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> <channel><title>Memórias Fracas &#187; análise</title> <atom:link href="http://memoriasfracas.com/tag/analise/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://memoriasfracas.com</link> <description>Pitacos sobre jornalismo, cultura e televisão.</description> <lastBuildDate>Wed, 14 Mar 2012 14:10:32 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Spore: o melhor jogo de todos os tempos?</title><link>http://memoriasfracas.com/spore-o-melhor-jogo-de-todos-os-tempos/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/spore-o-melhor-jogo-de-todos-os-tempos/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Sep 2008 10:15:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Jogos]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[game]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=500</guid> <description><![CDATA[Quem acompanha meu perfil no Twitter sabe que já faz algum tempo que eu espero com ansiedade pelo lançamento de Spore, cuja propaganda fazia dele um dos melhores jogos de todos os tempos. Pois bem, o dia de jogar Spore &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/spore-o-melhor-jogo-de-todos-os-tempos/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha meu perfil no Twitter sabe que já faz algum tempo que eu espero com ansiedade pelo lançamento de <strong>Spore</strong>, cuja propaganda fazia dele um dos melhores jogos de todos os tempos. Pois bem, o dia de jogar <a
href="/loja/spore/">Spore</a> e ver se é tudo isso o que dizem chegou.</p><p>Mas não sem muito trabalho. O lançamento oficial foi na sexta-feira, 5 de setembro. Porém, devido a uma péssima distribuição aqui no Rio, eu desisti de comprá-lo depois de rodar por dez lojas. Fiz um pedido no Submarino, mas no sábado acabei encontrando ele numa <em>megastore</em> da vida, quando ia para a pré-Descolagem. O pedido online foi cancelado, claro. Após o Descolagem, fui para casa feliz e contente jogar o tão falado Spore.</p><p>Diferentemente do que o <a
href="http://www.guravehaato.info/geek-life/jogos/spore-fotos-e-videos-do-jogo/">Grave Heart</a> enfrentou, comigo a instalação foi bem rápida e tranqüila. Só acho que deviam destacar mais onde o código para liberar o jogo está (na parte de trás do manual, colado com etiqueta). Então começou a brincadeira. Ou seria decepção?</p><p><a
href="/loja/spore/"><img
class="center" title="Caixa do jogo Spore" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/09/spore-caixa.jpg" alt="" width="200" height="287" align="center" /></a><span
id="more-500"></span></p><h3>Sopa primordial</h3><p>A primeira etapa é a celular. Nada muito mais avançado que o joguinho <a
href="http://www.us.playstation.com/flOw/">Flow</a>, que já circulou pela web umas vinte vezes. A diferença é que dá para chamar parceiros e modificar as características do personagem. Nada de extraordinário nisso.</p><h3>Tribo</h3><p>O modo tribal já começa a ter alguma graça. Os indivíduos saem da sopa oceânica e passam a habitar o continente, cada um com seu ninho. Nessa hora já dá para criar alianças com outras tribos, ou então iniciar ataques a outros povos. Mais uma vez, nada de excepcional. Faltam opções de como dispor os poucos cidadãos ou como movimentá-los de forma mais organizada.</p><p>Ainda não entendi por que toda vez que o casal põe um ovo, vai para a tela de edição do animal. Isso é muito chato! Tem horas que você só quer aumentar o tamanho da sua tribo, mas não dá. Tem que passar pelo criador de criaturas. Já é um ponto negativo.</p><h3>Civilização</h3><p>Acho que minha decepção com Spore começa a se intensificar a partir do modo de civilização. Uma vez que a tribo se estabelece e o cérebro dos indivíduos se desenvolve, nasce a civilização. Nessa hora já dá para criar cidades, sendo que dentro das cidades é possível posicionar construções de entretenimento, indústrias e casas. Nada mais que isso. Tudo pode ser modelado do zero, ou então o usuário pode utilizar um dos desenhos predefinidos pela Maxis ou baixar dezenas disponíveis online.</p><p>Até eu descobrir como pegar os modelos predefinidos, já estava cansado de construir. O que eu queria era explorar o continente, mas essa exploração é muito pobre. Você pode criar veículos que instalam espécies de plataformas para extrair combustível ou criar rotas comerciais com outras cidades. Só. Algumas cidades têm vocação militar, e por isso elas liberam uso de veículos militares para atacar outras civilizações. Ainda não consegui estabelecer alguma cidade com vocação religiosa, felizmente.</p><p>Senti falta de algo mais complexo. Queria poder criar colônias distantes, instalar plantações ou fábricas com finalidades específicas, poder escolher entre diversos tipos de habitações etc. Nada disso é possível. A atividade econômica também é praticamente nula: você explora o combustível, cria rotas mínimas de comércio com outras cidades e compra essas cidades depois de um tempo. Dessa forma, amplia seu império. Ou através de ofensivas militares por terra, céu e mar.</p><h3>Exploração galáctica</h3><p>Quando a civilização domina o planeta (são bem pequenos, não se iluda), passa a explorar o espaço. São diversas galáxias com vários planetas. Uns são habitados, outros não. O sistema de alianças mais uma vez é possível; inimizades tendem a nascer com mais freqüência. Você vira o capitão de uma nave espacial que visita planetas comprando alguns itens, vendendo outros.</p><p>Sua nave pode ser contratada por outros planetas para missões como “elimine 5 animais da espécie Pinly no planeta Astera, galáxia Prava, que estão infectados” ou “encontre 3 Livros da Fé, que estão nos planetas Protos (galáxia Amena), Grove (galáxia Starius) e Memos (galáxia Treasur)”. E lá vai você catar esses planetas&#8230; O que mais me incomoda nessas missões é que ainda não descobri uma forma de achar os planetas citados para a tarefa sem ser na base da tentativa-e-erro.</p><p>Isso é tudo que dá para fazer no espaço. Nada de criar estações espaciais internacionais ou formar acordos bilaterais de invasão a um terceiro império. A colonização de outros planetas também é feita nessa etapa do jogo, mas custa muito caro. Tem que reunir enormes recursos provenientes das compras e vendas de produtos que sua nave faz para então adquirir o que é preciso para colonizar um planeta. A escolha desse planeta também é muito importante, já que eles podem ser muito frios ou incrivelmente quentes.</p><h3>Impressões finais</h3><p>Em resumo, <a
href="/loja/spore/">Spore</a> é um jogo simples e simplista demais. Esperava algo mais complexo e com mais possibilidades. Imaginava que fosse um jogo de estratégia ao estilo de <em>Age of Mythology</em>, <em>Rise of Nations</em> ou até mesmo <em>Warcraft</em>. Ele passa longe disso tudo. Ouso dizer que não é complexo, mas é complicado. São muitas limitações na jogabilidade. O pior é que a enorme propaganda em torno de Spore sugeria possibilidades ilimitadas.</p><p>Por ser de Will Wright, a comparação é inevitável: queria que Spore se assemelhasse mais a <em><a
href="/loja/sim-city/">Sim City</a></em> (Societies, por favor), e menos a <em><a
href="/loja/the-sims/">The Sims</a></em>, embora eu goste de <em>The Sims</em> e já tenha perdido muitas horas jogando. Spore não me empolgou. Acho que foi dinheiro jogado fora. A EA Games e a Maxis erraram feio. No entanto, ainda têm uma oportunidade de fazer de Spore um jogo inesquecível: no lançamento de Spore online e multiplayer. Vamos ver.</p><p><strong>Mais »</strong> Recomendo a leitura do <a
href="http://pcworld.uol.com.br/games/2008/09/05/spore-o-jogo-da-vida-e-da-morte/">review de Spore feito pela PCWorld</a>. Concordo com muito do que foi dito lá, e só não usei alguns dos parágrafos de Andrew Dagley nesse post porque ficaria ainda mais longo do que já está.</p><p>Você já jogou Spore? Não esqueça de deixar sua opinião sobre o jogo, ou eu vou mandar o amigo da imagem abaixo atacar seu povo e dizimá-lo!</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-465" title="Um das criaturas encontradas no jogo Spore" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/09/spore-monstro.jpg" alt="" width="420" height="300" /></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/spore-o-melhor-jogo-de-todos-os-tempos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>43</slash:comments> </item> <item><title>Experiência de quase morte</title><link>http://memoriasfracas.com/experiencia-de-quase-morte/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/experiencia-de-quase-morte/#comments</comments> <pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:15:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[Ibrahim Cesar]]></category> <category><![CDATA[literatura]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=430</guid> <description><![CDATA[Para você, cada minuto a mais é na verdade um minuto a menos? Acho que todos passamos por determinadas fazes em que valorizamos menos a nossa própria experiência de vida. Assim como a grama do vizinho é mais verde, tendemos &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/experiencia-de-quase-morte/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Para você, cada minuto a mais é na verdade um minuto a menos? Acho que todos passamos por determinadas fazes em que valorizamos menos a nossa própria experiência de vida. Assim como a grama do vizinho é mais verde, tendemos a achar que a vida de outras pessoas é mais cômoda ou pelo menos mais interessante.</p><p>A morte acaba sendo uma sedutora solução para problemas como o acima relatado. É muito fácil, é muito cômodo. Eu particularmente nunca encarei a morte como uma fuga, já que endosso o coro de pessoas que dizem que só quem é incompetente o suficiente para viver acaba se matando. Mas confesso que “a passagem” é algo que me interessa.</p><p>Sou ateu. Mas um ateu com a pulga atrás da orelha. Nunca consegui crer que existe algo maior que todos nós, um ser que consiga gerir (e gerar) as pessoas, a vida e o universo ao sabor de suas vontades. No entanto, me pergunto como não seria a derradeira sensação ao partir dessa terra e encontrar um possível – e improvável – ser superior.</p><p>É essa dúvida que o livro “<a
href="http://ibrahimcesar.com/eqm/">EQM</a>” explora. Fui um dos financiadores do livro, e por isso já estou com ele aqui em casa faz algum tempo. Sabe como é: o autor tem que agradar seus mecenas. <a
href="http://ibrahimcesar.com/">Ibrahim Cesar</a> me mandou sua obra, mas só agora consegui pensar numa forma de abordar o assunto das EQMs.</p><p>Logo de cara, já me identifiquei com o protagonista da história. Jonas é um nerd assim como tantos de nós, que leva uma vida relativamente solitária – ele tem um gato – e acredita que “um minuto a mais na verdade é um minuto a menos”. Até que um dia Jonas decide pagar para ter uma revolucionária EQM, ou experiência de quase morte.</p><p>Em poucas palavras, a EQM é a indução da morte da pessoa, mas num nível em que seja possível ressuscitá-la. Teoricamente, o louco que se submete a esse procedimento fica sabendo das sensações que se tem ao viver os últimos suspiros. Porém, assim que vai a óbito é reanimado e fica tudo bem.</p><p>Dessa forma, Jonas acha que vai conseguir criar uma mudança na vida dele. A mudança até vem, mas não por causa da EQM. Para mim, a experiência de quase morte seria apenas uma forma de tentar saber se realmente o “além” existe. Assim como o fictício <a
href="http://memoriasfracas.com/2008/01/16/house/">doutor House</a> faz ao enfiar um canivete em uma tomada e levar um choque brutal.</p><p>Com ou sem experiência de morte, no entanto, certamente existem maneiras de mudar a própria vida. No caso de Jonas, a EQM serviu mais como um placebo que desencadeia o estado psicológico necessário para uma mudança. Um catalisador, cujo efeito é mental e não químico. Porém, que funciona. No fim do livro ele já desistiu de acreditar que “um minuto a mais é na verdade um minuto a menos”. Ele passa a valorizar a própria existência.</p><p>Às vezes nos falta isso: valorizar mais nossas experiências de vida. Se a grama do vizinho é mais verde que a nossa, vale lembrar que somos nós que temos as ferramentas para que a nossa grama cresça, se desenvolva a e passe a figurar no <em>hall</em> dos belos jardins com gramados magníficos.</p><p><img
title="A grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa." src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/08/grama.jpg" alt="" width="490" height="150" /></p><p><em>Foto (cc) encontrada no <a
href="http://flickr.com/photos/liao/">flickr de Bill Liao</a>. Você pode <a
href="http://ibrahimcesar.com/eqm/">baixar gratuitamente e ler &#8220;EQM&#8221; (Experiência de quase morte)</a> acessando a página do <a
href="http://ibrahimcesar.com/">Ibrahim Cesar</a>.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/experiencia-de-quase-morte/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Análise do MacBook White (Modelo Early 2008)</title><link>http://memoriasfracas.com/macbook-white-early-2008/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/macbook-white-early-2008/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Jun 2008 10:15:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Convidado</dc:creator> <category><![CDATA[Tecnologia]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[Apple]]></category> <category><![CDATA[Mac]]></category> <category><![CDATA[Mac OS]]></category> <category><![CDATA[Macbook white]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=383</guid> <description><![CDATA[Post especial » Vitor Hugo*, a.k.a. Lekrapo, faz sua análise do novíssimo Macbook Demorou, mas finalmente fiz a troca (switch) de plataforma, migrei do Windows (PC) para Mac OSX (Mac). A espera foi longa, esperei quase dois anos para que &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/macbook-white-early-2008/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Post especial »</strong> <a
href="http://pratofundo.com/">Vitor Hugo</a>*, a.k.a. Lekrapo, faz sua análise do novíssimo Macbook</p><p>Demorou, mas finalmente fiz <em>a troca</em> (switch) de plataforma, migrei do Windows (PC) para Mac OSX (Mac). A espera foi longa, esperei quase dois anos para que pudesse adquirir o novo brinquedo branco. Ainda bem que esperei, o momento não poderia ser mais ideal tanto no quesito preço quanto na configuração. A máquina possui:</p><ul><li>2.4 GHz Intel Core 2 Duo (codinome Penryn);</li><li>160GB de armazenamento;</li><li>2GB de RAM;</li><li>placa gráfica Intel de 144 MB (DDR2 SDRAM) compartilhada;</li><li>13.3″ Widescreen (1280×800);</li><li>SuperDrive (gravador de DVD e CD);</li><li>roda como sistema operacional Mac OS X (10.5.3, vulgo Leopard).</li></ul><p
style="text-align: center;"><img
style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="alignnone size-full wp-image-384 aligncenter" title="MacBook White (Modelo Early 2008)" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/06/macbook.jpg" alt="MacBook White (Modelo Early 2008) / Foto de Vitor Hugo (pratofundo.com)" width="500" height="300" /></p><p>A demora para fazer o texto foi pura procrastinação (desculpa ae, Thas), pois o sistema é simplesmente… simples! Como todo usuário de pc-windows, acreditava que seria complicado e difícil a adaptação a uma plataforma tão diferente, mas foi exatamente ao contrário: é muito fácil. Para resumir, usaria uma “frase” da própria Apple: <em>just works</em> (funciona).  Para quem já teve a chance de mexer em qualquer produto da Apple tem uma idéia do que isso quer dizer, é intuitivo.</p><p>Lidando com o Leopard nos primeiros dias, fiquei com aquela sensação: <em>como não pensaram nisso antes?</em> Faz isso e aquilo… e pronto! Posso dizer que estou tão bem adaptado que, às vezes, quando uso um PC tento usar algum atalho e/ou outra função do Leopard. E olha que uso computadores há anos, cheguei a ter aqueles com tela verde de fósforo e que os dados eram salvos em fitas K7(!!!).  Não se deixe enganar pela simplicidade, isso não quer dizer que não seja robusto.</p><p>Até o presente momento nunca o vi usar toda a memória disponível, o processamento tudo bem. Mesmo com programas pesados: iTunes, Firefox, Photoshop, Azureus que consomem memória que é uma beleza. Uma colher de chá para o iTunes, pois ele está no seu ambiente nativo, digamos.  Para o meu tipo de uso não senti falta de nenhum programa. Para todos que realmente usava no PC, existe uma versão igual ou equivalente para o sistema da Apple.</p><p>Não estou dizendo “oh, troque que vai ter programa igual”; a migração deve ser pautada no que você precisa. Por exemplo, não existe versão para Mac do AutoCad.  Isso me leva a um outro ponto, a razão pela qual migrei. A mais óbvia era a minha real necessidade de um novo computador. Se fosse possível, queria um Mac. E também não desejava, com todas as minhas forças, ter que usar o Windows Vista. Essa minha aversão ao Vista não é relacionada a essa “briguinha” de plataformas, mas sim caso o PC viesse com qualquer uma das versões do Vista, hardware teria que ser parrudo para agüentar e que em pouco tempo estaria bem defasado.  Não tem muito o que dizer, foi ligar e usar. Fazer as configurações iniciais e pronto.</p><p>O vídeo de <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=zkZCtPSAGOw">boas-vindas</a> é um detalhe a parte. Acredito o que causa encantamento nos usuários de Mac é a soma de vários fatores. Design e simplicidade são os de maior peso. Ok, pode parecer futilidade, mas tanto por fora quanto por dentro o detalhe visual foi pensado, é lindo. Juntando tudo isso num único produto seria difícil não sair algo bom.</p><p>Configurar a rede wi-fi foi a coisa mais fácil do mundo, praticamente fez tudo sozinho, o mesmo para o bluetooth (com celular e mouse). Testei câmera e impressora como periféricos USB, foi plugar e boom! Sistema reconheceu, nada de drivers e coisas do gênero.  Lógico que nem tudo são flores, alguns detalhes irritam.</p><p>O fato do teclado não ser ABNT, as teclas não são tão “sensíveis” assim, o fato Enter não abrir pastas e arquivos, quando existe mais de uma caixa de diálogo aberta para acessá-las tem que usar Command+Tab (equivale ao Alt+Tab) ou Exposé, as combinações loucas de atalhos no teclado que usam ícones para dizer qual tecla é, mas as teclas não possuem mais os ícones, e detesto o Track-Pad (bom, de qualquer notebook) e a proteção da área de DVD, que nem via software consegue dar jeito de maneira segura.</p><p>Era para ser um portátil, mas é um tanto quanto pesado: 2,27kg, maior do que esperava. Não que isso seja ruim, mas tinha em mente que 13.3” fosse pequeno. Está certo que a minha base comparativa era um Sony Vaio de 12″.  Alguns podem dizer que a placa de vídeo é compartilhada… Olha, como não vou usar o vídeo tanto assim e nem rodar games, então isso não me preocupa.</p><p>Diferentemente dos computadores com Windows, os Macs para usuários domésticos/intermediários não são feitos para serem mexidos (troca de peças), mas sim usados. Além do mais, o Mac OS X é infinitamente mais simples (estou repetitivo hoje, não?) do que do Windows, mas de uma maneira boa. Não se faz necessária uma configuração monstruosa. Mas lógico, se for trabalhar com renderização de vídeos a conversa é outra, tanto em Mac quanto em PC. Nesse pouco tempo de uso, ouso a dizer que valeu muito a pena.</p><p>A próxima meta é trocar o desktop para um iMac…</p><p><em>*Vitor Hugo é editor do blogs <a
href="http://pratofundo.com/">Prato Fundo</a> (<a
href="http://pratofundo.com/">Receitas, Histórias &amp; Conversas sobre comida</a>) e <a
href="http://aleatorio.semjuizo.com/">Aleatório</a>.</em></p><p></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/macbook-white-early-2008/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Análise do monitor Samsung 932BW 19&quot;</title><link>http://memoriasfracas.com/monitor-samsung-932bw/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/monitor-samsung-932bw/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 May 2008 20:32:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Tecnologia]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[monitor]]></category> <category><![CDATA[Samsung]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=381</guid> <description><![CDATA[Já faz quase duas semanas que estou brincando com meu computador novo. Devido a isso, acho que já dá para fazer uma análise geral do monitor que eu acabei escolhendo para fazer parte desse desktop. O que eu queria mesmo &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/monitor-samsung-932bw/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Já faz quase duas semanas que estou brincando com meu computador novo. Devido a isso, acho que já dá para fazer uma análise geral do monitor que eu acabei escolhendo para fazer parte desse desktop.</p><p>O que eu queria mesmo era um outro monitor, que permitisse girar a tela em 90 graus. Como não encontrava ele em lojas de confiança, nem pela forma de pagamento que desejava, acabei ficando o Samsung 932WB. Não me arrependo da escolha que fiz.</p><p>Quando é para escolher produtos de informática de valor mais elevado, costumo dar preferência a marcas conhecidas, ainda que o preço seja mais elevado. Como recentemente já tinha feito uma pesquisa de preço para um parente, tinha na cabeça que o monitor deveria ser da LG ou da Samsung.</p><h3>Widescreen ou formato convencional?</h3><p>Depois de definir a marca, a outra dúvida que veio era com relação ao formato da tela. Standard ou widescreen? Como o widescreen está se tornando o padrão do mercado, não só em monitores mas também em televisores, optei pela segunda alternativa.</p><h3>Tamanho</h3><p>Ao fazer pesquisa de preço, ficou óbvio que a diferença dos modelos de 17 polegadas para os de 19&#8243; era muito pequena. Assim, um de 19&#8243; seria a escolha ideal. Certamente um monitor de 22 polegadas seria uma felicidade, mas o preço ainda não compensa:</p><ul><li>De 17&#8243; para 19&#8243; há o acréscimo médio de R$ 100.</li><li>De 19&#8243; para 22&#8243; o aumento de preço é de quase R$250.</li></ul><p>O Submarino entregou o aparelho um dia após a compra ter sido concretizada. Na verdade, entregou em teoria, pois na prática eles entregaram um televisor LCD também de 19 polegadas que é muito parecido com esse monitor. Dois dias depois apareceram aqui para trocar.</p><h3>Samsung 932BW</h3><p><a
href="http://memoriasfracas.com/"><img
class="alignnone size-full wp-image-382" title="Monitor Samsung 932BW" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/05/monitor-samsung-932bw.jpg" alt="LCD de 19 polegadas, widescreen" width="500" height="360" /></a></p><p>Logo de cara, o que se nota é a beleza dele &#8211; e como eu sou um péssimo fotógrafo. A Samsung caprichou neste design, todo em preto (o famoso black piano). A superfície é bastante lisa e brilhosa. Os cantos arredondados dão um ar arrojado e moderno. Parece uma peça de decoração. O tamanho também impressiona. Para quem está acostumado a tela de 14.1&#8243; wide do notebook, 19 polegadas é uma extravagância de imagem.</p><p>Uma coisa que me incomodou tanto no televisor LCD quanto no monitor é a falta de instruções sobre a montagem da base. No caso da televisão, tive que ligar para o suporte da empresa só para perguntar como montar. No processo, a impressão que se tem é de que a peça vai quebrar na sua mão. Com o monitor, acertei após algumas tentativas.</p><p>A resolução é de 1440&#215;900 (formato widescreen 16:10). Com isso, tive um ganhe pequeno na altura, se comparar com o notebook: apenas 100 pixels. As letras, claro, ficaram bem maiores. É muito confortável ler qualquer texto nessa tela. O brilho da tela é tão forte que atualmente estou mantendo o <em>brightness</em> em zero. Quando ligado em 100%, é possível que dê dor de cabeça no usuário.</p><p>Algumas especificações:</p><ul><li>2 ms de resposta, contra os 8 ms do televisor LCD.</li><li>Contraste dinâmico de 3000:1 e estático de 1000:1.</li><li>Integração total com o Windows Vista.</li><li>Modos predefinidos de configuração: texto, internet, jogo, esporte, filme, contraste dinâmico.</li><li>Vem com o cabo HDMI (DVI-D). A Samsung fez a lição de casa, e não está mais agindo como a HP, que vende multifuncional sem o cabo USB essencial para que ela funcional.</li><li>Também vem com o tradicional cabo VGA.</li><li>Não sei o peso exato, mas é bastante leve. Dá para carregar debaixo do braço (sim, eu tentei!).</li></ul><p>Em resumo, estou muito satisfeito. Recomendo a compra para qualquer um. Parece-me que o 19&#8243; está se tornando o novo tamanho padrão do mercado &#8211; se é que já não é -, e por isso partir logo para um aparelho maior vale a pena. Até agora não tenho qualquer reclamação. A experiência de jogar &#8220;<a
href="http://youtube.com/watch?v=YdCplfthCtI&amp;fmt=18">STALKER &#8211; Shadow of Chernobyl</a>&#8221; tem sido perfeita.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/monitor-samsung-932bw/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Análise: &quot;Cloverfield&quot;</title><link>http://memoriasfracas.com/cloverfield/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/cloverfield/#comments</comments> <pubDate>Sat, 09 Feb 2008 12:00:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Cinema]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[ficção científica]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/2008/02/09/cloverfield/</guid> <description><![CDATA[Ontem eu e parte da blogosfera (Cris Dias, Rafael Silva, etc) que não tinha ido à pré-estréia de Cloverfield corremos ao cinema para poder descobrir o que o filme &#8216;de monstro&#8217; guardava para nós. A partir daqui, ler o texto &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/cloverfield/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu e parte da blogosfera (<a
href="http://www.crisdias.com/2008/02/08/cloverfield-o-monstro/">Cris Dias</a>, <a
href="http://twitter.com/rafacst/statuses/692100022">Rafael Silva</a>, etc) que não tinha ido à pré-estréia de <strong>Cloverfield</strong> corremos ao cinema para poder descobrir o que o filme &#8216;de monstro&#8217; guardava para nós. A partir daqui, ler o texto é por sua conta e risco. <strong>Spoilers</strong> estarão por toda a parte.</p><p><em>Cloverfield</em> é criação de JJ Abrams. Ele é o grande inventor de <em>Lost</em>, aquela série que todo mundo ama ou odeia, mas que ninguém sabe o que realmente esperar dela. Se <em>Lost</em> é intrigante em suas quatro temporadas, <em>Cloverfield</em> consegue chegar perto disso em pouco mais de uma hora.</p><p>O filme começa com a festa de despedida do jovem Robert, que está com viagem marcada para o Japão. Os amigos fazem uma mega-festa surpresa no alto de um prédio, e tudo é documentado através da filmadora nas mãos de Hud (ele morre).</p><p
style="text-align: center"><a
title="Cloverfield: Estátua da Liberdade é arremessada" rel="attachment wp-att-341" href="http://memoriasfracas.com/2008/02/09/cloverfield/cloverfield-estatua-da-liberdade-e-arremessada/"><img
src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/02/cloverfield-estatua-liberdade.jpg" alt="Cloverfield: Estátua da Liberdade é arremessada" /></a></p><p>No meio da festa acontece um tremor, que logo todos pensam ser um terremoto. As pessoas começam a fugir, primeiro do prédio, e depois de Manhattan. Já nas primeiras cenas de desespero, a cabeça da Estátua da Liberdade é lançada no meio da rua. Neste momento fica claro que não é um terremoto. Atentado terrorista? Também não.</p><p>O monstro em si não tem nada de mais. É um alienígena gigante e bem feio, que fica destruindo os prédios da cidade. Junto do monstrengo vêm de brinde seus filhotes, seres menores mas bastante parecidos com ele. Um dos filhotes ataca o pequeno grupo de Robert enquanto eles estão caminhando pelo metrô e morde Marlena.</p><p>Obviamente que Marlena morre. <em>Actually</em>, ela explode. Pelo menos foi isso o que eu entendi ao vê-la ser carregada pelos militares e de repente se transformar em jatos de sangue para todo o lado. Por falar em militares, eles dão um show à parte no filme.</p><p>As cenas em que os combatentes das forças armadas americanas aparecem são muito realistas. Como a filmagem é porca, lembra aqueles vídeos vindos lá do Oriente Médio que as agências de notícias divulgavam durante a guerra.</p><p>Uma coisa que gera angústia ao espectador é exatamente a filmagem <em>a la Bruxa de Blair</em>. É irritante ver aquelas imagens tremidas o tempo todo. Podiam ter utilizado menos este recurso, ainda que ele seja um diferencial do filme. Vez ou outro você se pega entortando a cabeça para tentar entender o que está acontecendo.</p><p>No fim do filme só restam Robert e seu grande amor, cujo nome nem lembro mais. Jason, irmão de Robert, já havia morrido faz tempo. Marlena, como eu disse anteriormente, morre depois do ataque do alien filhote e Hub, o cameraman, morre quando o monstro-pai o ataca. Então Manhattan sofre o ataque final dos militares, no qual tudo é destruído. Incluindo o casal.</p><p>Faltaram mais imagens do monstro, que ficou meio artificial. A sensação de quero-mais ao fim do filme também é desanimadora. No cinema, algumas pessoas até se perguntavam, durante o início dos créditos, se ele havia mesmo acabado.</p><p>Eu recomendo que você assista a <em>Cloverfield</em>. Por ser uma experiência diferente de assistir a um filme de cinema. E por ser JJ Abrams. Embora eu não assista a <em>Lost</em>, seu talento é inegável.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/cloverfield/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Análise: &quot;Eu sou a lenda&quot;</title><link>http://memoriasfracas.com/cinema-eu-sou-a-lenda/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/cinema-eu-sou-a-lenda/#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Jan 2008 16:20:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Cinema]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[ficção científica]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/2008/01/21/eu-vi-eu-sou-a-lenda/</guid> <description><![CDATA[A história já é banal e conhecida de todos. Em um futuro não tão distante, a professora Trelawney de Harry Potter doutora Alice Krippin consegue desenvolver uma possível cura para o câncer. Assim começa Eu Sou A Lenda (I Am &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/cinema-eu-sou-a-lenda/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A história já é banal e conhecida de todos. Em um futuro não tão distante, a <span
style="text-decoration: line-through;">professora Trelawney de Harry Potter</span> doutora Alice Krippin consegue desenvolver uma possível cura para o câncer. Assim começa <strong>Eu Sou A Lenda</strong> <em>(I Am Legend)</em>.</p><p>Essa cura, como já era de se esperar, é uma grande furada que acaba por contaminar a população mundial. Muitos morrem. Dos que sobram, a maioria vira uma espécie de zumbi que mais lembra &#8220;Resident Evil&#8221; que outra coisa. E alguns poucos se tornam imunes ao vírus, como o doutor Robert Neville, vivido por <strong>Will Smith</strong>.</p><p><img
class="right" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/01/poster-eu-sou-a-lenda.jpg" alt="Pôster de “Eu sou a lenda” (I am legend), com Will Smith" align="right" />O filme se passa em uma Nova York deserta, com carros largados por todos os cantos e veados saltitando livremente pelas ruas, a caminho do Central Park. Dr. Robert, que parece ser o único sobrevivente são da capital, mantém a esperança em uma pesquisa que desenvolve para tentar reverter os efeitos do vírus letal.</p><p>Robert se mostra um homem meio neurótico, que tenta dar um caráter mais humano à vida solitária que leva com sua cadela Samantha. Durante o filme, o militar recebe a visita de Anna, interpretada pela brasileira Alice Braga, que prova a ele que há mais gente imune e que foram construídos abrigos.</p><p>A partir desse ponto é construída a problemática de como salvar a população sã desse mundo debilitado dos zumbis que não podem se expor ao sol, mas que durante a noite podem fazer muitos estragos devido à sua força descomunal.</p><p>O final do filme é surpreendente. Se isso é bom ou ruim, só assistindo para decidir. A ida ao cinema é válida pela interpretação impecável e muitas vezes engraçada de Will Smith e pela presença inesperada de uma brasileira, a Alice Braga.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/cinema-eu-sou-a-lenda/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Resenha: &quot;Pergunte ao Max&quot;, Max Gehringer</title><link>http://memoriasfracas.com/pergunte-ao-max/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/pergunte-ao-max/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Dec 2007 13:44:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[literatura]]></category> <category><![CDATA[Max Geringher]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/2007/12/07/pergunte-ao-max/</guid> <description><![CDATA[Max Gehringer é multimídia. Você pode ouví-lo na rádio CBN; lê-lo na revista Época, onde assina a coluna &#8220;Nossa Carreira&#8221;; vê-lo comentando situações do mundo do trabalho no &#8220;Fantástico&#8221; (detalhe: todos veículos das Organizações Globo). Só faltava mesmo um livro. &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/pergunte-ao-max/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="right" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/12/livro-pergunte-ao-max.jpg" alt="Livro Pergunte ao Max, de Max Gheringer" align="right" />Max Gehringer é multimídia. Você pode <a
href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/comentarios/max.asp">ouví-lo na rádio CBN</a>; lê-lo na revista Época, onde assina a coluna &#8220;Nossa Carreira&#8221;; vê-lo comentando situações do mundo do trabalho no &#8220;Fantástico&#8221; (detalhe: todos veículos das Organizações Globo). Só faltava mesmo um livro.  &#8220;Pergunte ao Max&#8221; é um excelente guia para aqueles que estão iniciando sua carreira no mercado de trabalho agora ou que já estão em alguma empresa faz tempo e querem manter o emprego.</p><p>Max reuniu neste livro mais de 160 perguntas respondidas na coluna da Época, porém com um rearranjo que divide a publicação em várias temáticas. O livro tem dicas de como pedir aumento ou quando definir a hora de deixar uma companhia. Nas últimas páginas você encontra o já tradicional dicionário que Max Gehringer publica com tanta engenhosidade.</p><p>Por exemplo. Segundo Max, a tradução de feedback é &#8216;retroalimentação&#8217;. &#8220;Em uma máquina, a matéria-prima entra por um lado e produto acabado sai pelo outro. O feedback seria o retorno das partes não devidamente processadas para o ponto de entrada. Em empresas, dar feedback é dizer para uma pessoa que a matéria-prima &#8211; a idéia &#8211; até que era boa. Mas o produto final &#8211; a execução &#8211; ficou aquém do esperado&#8221;.</p><p>Por ser baseado nas perguntas enviadas pelos leitores, os textos são rápidos e dinâmicos. A maioria com excepcional tom de humor. Eu li em cinco dias, e vale muito a pena.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/pergunte-ao-max/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Final de &#8220;Harry Potter e as Relíquias da Morte&#8221;</title><link>http://memoriasfracas.com/final-harry-potter-reliquias-da-morte/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/final-harry-potter-reliquias-da-morte/#comments</comments> <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 10:13:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[Harry Potter]]></category> <category><![CDATA[J.K. Rowling]]></category> <category><![CDATA[literatura]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/livro/fatos-sobre-harry-potter-and-the-deathly-hallows/</guid> <description><![CDATA[Conheça o final de "Harry Potter e as Relíquias da Morte" (Harry Potter and the Deathly Hallows", livro de J. K. Rowling publicado no Brasil pela editora Rocco. <a
href="http://memoriasfracas.com/final-harry-potter-reliquias-da-morte/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aviso »</strong> Como o próprio título do post diz, esse texto contém <strong>spoilers</strong> sobre o final de &#8220;Harry Potter&#8221;. Os mesmos fatos se repetem em &#8220;<strong>Harry Potter  e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 2</strong>&#8220;, filme dirigido por David Yates. Leia por sua conta e risco.</p><h3>Relíquias da Morte</h3><div
id="attachment_1126" class="wp-caption alignright" style="width: 277px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: right;"><img
class="size-full wp-image-1126 " title="Capa do livro &quot;Harry Potter e as Relíquias da Morte&quot;" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/07/capa_harry_potter_7.jpg" alt="Capa do livro &quot;Harry Potter e as Relíquias da Morte&quot;" width="267" height="400" /><p
style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Capa do livro &quot;Harry Potter e as Relíquias da Morte&quot;</p></div><p>Quem conseguisse reunir as três relíquias da morte poderia alcançar a imortalidade. São elas:</p><ul><li>A <strong>Elder Wand</strong> (a varinha mais poderosa do mundo, que estava com Dumbledore);</li><li>A <strong>Pedra dos Mortos</strong> (dos Gaunt, mas também estava com Dumbledore);</li><li>A <strong>Capa da Invisibilidade</strong> (que Harry já tinha).</li></ul><h3>Horcruxes</h3><p>A alma de Lord Voldemort foi dividida em sete pedaços, encontrados em objetos mágicos muito poderosos.</p><ul><li>O diário de <strong>Tom Riddle</strong> (destruído no segundo ano);</li><li>O medalhão de Slytherin (Sonserina);</li><li>A coroa/diadema de Ravenclaw (Corvinal);</li><li>A taça de Hufflepuff (Lufa-Lufa);</li><li>A cobra Nagini;</li><li>O anel de Servolo, avô de Voldemort (destruído por Dumbledore).</li><li>O próprio Harry Potter, que recebeu um pedaço da alma de Voldemort quando ele atacou Lilian Potter.</li></ul><p>O último pedaço de alma vivia em Lord Voldemort. Para que ele fosse destruído, primeiro todas as outras horcruxes precisariam ser eliminadas com artefados mágicos de grande poder, como a espada de Gryffindor ou o veneno do basilisco.</p><h3>Outros detalhes</h3><ul><li><strong>Monstro </strong>(Kreacher) tem um papel fundamental na história: ele fica bom.</li><li>A ligação mental entre Harry e Voldemort também é muito importante. Harry consegue controlá-la e passa a saber o que Voldemort pensa. No fim de tudo Harry, aprende a fechar a mente dele, conforme <strong>Dumbledore</strong> queria.</li><li>Lupin e Tonks se casam e têm um filho.</li><li>A batalha final acontece em <strong>Hogwarts</strong>, da qual participam bruxos, gigantes, duendes, dementadores, centauros, aranhas gigantes (filhos de Aragogue), e outros seres. A <strong>Armada de Dumbledore</strong> dá cobertura a Harry enquanto ele procura a última horcrux (a taça de Hufflepuff).</li><li>Voldemort usa sua cobra <strong>Nagini</strong> (que é um horcrux) para matar Snape.</li><li>Narcisa <strong>Malfoy</strong> mente para Voldemort, salva a vida de Harry e consegue, assim, reecontrar Draco.</li><li>Ainda que seja possível pensar o contrário, Dumbledore conseguiu armar tudo em sua cabeça. Inclusive a própria morte.</li><li>Aberforth, irmão de Dumbledore, ajuda o trio a entrar em Hogwarts.</li><li><strong>Snape</strong> nunca foi ruim. <em>Não que ele fosse uma pessoa agradável&#8230;</em> Mas ele jurou a Dumbledore projetar o amor que tinha por Lílian em seu filho Harry Potter. Isso só é revelado depois que Voldemort mata ele, quando Harry vai até a Penseira e vê lembranças de Snape.</li></ul><h3>Quem morre</h3><div
id="attachment_2119" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><a
href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/07/lord-voldemort.png"><img
class="size-medium wp-image-2119" title="lord-voldemort" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/07/lord-voldemort-510x265.png" alt="Lord Voldemort em &quot;Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2&quot;" width="510" height="265" /></a><p
style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Lord Voldemort em &quot;Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2&quot; | Clique para ampliar</p></div><p>Os seguintes personagens morrem em &#8220;Harry Potter e as Relíquias da Morte&#8221;:</p><ul><li>Fred Weasley;</li><li>Remo Lupin;</li><li>Tonks (a Ninfadora);</li><li>O elfo doméstico Dobby;</li><li>Colin Creevey, aluno de Hogwarts;</li><li>Olho-Tonto Moody, auror.</li></ul><h3>Dezenove anos depois</h3><ul><li><strong>Harry se casa com Gina</strong> e tem três filhos: James (Tiago), Lily (Lílian) e Albus Severus (Alvo Severo).</li><li><strong>Ron se casa com Hermione</strong> e eles têm filhos também: Hugo e Rose.</li><li>Neville torna-se professor de herbologia em Hogwarts.</li></ul><p>Se eu errei algum fato, por favor, corrija.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/final-harry-potter-reliquias-da-morte/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>169</slash:comments> </item> <item><title>Resenha de Harry Potter e as Relíquias da Morte</title><link>http://memoriasfracas.com/harry-potter-reliquias-da-morte/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/harry-potter-reliquias-da-morte/#comments</comments> <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 10:12:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[Harry Potter]]></category> <category><![CDATA[J.K. Rowling]]></category> <category><![CDATA[literatura]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/resenha/harry-potter-and-the-deathly-hallows-a-resenha/</guid> <description><![CDATA[Spoilers! » Este texto pode conter detalhes da história, inclusive para quem ainda não leu Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Confesso, eu demorei mais do que esperava para terminar de ler &#8220;Harry Potter and the Deathly Hallows&#8220;. Para &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/harry-potter-reliquias-da-morte/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/07/harry_potter-7.jpg" alt="" align="right" /><strong>Spoilers! »</strong> Este texto pode conter detalhes da história, inclusive para quem ainda não leu <a
rel="nofollow" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1060551&amp;ST=SR&amp;franq=251635">Harry Potter e o Enigma do Príncipe</a>.</p><p>Confesso, eu demorei mais do que esperava para terminar de ler &#8220;<a
rel="nofollow" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1879939&amp;ST=SE&amp;franq=251635">Harry Potter and the Deathly Hallows</a>&#8220;. Para completar, meu modem decidiu morrer e eu acabei ficando sem acesso à web.</p><p>Comecei a ler &#8220;<a
rel="nofollow" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21214617&amp;ST=SE&amp;franq=251635">Harry Potter e as Relíquias da Morte</a>&#8221; no sábado (21/julho). Se você quer ler a versão em inglês, assim como eu, prepare-se. JK Rowling continua a mesma detalhista de sempre, que faz questão de dizer que &#8220;o céu, azulado como os olhos de Dumbledore, refletia em suas nuvens poucas o temor que percorria a mente de Harry&#8221;. Se parar a cada a cada palavra desconhecida, esteja certo de que só terminará do livro em um mês.</p><p>A história é belíssima. Finalmente Harry irá enfrentar Você-Sabe-Quem, pela última e definitiva vez. Durante todo o livro percebe-se a ansiedade, misturada a certo medo, que acomete Harry, Ron e Hermione (seus companheiros na aventura). Em alguns momentos eu fiquei receoso de ler as passagens seguintes, devido à capacidade de Rowling de poder fazer qualquer coisa (assassina!).</p><p>A teoria da conspiração faz presença importante durante a saga, em especial quando os jovens passam a questionar a ordem de Dumbledore: destruir os horcruxes. Eu não sei se teria o sangue frio de continuar em busca dos preciosos pedaços de alma que Voldemort espalhou pelo mundo, mas o trio bruxo fica certo de que aquilo é o melhor a se fazer.</p><p>Neste livro é possível revisitar melhor do nunca várias localidades que até então estavam esquecidas. Godric&#8217;s Hollow, onde os pais de Harry foram assassinados; a caverna amaldiçoada onde Voldemort escondeu um dos horcruxes; a Rua dos Alfeneiros, número quatro&#8230;</p><p>E também é neste livro que são reveladas as ligações que cada local tem com a missão de Harry. Rowling construiu como ninguém um verdadeiro mundo, ao qual somente ela tinha acesso mas que fica exposto nesta última aventura de Harry. Concordando com a resenha que o NY Times publicou, eu acho que J.K. Rowling já é uma das melhores escritoras deste século. A saga Harry Potter a deixa no mesmo patamar de J.R.R. Tolkien.</p><p>Falar mais sem revelar os segredos de &#8220;Harry Potter e as Relíquias da Morte&#8221; sem contar um pedaço que seja da história é bastante complicado. Todo enredo é muito bem costurado, para que em determinados momentos o leitor direcione a atenção para um fato e deixe em segundo plano um mero detalhe, que mais tarde será descortinado e crucial para o entendimento da seqüência.</p><p>Não sei se o final dado pela autora é o que eu queria. Eu não sabia o que esperar do duelo profético entre Harry Potter e Lord Voldemort. Tudo poderia acontecer, mas o momento é bem mais complicado do que pareceria nos livros anteriores. Se antes Harry precisava tocar um portal, ou achar uma pedra, ou destruir um diário (e um basilisco de bônus), em &#8220;Harry Potter and the Deathly Hallows&#8221; a inteligência e o faro também são cruciais para resolver o imbróglio.</p><p>Terminei o livro na quinta-feira, depois de uma sessão leitura que começou à meia-noite e terminou às sete da manhã. Só assim para ler as 150 páginas mais importantes da saga Harry Potter. Certamente Harry Potter deixará saudade, mas toda história tem um fim. O de JK Rowling foi maestral. Mais que isso, foi mágico.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/harry-potter-reliquias-da-morte/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>26</slash:comments> </item> <item><title>Impressões sobre o Xbox 360</title><link>http://memoriasfracas.com/impressoes-sobre-o-xbox-360/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/impressoes-sobre-o-xbox-360/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Jan 2007 10:20:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[Microsoft]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=88</guid> <description><![CDATA[No último sábado pude jogar o console Xbox 360, da Microsoft. O videogame está disponível na expansão de um grande shopping aqui do Rio. Foram dois reais por meia hora de jogatina. Só o visual do aparelho já impõe certo &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/impressoes-sobre-o-xbox-360/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center"><img
src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/01/xbox360.jpg" id="image107" alt="Xbox 360" name="image107" height="364" width="250" /></p><p>No último sábado pude jogar o console <a
href="http://www.xbox.com/"><strong>Xbox 360</strong></a>, da <a
href="http://www.microsoft.com/">Microsoft</a>. O videogame está disponível na expansão de um grande shopping aqui do Rio.   Foram dois reais por meia hora de jogatina.</p><p>Só o visual do aparelho já impõe certo ar de modernidade a alta tecnologia. É possível customizá-lo,   mas a versão branquinha é suficiente. No shopping cada console (são por volta de oito) está ligado numa <a
href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=2852&amp;raiz=1&amp;kw=tv+plasma" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">tv de plasma</a>,   42 polegadas, o que aumenta ainda mais a sensação de que estamos em frente a algo único da categoria.</p><p
style="text-align: center"><img
src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/01/sonic_xbox360.jpg" id="image105" alt="Sonic, em versão para o Xbox 360" name="image105" height="250" width="417" /></p><p>O jogo escolhido foi <strong><a
href="http://www.xbox.com/pt-PT/games/s/sonicthehedgehog/">Sonic &#8211; The   Hedgehog</a></strong>. Nada melhor que o porco-espinho da Sega para testar o Xbox. Gráficos? Aquilo   é que são gráficos. Por se tratar de um jogo etéreo, não podemos esperar algo que se assemelhe ao real, mas as noções   de dimensão, sombras e interatividade com o espaço são impressionantes.</p><p>Já na versão para videogame do <a
href="http://www.xbox.com/pt-PT/games/2/2006fifaworldcupxbox360/">FIFA World Cup   2006</a>, o qual não pude jogar, mas fiquei apenas assistindo, as feições dos jogadores são reais. Parece que eles   estão jogando na nossa frente, ao vivo.</p><p>O controle não é nada fora dos padrões (<a
href="http://www.nintendo.co.jp/n10/e3_2006/wii/img_con/photo_controller.jpg">como o do <strong>Wii</strong></a>, da <a
href="http://www.nintendo.com/">Nintendo</a>). Demora uns 3 minutos para se acostumar com os comandos, mas depois   é só felicidade. De vez em quando até dá pra confundir, mas imagino que com o tempo passe.</p><p>Para quem está acostumado com o <a
href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=6058&amp;raiz=179&amp;kw=playstation+2" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">Playstation 2</a>, o <a
href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=6058&amp;raiz=179&amp;kw=xbox+360" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">Xbox 360</a> é uma elevação nos quesitos jogabilidade e   gráficos. Não sou nenhum entendido na área, e, portanto, não posso fazer análises mais profundas. Contudo, com a   qualificação de leigo, fiquei excepcionalmente impressionado com o videogame; o jogo escolhido também ajudou (quem não gosta de Sonic?).</p><p>Para quem tem <a
href="http://www.submarino.com.br/games_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=12&amp;ProdId=1799550&amp;ST=SR"> três mil reais</a> disponíveis, recomendo a compra imediata. Cumpre o que promete: é diversão garantida.</p><p><strong>Atualização [18/jan ~ 02:00] »</strong> O IDG Now! fez uma reportagem <a
href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2006/11/17/idgnoticia.2006-11-17.7806138551/IDGNoticia_view">comparando os três consoles da &#8220;terceira geração&#8221;</a>: <a
href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=59704&amp;kw=nintendo+wii&amp;auto=0" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">Wii (da Nintendo)</a>, Playstation 3 (da Sony) e Xbox 360 (da Microsoft).</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/impressoes-sobre-o-xbox-360/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> </channel> </rss>
