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	<title>Memórias Fracas &#187; Disney</title>
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	<description>Meus pitacos sobre jornalismo e tecnologia</description>
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		<title>Resenha do filme: &#8220;Tron: O Legado&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 08:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos efeitos especiais&#8230; E só. Cheguei à sala de cinema sem muitas expectativas para &#8220;Tron: O Legado&#8221;. Até sabia que o filme estava recebendo muita atenção de alguns blogs geeks dos Estados Unidos, mas somente isso. Ah, e também sabia que era uma espécie de retomada de um filme lá de 1982. No entanto, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Muitos efeitos especiais&#8230; E só.</h3>
<p>Cheguei à sala de cinema sem muitas expectativas para <strong>&#8220;Tron: O Legado&#8221;</strong>. Até sabia que o filme estava recebendo muita atenção de alguns blogs geeks dos Estados Unidos, mas somente isso. Ah, e também sabia que era uma espécie de retomada de um filme lá de 1982. No entanto, não tinha um grande desejo de assistir &#8220;Tron&#8221;. Felizmente, porque o filme é bastante ralo, para dizer o mínimo. Decepciona como cinema, embora seja grandioso em seus efeitos especiais.</p>
<p>A história por trás do filme não é exatamente nova: o encontro do mundo real com o digital, da carne e osso com o código binário. É a partir de uma descoberta científica que <strong>Kevin Flynn</strong> (interpretado por Jeff Bridges), o fundador de uma importante empresa de informática fictícia (a Encom, uma espécie de Microsoft) vai parar em outro mundo onde tudo é digitalizado, perfeito. O desejo desse homem é criar um ambiente onde não exista espaço para as imperfeições da vida mundana. Claro que a empreitada não dá muito certo, e ele acaba aprisionado nesse mundo por muitos anos, até que seu filho, já crescido, descobre esse portal entre o real e o virtual, chegando à realidade binária quase que por acaso.</p>
<p>&#8220;Tron&#8221; tem sua trama revelada depois que <strong>Sam Flynn</strong> (Garrett Hedlund) coloca os pés nesse <em>maravilhoso</em> mundo. Seu pai havia criado uma cópia de si mesmo, chamada de <strong>Clu</strong>, que funcionaria como um programa de computador, com o objetivo de criar o sistema perfeito. Talvez apenas cumprindo suas funções, Clu tenta destruir Flynn, por &#8211; se bem entendi &#8211; ser um usuário, e não um aplicativo nativo daquele ambiente. Bem a tempo de salvar tudo, Sam torna-se o herói por acaso que deve conduzir seu pai de volta para o mundo real, antes que o vilão Clu consiga acesso ao portal e escape junto com um exército de seres bastante habilidosos na arte da destruição.</p>
<div id="attachment_2019" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-full wp-image-2019 " title="tron-sam-flynn" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/12/tron-sam-flynn.jpg" alt="" width="490" height="283" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Sam Flynn: de errante a herói em apenas 127 minutos de filme</p></div>
<p>O que chama a atenção nesse filme é a tradicional inversão de anti-herói rumo às boas ações. No começo de &#8220;Tron&#8221;, Sam é retratado como um jovem inconsequente. Ele chega até mesmo a invadir a sede da <strong>Encom</strong>, a empresa que ele deveria liderar mas furta-se disso, a fim de atrapalhar o lançamento de um novo sistema operacional. Durante a transmissão ao vivo para o mundo inteiro, Sam acessa os servidores da corporação e libera o OS 12 na internet, para que qualquer um baixe. Ou seja, um rapaz sem qualquer comprometimento com o seu próprio patrimônio. Além disso, mostra-se arrogante e prepotente durante boa parte da película, até que reencontra o pai já bastante velho e decide realizar uma boa causa. Termina a projeção como um verdadeiro herói, não por salvar Flynn, mas por cumprir o objetivo que seu mentor havia lhe pensado.</p>
<p>Esse encontro de Sam consigo mesmo, com seus ideais plantados faz muitos anos pelo pai intelectual, é algo que todos nós deveríamos procurar. Às vezes passamos por situações que acabam por nos endurecer, nos transformar em pessoas mais céticas &#8211; para bom entendimento: descrentes -. O problema desse comportamento é que, como o Sam do filme, acabamos por não acreditar no melhor que as demais pessoas podem nos oferecer. Ainda bem que certas jogadas &#8211; Da vida? Destino? &#8211; fazem com que enxerguemos isso a tempo de corrigir o rumo e seguir em frente. É justamente o que o fim de &#8220;Tron&#8221; propõe, embora a projeção deixe claro que esse caminho errante de um de seus protagonistas não é livre de consequências (mais uma vez, como tudo na vida). Talvez essa seja a mensagem mais aproveitável do filme.</p>
<p>Como eu disse, o roteiro de &#8220;Tron: O Legado&#8221; é bastante ralo. O mesmo não vale para os efeitos especiais, que são simplesmente espetaculares. Os técnicos da <strong>Disney</strong> tiveram bastante trabalho para construir um mundo que tenha cara de algo digital, pensado pixel a pixel. Abusa-se de cores fortes, como o azul e o laranja, até mesmo como forma de mostrar visualmente quem são os bons moços e quem são os vilões. A Grade (<em>The Grid</em>, em inglês) é um lugar absolutamente escuro, o que propicia uma perigosa combinação com os óculos 3D que são oferecidos na salas de cinema, pois fica bem mais difícil de enxergar cenas escuras com esses acessórios, que normalmente já deixam as coisas mais escuras.</p>
<div id="attachment_2020" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-full wp-image-2020" title="tron-veiculo" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/12/tron-veiculo.jpg" alt="" width="490" height="310" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Tron: excelente para um filme de tecnologia</p></div>
<p>Por sinal, o <strong>3D</strong> desse filme merece um comentário à parte. Ainda não entendi por que cargas d&#8217;água a Disney decidiu fazer &#8220;Tron&#8221; em três dimensões com essa imersão de forma tão tímida. Praticamente todas as cenas anteriores à entrada de Sam no mundo virtual são no 2D convencional, e muito do que acontece depois disso é retratado com pouco uso dessa nova tecnologia. Ora, se quer anunciar um filme como 3D, que o faça direito. Ninguém merece pagar algo na casa dos trinta reais por um ingresso de filme supostamente em três dimensões para assistir, na melhor das hipóteses, a meio filme em três dimensões.</p>
<p><strong>Resumindo:</strong> &#8220;Tron: O Legado&#8221; tenta ser algo cinematográfico e tecnológico ao mesmo tempo. Falha na primeira proposição, mas certamente é bem sucedido como uma história de ficção científica ordinária. Se é disso que você gosta, corra para o cinema e assista o filme, porém mantenha distância das exibições em 3D. Não vale o ingresso.</p>
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		<title>Amigo, estou aqui: Toy Story 3</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 21:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 15 anos, meu pai me levava no cinema para ver um filme chamado Toy Story. Na época eu tinha 5 anos e mal posso descrever o quanto Woody, Buzz e companhia marcaram a minha infância. Para mim, ver os brinquedos criando vida na telona era mágico. A realização de um sonho. A partir dali, sempre ficava de olho nos meus brinquedos: será que algum deles estava em um lugar que não deixei? Será que quando eu saía do quarto eles se mexiam?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Convidado » Leandro Alonso*</strong> correu para o cinema para assistir <em>Toy Story 3</em> o quanto antes. Nesse texto, ele divaga um pouco sobre o filme.</p>
<p>Há 15 anos, meu pai me levava no cinema para ver um filme chamado <em>Toy Story</em>. Na época eu tinha 5 anos e mal posso descrever o quanto Woody, Buzz e companhia marcaram a minha infância. Para mim, ver os brinquedos criando vida na telona era mágico. A realização de um sonho. A partir dali, sempre ficava de olho nos meus brinquedos: será que algum deles estava em um lugar que não deixei? Será que quando eu saía do quarto eles se mexiam?</p>
<p>No fim das contas, acho que o filme acabou marcando até mesmo o meu pai, que de tempos em tempos me perguntava se não iria sair uma sequência. Então 15 anos se passaram.</p>
<h3>O tempo vai passar, os anos vão confirmar&#8230;</h3>
<p><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-1796" title="Toy Story 3" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2010/06/toy_story_3.jpg" alt="" width="490" height="247" /></p>
<p>Após 8 anos desde <em>Toy Story 2</em>,a Pixar anunciou em 2007 que estava trabalhando no terceiro capítulo da série. De la pra cá tivemos <em>Ratatouille</em>, <em>Wall-E</em> e <em><a href="http://memoriasfracas.com/critica-up-altas-aventuras/">UP &#8211; Altas Aventuras</a></em>. Ótimas produções, principalmente <em>Wall-E</em>. Mas <em>Toy Story</em> é&#8230; <em>Toy Story</em>.</p>
<p>Antes de ir ao cinema conferir o terceiro capítulo da série, bisbilhotei algumas resenhas sobre o longa e fiquei empolgadissímo. Parece que a Pixar, para variar, não havia errado a mão. Então me mandei para o cinema com a namorada para assistir o filme (e, claro, <a href="http://twitpic.com/1yarsl">comprar os bonequinhos</a> do Woody, Buzz e Bala no Alvo <img src='http://memoriasfracas.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Se você ainda não viu o filme, veja: <strong>é sensacional</strong>. Como li por aí, é o melhor filme da Pixar desde&#8230; <em>Toy Story</em>.</p>
<p>Está tudo lá: o quarto de Andy, Woody, Buzz, Slinky, Rex, Porquinho, Sr. e Sra. Cabeça de Batata, etc. Mas a questão é que esse filme veio para encerrar o ciclo da história. Um pouco da história, aliás: Andy está com 17 anos, prestes a ir para a faculdade e não dá mais atenção a seus brinquedos. Ele acaba tendo que se desfazer deles e todos vão parar em uma creche. Cheia de crianças. Sedentas por brinquedos novos. Imagine. Pois é.</p>
<h3>Os velhos amigos e novos personagens</h3>
<p>Nessa creche conhecemos diversos novos personagens: Ken (o afeminado par romântico da Barbie), Lotso (um ursinho fofo com cheirinho de morango &#8211; <em>spoiler:</em> sim, ele é o vilão), Bebezão (uma dessas bonecas de neném que sua irmã provavelmente já teve), Twitch (um guerreiro inseto-homem), além de vários outros.</p>
<p>Apesar de uma boa quantidade de novos personagens, pouco deles se tornam marcantes. De cabeça posso me lembrar do vilão Lotso – que nutre um grande ódio pela sua antiga dona, Bebezão, Ken, Estica (um polvo marinho) e alguns personagens da casa da Bonnie, uma simpática menininha.</p>
<p>No entanto, isso não chega a ser um ponto negativo. A história é sensacional, com elementos atuais (já imaginou os brinquedos utilizando celular? E mensageiros instantâneos?), engraçada como sempre (um salve para <em>el conquistador</em> Buzz Lightyear) e emocionante no fim. Garanto que muitos irão às lágrimas, principalmente aqueles que acompanharam o início dessa história há 15 anos.</p>
<h3>O fim de um ciclo</h3>
<p><em>Toy Story 3</em> claramente leva a história a um fim. Não um final ao estilo The End ou todos viveram felizes para sempre, mas a finalização de um ciclo. Ele será ainda mais sensacional se você assistiu <em>Toy Story</em> em sua infância, irá facilmente se identificar neste filme. Por isso, se você cometeu a heresia de ainda não ter ido a um cinema ver essa obra-prima: CORRA.</p>
<p>E depois, faça como eu: tire os brinquedos do sótão. Afinal, eles devem estar com saudades de você. <img src='http://memoriasfracas.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>*Leandro Alonso é estudante de Ciência da Computação. Raramente escreve no <a href="http://leandrow.net/">Leandrow.net</a>, mas resolveu dar as caras por aqui. É o homem por trás dos consertos para que o Memórias funcione direitinho.</em></p>
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		<title>Crítica: Up, Altas Aventuras</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 05:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando estamos falando de estreias da Pixar, é complicado não correr para o cinema logo na primeira sessão. A pergunta que fica, até o início da projeção, é “O que será que a empresa de Steve Jobs aprontou dessa vez?”. Tudo bem que Steve pouco manda no lugar, mas é difícil não ligar a invejosamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos falando de estreias da Pixar, é complicado não correr para o cinema logo na primeira sessão. A pergunta que fica, até o início da projeção, é “O que será que a empresa de Steve Jobs aprontou dessa vez?”. Tudo bem que Steve pouco manda no lugar, mas é difícil não ligar a invejosamente comum inovação da empresa ao ex-dono dela.</p>
<div id="attachment_1331" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-full wp-image-1331" title="still-up-altas-aventuras" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/still-up-altas-aventuras.jpg" alt="Up: Russell, o guri chato, e Carl, o velhote ranzinza." width="480" height="260" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Up: Russell, o guri chato, e Carl, o velhote ranzinza.</p></div>
<p>Desde que “<a href="http://memoriasfracas.com/loja/dvd-wall-e">Wall-E</a>” se tornou “Wall-E”, o marco da animação que transformou um ser inanimado no mais interessante dos personagens, a responsabilidade aumentou enormemente. O alívio vem na hora em que descobrimos que Pete Docter, o diretor de “Up”, foi roteirista de “Wall-E”; dá mais confiança antes mesmo de assistir ao filme.</p>
<p>Se “Wall-E” foi apaixonante e emocionante, “Up” vai mais para a linha do humor. A partir dos 15 minutos de filme, é riso que não acaba mais. E faço essa ressalva porque, antes disso, a história se desenrola de forma muito triste, por tratar de assuntos que envolvem morte e por aí vai. Não conto mais para não estragar a surpresa.</p>
<p>Uma vez que a jornada pelos ares começa, a diversão é mais do que garantida. É um filme voltado para crianças, sem dúvidas que é, mas vai agradar a adultos da mesma forma. Com tecnologia de ponta, a Pixar consegue criar ambientes e personagens que são sabidamente computadorizados – diferentemente do que outros estúdios tentam fazer –, mas que não deixam de transmitir empatia e identificação.</p>
<div id="attachment_1332" class="wp-caption alignright" style="width: 190px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: right;"><img class="size-full wp-image-1332 " title="poster-up-dug-golden" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/poster-up-dug-golden.jpg" alt="Dug, o cão falante." width="180" height="260" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Dug, o adorável cão falante.</p></div>
<p>Gostei demais de Dug, o golden retriever que torna-se amigo do velhote ranzinza Carl e do guri excessivamente chato Russell. Tenho uma golden em casa, e por isso digo que é incrível como eles conseguiram reproduzir o jeito e a personalidade comuns a essa raça. Sem falar que os cães apresentados no filme (e são muitos!) usam coleiras especiais que os permitem falar, gadget que traz surpresas muito divertidas (dica: preste atenção no macho alfa).</p>
<p>“Up” (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=USpI6Jzl3No">trailer em HD aqui</a>) trata de alegria, de tristeza, de momentos de descontração, de momentos de tensão, da sabedoria da velhice, da animação da juventude&#8230; Trata de muitas coisas, sem ser em excesso ou com uma execução ruim. Recomendo que você corra já para os cinemas e o assista! Se tiver um irmão ou priminha pequena, aí está uma boa desculpa para quem olhar de cara feia para o marmanjo entrando em uma sala de cinema que exibe animação.</p>
<p>De preferência assista em algum cinema que tenha tecnologia 3D. Tudo bem que aqueles óculos especiais são muito irritantes (ainda mais para quem já usa óculos de grau), mas mesmo assim vale a pena. A experiência é sem igual.</p>
<p>Essa vai para a Pixar: eu adoraria colocar um link para a página oficial de &#8220;Up&#8221;, mas infelizmente, até o momento da publicação desse post, a <a href="http://www.pixar.com.br/">versão brasileira do site do estúdio</a> não informava nada sobre a animação (na verdade, praticamente não existia, <a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/screen-pixar-com-br.jpg">como a <em>screenshot</em> pode provar</a>). Outra bronca com a Pixar é com relação ao atraso para trazer ao Brasil: o filme estreou por outros cantos no fim de maio, mas só em 4 de setembro <em>aterrisou</em> em terras brasileiras.</p>
<p><strong>[Atualização]</strong> Quase me esqueço de dizer nessa crítica que quem empresta a voz para Carl é o mestre do humor brasileiro Chico Anysio. Ou seja, mais um excelente motivo para assistir a &#8220;Up&#8221;.</p>
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