolveu no século passado. Tem gente, no entanto, que acredita que todo e qualquer alemão daquela época apoiava a suposta superioridade da raça ariana e o anti-semitismo, dentre outros dogmas que o “nacional socialismo” pregava. Não é verdade. Embora a máquina de propaganda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nazismo foi um dos grandes imbróglios no qual a humanidade se envolveu no século passado. Tem gente, no entanto, que acredita que todo e qualquer alemão daquela época apoiava a suposta superioridade da raça ariana e o anti-semitismo, dentre outros dogmas que o “nacional socialismo” pregava.</p>
<p>Não é verdade. Embora a máquina de propaganda de Hitler, encabeçada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Goebbels">Goebbels</a>, fosse poderosa e tivesse convencido grande parte do povo alemão de que aquela doutrina era correta, o que não faltam são histórias de alemães que ajudaram judeus, dentre outras minorias, a sobreviverem frente à possibilidade de serem executados ou enviados ao campo de concentração.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-708 aligncenter" title="Pôster de &quot;Operação Valquíria&quot;" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/02/poster-operacao-valiquiria.jpg" alt="Pôster de &quot;Operação Valquíria&quot;" width="200" height="313" /></p>
<p>Uma das pessoas que mudou de “lado” durante a guerra foi o coronel nazista <strong>Claus Von Stauffenberg</strong>, interpretado pelo astro <a href="/loja/tom-cruise/">Tom Cruise</a> em <strong>“Operação Valquíria”</strong>. Depois de ter uma mão e um olho amputados e perder dois dedos da outra mão, ele volta para a central burocrática das forças armadas pronto para dar um golpe.</p>
<p>Sua intenção é simples porém absolutamente complexa: matar<strong> Adolf Hitler</strong> e acionar a Operação Valquíria (do título do filme), que consistia no exército reserva depor os líderes da SS. Junto a outros homens que juravam defender a Alemanha acima de tudo, Stauffenberg arquitetou um plano para o assassinato. Segundo esse grupo de pessoas, não poderia haver uma nova Alemanha se o führer estivesse no comando.</p>
<p>O filme “Operação Valquíria”, que começa mostrando o coronel no campo de batalha, passa a narrar os planos para a morte de Hitler, com enorme cuidado para as locações, a caracterização e os equipamentos da época. Até a tonalidade do filme impressiona, porque durante todo o tempo passeia pelo cinza, mas sempre que o vermelho da bandeira do Terceiro Reich aparece, está tão vívido que causa arrepios.</p>
<p>Seu final é óbvio, já que é baseado em fatos reais. Adolf Hitler sobrevive ao atentado e manda prender os envolvidos no golpe. No entanto, sua ordem (tida como suprema) é sobreposta pela de um general, que manda matar a todos. Depois de alguns meses, esse mesmo general é executado.</p>
<p>A história é muito bem contada, mas falta ação à narrativa. Stauffenberg poderia ser mais explosivo, demonstrando mais raiva pelo sistema nazista e por seu líder. Cenas de suspense também são poucas, mas convencem.</p>
<p>Uma coisa que não agrada em “Operação Valquíria”, no entanto, é o Adolf Hitler que eles retratam. Embora seja esteticamente parecido, com o já tradicional bigode e a estatura diminuta, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0051394/">David Bamber</a> não se sai muito bem. Desde que assisti a “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0363163/">Der Untergang</a>” (<a href="/loja/a-queda-as-ultimas-horas-de-hitler/">A Queda! As últimas horas de Hitler</a>), não consigo aceitar outra pessoa interpretando Hitler que não seja <strong>Bruno Ganz</strong>. Também não me agrada a ideia de um filme que retrate a Alemanha de Hitler sem ser em alemão.</p>
<div>
<div id="attachment_709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-709" title="Bruno Ganz como Hitler em &quot;A Queda&quot;" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/02/hitler-bruno-ganz-300x169.jpg" alt="Bruno Ganz como Hitler em &quot;A Queda&quot;: imbatível" width="300" height="169" /><p class="wp-caption-text">Bruno Ganz como Hitler em &quot;A Queda&quot;: imbatível</p></div>
</div>
<p>É um bom filme, que vale a pena ser assistido. Mais pelo cunho histórico, fidedigno ao que realmente aconteceu, que pelo caráter de ser filme de ação, já que ele passa longe de ser uma produção que empolga.</p>
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		<title>Pague o quanto puder</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 17:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog Bônus (mantido pela equipe do G1) publicou um texto que fala sobre lojas alemãs que não cobram absolutamente nada por seus produtos. Ele lembrou-me de uma história ocorrida quando eu estive naquele país. Estávamos eu e minha avó em Frankfurt, em pleno domingo, com fome e sem comida em casa. Decidimos dar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog <a href="http://bonus.globolog.com.br/">Bônus</a> (mantido pela equipe do <a href="http://www.g1.com.br">G1</a>) publicou um <a href="http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=288781">texto que fala sobre lojas alemãs que não cobram absolutamente nada por seus produtos</a>. Ele lembrou-me de uma história ocorrida quando eu estive naquele país.</p>
<p>Estávamos eu e minha avó em Frankfurt, em pleno domingo, com fome e sem comida em casa. Decidimos dar uma caminhada pelas redondezas a fim de encontrar algo comestível. O detalhe é que na Alemanha pouquíssimos estabelecimentos comerciais são abertos aos domingos (deve ser para o pobre coitado passar fome!).</p>
<p>Chegamos a uma espécie de bar, com música lounge ao fundo, mesas para conversa, sofás etc. O nome tinha algo a ver com Cuba, mas não me recordo qual era. Nos dirigimos ao balcão e percebemos uma grande variedade de tortas e bolos, uma grande estante com diversos tipos de bebida ao fundo e uma atendente bastante sorridente.</p>
<p>Peguei o dicionário e fui tentar descobrir qual era o sabor de cada torta, pois já havíamos acordado que iríamos comer aquilo. Escolhemos uma torta de maçã bem bonita, e fui perguntar à moça quanto custava. Em inglês, logicamente. A resposta, lembro-me até hoje: &#8220;You pay what you can&#8221; <em>(Você paga o quanto puder)</em>. De início levamos um susto, e eu retruquei a ela se não haveria um preço mínimo.</p>
<p>A resposta foi negativa. Ficamos, então, na dúvida sobre o quanto pagar. Esperamos um tempinho para ver se alguém aparecia e nós tivéssemos uma base com relação ao preço, mas ninguém apareceu. Todos já estavam felizes comendo seus quitutes.</p>
<p>O valor decidido foi de 2 euros por fatia (algo em torno de R$ 5,50). Pagamos a moça, pedimos um café pelo qual pagamos módicos 50 centavos e fomos nos sentar para degustar as delícias. Até hoje tenho a dúvida se a atendente nos achou generosos demais ou pães-duros demais.</p>
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		<title>Como arrumar a mala para a viagem</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 09:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
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		<category><![CDATA[Frankfurt]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Varig]]></category>

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		<description><![CDATA[O Augusto Campos, editor do Efetividade.net — um dos melhores blogs sobre eficiência, tanto pessoal quanto profissional — fez uma aposta com os amigos. Caso ele conseguisse escrever um guia sobre como arrumar malas, dividido em três partes e com cada parte composta de dez itens, levaria umas caixas de Budweiser importada. Ele cumpriu o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Augusto Campos, editor do <a href="http://www.efetividade.net/">Efetividade.net</a> — um dos melhores blogs  sobre eficiência, tanto pessoal quanto profissional — fez uma aposta com os  amigos. Caso ele conseguisse escrever um guia sobre como arrumar malas, dividido  em três partes e com cada parte composta de dez itens, levaria umas caixas de  Budweiser importada.</p>
<p>Ele cumpriu o desafio com maestria, e os <a href="http://www.efetividade.net/2007/01/22/como-arrumar-a-mala-com-efetividade-parte-1-de-3/">três  episódios já estão no ar</a>. O que me chamou a atenção foi este tópico, da  última lista, <a href="http://www.efetividade.net/2007/01/25/como-arrumar-malas-parte-3-dicas-complementares-para-o-viajante-efetivo/">&#8220;Dicas complementares para o viajante efetivo&#8221;</a>:</p>
<blockquote><p>6. Faça uma lista ou <strong>tire uma foto</strong> do conteúdo da mala, para facilitar a  conferência na hora de arrumá-la para a volta, para ajudar a compor o álbum da  viagem (se for turismo) e para ajudar a compor a reclamação em caso de extravio.  E atenção para a gestão do conhecimento: guarde a lista ou a foto para ajudar na  hora de arrumar a mala da sua próxima viagem!</p></blockquote>
<p>A passagem me lembra uma história.<span id="more-106"></span></p>
<h2>A Viagem</h2>
<p>Em dezembro de 2005 tive a incrível oportunidade de viajar para a  <strong>Alemanha</strong>. Os preparativos para a viagem começaram meses antes,  devido à necessidade de emissão do passaporte e também de a documentação de  autorização estar pronta, uma vez que na época eu era menor de idade e dependia  dos meus pais para poder sair do país.</p>
<p>A arrumação de minhas malas ficou para o último dia, mesmo sabendo que o  ideal é arrumar dias antes, para, caso esquecesse alguma coisa, tivesse tempo  hábil de me lembrar e colocar na bagagem. O avião (da <strong>Varig</strong>)  decolaria às onze da noite, com previsão de chegada às 16 horas do dia seguinte,  no horário local da Alemanha. Haveria também uma conexão em  Portugal.</p>
<p>Decolei com uma hora de atraso, o que é considerado normal para vôos  internacionais, e cheguei durante a tarde do dia seguinte em Portugal. Por culpa  da Varig, que não soube gerenciar o fluxo de passageiros e acabou mandando todos  para uma mesma fila, <strong>perdi a conexão</strong> para Frankfurt. Como a  empresa faz parte da Star Alliance, acabou que a TAP me  reposicionou num vôo deles, uma hora depois, <strong>sem qualquer custo</strong>.  As malas, no entanto, já estavam a caminho da Alemanha, no avião da mesma Varig.  Eu iria em um avião e as <strong>malas em outro</strong>.</p>
<p>O trajeto Lisboa &#8211; Frankfurt foi muitíssimo tranqüilo, e chegou dentro do  horário previsto. No aeroporto internacional comecei a busca pelas malas. Eu  tinha posto uma fita &#8211; nas cores <strong>vermelho, verde e amarelo</strong> &#8211; em  volta delas. Isso chamava bastante a atenção. Contudo, por pura falta de sorte,  depois de uma hora de espera naquelas esteiras, as malas não apareciam. Fui  então procurar pelo stand da Varig.</p>
<p>Acontece que a companhia aérea não mantém qualquer representação no  aeroporto. Na Alemanha era a Lufthansa quem respondia pela Varig quando havia  algum problema do gênero. Fui então a um escritório da Lufthansa comunicar o  desaparecimento das malas. Esperava encontrar alguém que falasse português (do  Brasil ou de Portugal mesmo), mas me enganei. Em inglês, comecei a contar a  história do sumiço das malas a uma atendente, muito simpática e solícita. Foram  mais de <strong>trinta minutos</strong> descrevendo cada uma das malas: cadeado  ou combinação numérica, marca da mala, cor, tipo de bolsa externa etc. As  perguntas mais esquisitas me foram feitas, a fim de que a bagagem fosse  encontrada com sucesso.</p>
<p>Procuraram num depósito por elas, mas nada fora encontrado. Aconselharam  então que eu seguisse para o meu destino, a casa de uma tia, que assim que as  malas fossem encontradas seriam enviadas para o endereço declarado, até o  momento <strong>impronunciável</strong> por mim. Sem nada que pudesse fazer,  segui o itinerário, torcendo para que meus pertences voltassem para mim.</p>
<p>Cheguei em casa e peguei umas roupas emprestadas para dormir. No dia  seguinte, por volta das <strong>dez horas da manhã</strong>, um senhor bastante  educado tocava a campainha procurando pelo <em>Herr</em> Veloso (eu!). As malas estavam sãs e  salvas, entregues na comodidade do meu lar provisório. Mais uma vez (ainda bem!)  <strong>não houve qualquer pagamento</strong> pelo serviço. Abri a bagagem para checar  se estava tudo em ordem. Com o alívio de ter tudo de volta, só pude comemorar.</p>
<h2>A lição</h2>
<p style="text-align: center"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/01/malacomfita.jpg" alt="Mala envolta em fita vermelha, amarela e verde" /></p>
<p>O texto publicado no Efetividade.net só corrobora que, sempre que possível, o  passageiro <strong>deve fotografar</strong> as malas antes de despachá-las. Todo  o imbróglio na <strong>Lufthansa</strong> seria mais ameno se eu estivesse com as fotografias das  malas na câmera digital. Como não estava, passei por todo o perrengue narrado.  Também recomendo manter alguma coisa que diferencie sua bagagem demais. No meu  caso, acho que a fita (que pode ser vista na foto) foi fundamental para que  encontrassem minhas malas.</p>
<p>Na volta, receoso de que o problema ocorresse de novo — e dessa vez com a  Varig, o que imagino que seria pior —, fotografei diversas vezes as malas, ainda  em casa. Felizmente não foi necessário, mas a precaução é muito importante.  Melhor do que andar <strong>nu</strong> e ainda correr o risco de ser preso.</p>
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		<title>Na Alemanha, viva o Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jun 2006 15:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>

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		<description><![CDATA[É impressionante como o povo alemão ama futebol. E falo isso por experiência própria, pois no início do ano estive no país e naquela época já havia uma exaltação por conta da Copa do Mundo. Posso até imaginar como o país está agora, a poucos dias do início do campeonato. Durante minha estada lá já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É impressionante como o povo alemão ama futebol. E falo isso por experiência própria, pois no início do ano estive no país e naquela época já havia uma exaltação por conta da Copa do Mundo. Posso até imaginar como o país está agora, a poucos dias do início do campeonato.</p>
<p>Durante minha estada lá já eram comuns as vitrines enfeitadas com motivos futebolísticos, os símbolos da Fifa pipocando por todos os lados e o Goleo, mascote da vez, aparecendo a cada intervalo na TV. Curiosamente a atenção não era exclusivamente do time germânico. Junto com as bandeiras preto, vermelho e amarelo também figuravam as verde, amarelo e azul. E isso ocorria desde simples cafés até sofisticados mercados.</p>
<p>Depois da final de 2002, na qual o imbatível Kahn mostrou-se suscetível a enganos, a Alemanha vive um caso de amor e ódio com o Brasil. Nossos jogadores são heróis por lá: Lúcio e Zé Roberto jogam no Bayern de Munique, time que levou a taça do Campeonato Alemão (Bundesliga). Sem contar o Juan, do Bayer Leverkusen, e o Gilberto, do Hertha Berlim, que também estão por lá e dão uma demonstração da ginga, da criatividade e da alegria que só o brasileiro tem e que o alemão tanto admira.</p>
<p>Por outro lado, preferem passar longe da canarinho. Não querem ver repetida a cena de 2002, que continua engasgada. Por isso o país do chucrute vem com força total nesta Copa. Fez a lição de casa e espera não repetir os erros do passado.</p>
<p>Já a Seleção Brasileira está no seu auge. Só não pode deixar que o orgulho turve a dificuldade que os adversários imporão. Humildade é tudo para que a campanha rumo ao hexa seja bem sucedida. Se for, e espero que seja, o Brasil vai consagrar-se campeão na casa do &ldquo;inimigo&rdquo;. Serão 6 estrelas no peito e muita cerveja (bier) pra comemorar!</p>
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