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	<title>Memórias Fracas &#187; educação</title>
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	<description>Meus pitacos sobre jornalismo e tecnologia</description>
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		<title>Bem escrito, pelo menos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 01:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa que tem chamado a minha atenção em minhas andanças pela blogosfera é como as pessoas estão se relacionando com o bom português. Não, não. Não estou falando do Seu Manoel, dono da padaria. Refiro-me à língua mãe de todos nós. Para mim, escrever textos corretamente é o mínimo para que um conteúdo possa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que tem chamado a minha atenção em minhas andanças pela blogosfera é como as pessoas estão se relacionando com o bom português. Não, não. Não estou falando do Seu Manoel, dono da padaria. Refiro-me à língua mãe de todos nós. Para mim, escrever textos corretamente é o <strong>mínimo </strong>para que um conteúdo possa ser lido e comentado.</p>
<p>Pelo visto, muita gente discorda de mim. O que eu tenho visto de coisa mal escrita não foi previsto nem pelo mais pessimista dos dicionaristas. A cada novo <em>pageview</em>, o Aurélio deve se contorcer no túmulo como nunca. E eu não estou falando de estilo de escrita, que é algo que eu aprecio. Falo do português básico, de quinto ou sexto ano do ensino fundamental.</p>
<p>Ninguém está imune a erros. Eu mesmo tenho meus deslizes nesse <strong>Memórias Fracas</strong>. Também não é preciso que todos escrevamos como uma <a href="http://substantivolatil.com/">Miriam Bottan</a> ou um <a href="http://contraditorium.com/">Cardoso</a> da vida, que têm estilos muito próprios. Mas saber conjugar verbos e ordenar frases de forma coerente é o <strong>fundamental </strong>para ter um blog. Se você tem preguiça de revisar seu texto, ao menos verifique no corretor ortográfico do Word se há algo errado. Pelo fim de posts mal escritos!</p>
<p>Um exemplo de pessoa que escreve muito &#8211; sem, no entanto, ser rebuscado &#8211; é o (mais novo bacharel em Direito) <a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/">Rodrigo Ghedin</a>. No <a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/">blog pessoal</a> dele você tem exemplos de como escrever bem, de forma técnica e eficiente. O Ghedin domina bem as palavras, de modo que todos entendemos. Sem grandes mistérios de escrita nem tentativas fracassadas de imitar o <strong>Luis Fernando Veríssimo</strong>.</p>
<p>É disso que precisamos: pessoas com técnica para escrever. Porque do jeito que as coisas vão, qualquer dia precisaremos contratar tradutores para nos explicar o que o editor do blog quis dizer. Talvez seja melhor esperar que o Google lance algum serviço com essa finalidade.</p>
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		<title>Por que o Oi NAVE é diferente</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 11:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Oi NAVE]]></category>
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		<description><![CDATA[27 de setembro. Rio de Janeiro. Tijuca. Blogcamp Rio. Foi aí que surgiu a idéia de escrever esse post. Como já ficou óbvio, estive presente ao Blogcamp Rio e tive a feliz oportunidade de conversar com vários amigos blogueiros, empreendedores da internet (interneteiros, parafraseando o Marco Gomes) e et ceteras. Numa das andanças pelos corredores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>27 de setembro. Rio de Janeiro. Tijuca. Blogcamp Rio. Foi aí que surgiu a idéia de escrever esse post. Como já ficou óbvio, estive presente ao Blogcamp Rio e tive a feliz oportunidade de conversar com vários amigos blogueiros, empreendedores da internet (interneteiros, parafraseando o Marco Gomes) e et ceteras.</p>
<p>Numa das andanças pelos corredores do local, cruzei com o <a href="http://oglobo.globo.com/online/blogs/largman/">Beto Largman</a> (<a href="http://twitter.com/largman">twitter aqui</a>) e trocamos umas breves palavras. Ele me disse algo como &#8220;vê se pára de detonar o Descolagem&#8221;, em tom absolutamente amistoso (como, aliás, ele sempre parece ser). Nesse momento percebi que posso ter sido injusto com o Oi NAVE só por ele ser cria da Oi/Telemar/Velox.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-522" title="Fachada da escola estadual Oi NAVE" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/09/oi-nave.jpg" alt="" width="500" height="320" /></p>
<p>Vamos às minhas considerações. O <a href="http://www.onave.org.br/">NAVE (Núcleo Avançado em Educação)</a> é um espaço fantástico. &#8220;É a escola em que todo adolescente sonha em estudar: um colégio estadual com instalações que dão de mil a zero em muita escola particular por aí. Voltado para o ensino médico técnico em áreas de tecnologia da informação, o Nave chama a atenção pela decoração futurista, com cores, painéis hi-tech, Macs, pufes e carteiras coloridas&#8221;, nas palavras do <a href="http://alexandresena.jor.br/blog/">Alexandre Sena</a> em <a href="http://alexandresena.jor.br/blog/?p=136">post sobre o Blogcamp Rio</a>. Você pode ver por si mesmo acessando o <a title="canal de vídeo de Thássius Veloso no Videolog.tv" href="http://videolog.uol.com.br/thassius">meu canal de vídeo no Videolog</a>.</p>
<p>Mais do que isso, o Oi NAVE é um enorme espaço de fomento à cultura e a debates pertinentes a esse século cheio de incertezas. Os Descolagens, organizados pelo Beto, provam isso. O Blogcamp foi outra forma de demonstrar que o Rio de Janeiro está mais que pronto para receber esses eventos e encontros. Só falta a periodicidade ser maior.</p>
<p>Como escola estadual, tive a possibilidade de conversar com alguns alunos de lá e eles continuam deslumbrados com todas as oportunidades presentes no local. É uma grande demonstração de como parceiras público-privadas (as famosas e complicadas PPPs) podem dar certo. Falta-nos ver como será a manutenção desse ensino; atualmente vai de vento em popa. Como bem disse a responsável pela escola durante o Blogcamp (perdoe, mas não lembro o nome dela), o Brasil vai passar não apenas a consumir tecnologia, mas a pensar novas tecnologias também.</p>
<p>Problemas existem. O mais acentuado, no meu ponto de vista, é o uso errado dos computadores num ambiente de aprendizado. No NAVE encontrei toneladas de conteúdo ilegal armazenados nos computadores da &#8220;praça&#8221; de convivência dos alunos. Tenho fé, no entanto, que esses jovens aprendam a usar os equipamentos não só para o trinômio Orkut-MSN-Jogos, mas para fazer a diferença e mudar o mundo.</p>
<p>Devido a essa iniciativa, bato palmas para grupo Oi/Telemar. Embora continue <a href="http://memoriasfracas.com/velox/">tacando ovos quando estamos falando da prestação de serviço de banda larga Oi Velox</a>. Felizmente a banda larga sem fio do Oi NAVE funciona de vento em popa. Aproveito também para bater palmas para o modafoca-mor <a href="http://www.brunodulcetti.com/blog">Bruno Dulcetti</a> pela incrível organização do Blogcamp Rio. Foi perfeito.</p>
<p><em>- foto encontrada em <a href="http://receitadosucesso.com/2008/09/24/blogcamp-rj-2008-esta-chegando/">post do blog Receita do Sucesso</a></em></p>
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		<title>Melhor forma de aprender</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rodrigo Ghedin, editor do blog WinAjuda e futuro advogado, levantou em seu blog pessoal “Rodrigo Ghedin” uma discussão bastante interessante acerca de como uma instituição de ensino deve cobrar disciplina do aluno. Ele cita a irmã dele – coitada dela – como uma reclamona em relação ao curso de inglês, pelo qual ela paga. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rodrigo Ghedin, editor do blog <a href="http://www.winajuda.ig.com.br/">WinAjuda</a> e futuro advogado, levantou em seu blog pessoal “<a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/">Rodrigo Ghedin</a>” uma discussão bastante interessante acerca de <a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/2008/09/10/pagando-para-aprender/">como uma instituição de ensino deve cobrar disciplina do aluno</a>.</p>
<p><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-507" title="Livro e caneta" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/09/livro-e-caneta.jpg" alt="" width="500" height="180" /></p>
<p>Ele cita a irmã dele – coitada dela – como uma <em>reclamona</em> em relação ao curso de inglês, pelo qual ela paga. O curso tem uma política muito rígida. Em resumo: “o principal argumento que ela utiliza contra a política é o de que ela <strong>está pagando</strong>, logo, tem direito a faltar, deixar de fazer as atividades, cometer esse pequenos atos de rebeldia e/ou preguiça”.</p>
<p>Comentei com o Ghedin por e-mail e quero dividir com vocês a minha opinião. Eu acredito que fazer um controle rígido, com mão de ferro <em>a la</em> Thatcher, é algo que tem muito mais chances de não funcionar que de funcionar. Quando aluno é cobrado demais, além da conta, num ambiente inflexível, ele se revolta.</p>
<p>Sem falar que as regras impostas pelo curso podem gerar mal estar e, conseqüentemente, má vontade do aluno. O aprendizado vai por água abaixo. Vejo a mim mesmo como um exemplo: no curso de inglês, nunca tive o hábito de freqüentar assiduamente todas as aulas, em especial quando já estava para concluí-lo.</p>
<p>Também nunca gostei de participar das aulas de revisão. Preferia fazer minha revisão particular e geralmente estudava em cima da prova. Voltava do colégio lendo o material ou às vezes sendo questionado por uma amiga que fazia o caminho junto comigo. Depois de passar em casa, seguia para o curso. Sempre deu certo. Acho que essa é a forma de aprender com a qual me familiarizei e me sinto bem. Impor a mim a mão de ferro certamente não funcionaria.</p>
<p>Cada caso é um caso, mas um mínimo de flexibilidade sempre é necessário. Ou acaba tornando o estudo algo chato. Não é o meu caso ou do Ghedin, mas não bastasse o ensino público regular ser ruim, ainda ser chato? Aí mesmo que os alunos vão fugir (e com razão) da escola.</p>
<p>Qual forma você acredita que funciona melhor para você aprender? Cobrança durante todo o tempo; liberdade para definir quais atividades prefere; liberdade total com apoio dos professores; é autodidata, então pouco importa o modo porque você se vira em casa? Não esqueça de deixar seu comentário.</p>
<p><em>- <a href="http://flickr.com/photos/svenwerk/1430093084/">foto</a> encontrada no <a href="http://flickr.com/photos/svenwerk/">Flickr de Svenwerk</a>.</em></p>
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		<title>Carreira de jornalista</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal O Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Miriam Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você pensa em fazer o curso superior de jornalismo, sugiro que leia uma entrevista com a Miriam Leitão produzida pelo O Globo e pela revista Magazine (pertencente ao Globo). Algumas pessoas poderão argumentar que Miriam trabalha para a Globo, e que por isso não deve ter sua opinião respeitada. Já eu acredito que ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você pensa em fazer o curso superior de jornalismo, sugiro que leia uma <a href="http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/04/07/_bom_jornalista_nunca_esta_completo_diz_miriam_leitao_durante_entrevista_para_secao_voz_da_experiencia_-426731822.asp">entrevista com a Miriam Leitão</a> produzida pelo O Globo e pela revista Magazine (pertencente ao Globo). Algumas pessoas poderão argumentar que Miriam trabalha para a Globo, e que por isso não deve ter sua opinião respeitada.</p>
<p>Já eu acredito que ela seja uma profissional notável dentro do jornalismo, e por isso mesmo qualquer um que pense em seguir a carreira de jornalista deve ler a reportagem e ouvir o áudio. Principalmente meus colegas da turma de JO. Alguns deles nem sabem por que freqüentam as aulas.</p>
<ul>
<li><a href="http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/04/07/_bom_jornalista_nunca_esta_completo_diz_miriam_leitao_durante_entrevista_para_secao_voz_da_experiencia_-426731822.asp">Entrevista com Miriam Leitão sobre a carreira jornalística.</a><br />
(Não sei se é aberta para usuários não cadastrados)</li>
</ul>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-362" title="Miriam Leitão" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/04/miriam-leitao.jpeg" alt="Miriam Leitão" width="300" height="196" /></p>
<p>Vale destacar o verbo <strong>&#8220;estudar&#8221;</strong>, que a jornalista utiliza várias vezes durante a entrevista. Deve estar claro para qualquer aspirante a jornalista &#8211; como eu &#8211; que a máxima dessa profissão é &#8220;não saber tudo, mas um pouquinho de cada coisa&#8221;. Fica a dica.</p>
<p>E você? O que espera da carreira jornalística?</p>
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		<title>Como eliminar candidatos no vestibular</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O vestibular é uma época importante na vida de qualquer estudante, visto que todo conhecimento adquirido durante ensino fundamental e médio é posto a prova. Algumas pessoas ficam (literalmente) descontroladas devido ao nervosismo, aos medos e à incerteza da aprovação. Para os que estudaram, tudo fica mais fácil. Pelo menos a matéria já é conhecida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vestibular é uma época importante na vida de qualquer estudante, visto que todo conhecimento adquirido durante ensino fundamental e médio é posto a prova. Algumas pessoas ficam (literalmente) descontroladas devido ao nervosismo, aos medos e à incerteza da aprovação.</p>
<p>Para os que estudaram, tudo fica mais fácil. Pelo menos a matéria já é conhecida. Já para os que não estudaram, só resta o chute (se a prova for objetiva). Se a prova for discursiva, melhor nem gastar dinheiro pagando as (altas!) taxas de inscrição.</p>
<p>Este post é destinado àqueles que não deram a mínima durante o ano todo, e ainda assim acham que merecem passar numa universidade pública. Eu faço uma lista de atitudes que podem ajudar a eliminar o candidato oponente de modo que ele ou ela não tenha chance de responder as questões.</p>
<p>As dicas também servem para os CDFs que se mataram o ano inteiro em meio aos livros e apostilas, mas ainda não tem certeza de como será o resultados das provas.</p>
<h3>1. Desestabilize o candidato</h3>
<p>Durante as aulas do cursinho (ou colégio mesmo), faça muitas perguntas. Perguntas complexas e às vezes sem nexo, para que o professor se embaralhe na hora de respondê-las. Se o professor tem dificuldade em formular respostas, é bem provável que seus pupilos também tenham.</p>
<h3>2. Empreste seu material</h3>
<p>Quanto mais anotações seus fichários, cadernos, apostilas e leitura complementar tiverem, melhor. Como cada pessoa tem uma forma única de estruturar suas idéias e projetá-las em forma de notas, muito provavelmente a pessoa que pegar o material emprestado não entenderá nada. Ou achará que entendeu, mas na hora da prova vai perceber que faltaram detalhes que só ela mesma poderia ter absorvido.</p>
<h3>3. Dê mole</h3>
<p>Essa vai em especial para as meninas. Com todo o foco voltado para os estudos, é natural que os hormônios fiquem mais suscetíveis a certos &#8220;estímulos&#8221;. Dar só um gostinho dos prazeres carnais que tem a oferecer pode causar no candidato oponente alucinações sobre como seria bom ter um contato maior entre os dois. O marmanjo pode perder a noção de tempo e espaço e esquecer que estudar é necessário.</p>
<h3>4. Espalhe boatos</h3>
<p>É simples espalhar boatos sobre as provas através da internet. Por exemplo: divulgar que as inscrições terminaram quando na verdade elas foram prorrogadas. Quando o oponente receber a notícia de que corre o risco de não fazer a tão desejada (e temida) prova, um desespero avassalador poderá se instalar nesta pobre pessoa. Prefere-se que o oponente entre em depressão, visto que potenciais suicidas normalmente não estudam.</p>
<h3>5. Toque terror no dia da prova</h3>
<p>Se nenhuma das dicas anteriores surtir efeito, é hora de apelar para as técnicas ninja em dia da prova. Neste dia as pessoas estão tão nervosas que qualquer atitude mínima pode desconcentrá-las. Faça sons irritantes, como tossir, se engasgar, batucar com a caneta na folha de papel, não parar de bater com os pés no chão ou (se tiver muita, muita coragem) assobiar.</p>
<p>Deixe a borracha cair no chão, bem distante, e vá buscá-la. A maioria dos candidatos pára e acompanha o trajeto, enquanto que o tempo está passando. Se quiser, ainda pode tropeçar na carteira de alguém. Quanto maior o drama, mais tempo as pessoas perderão assistindo à cena.</p>
<p>Outra forma de tentar impedir o candidato oponente de fazer a prova é liberando gases não tão “estufa”, se é que me entendem. Nessas horas uma feijoada com repolho e ovos na janta anterior ajuda a intensificar a potência da arma. Só não vá liberar sólidos (ou quase isso) durante o ato terrorista.</p>
<h3>6. Último e fatal: a batata do desespero</h3>
<p>Se nem mesmo uma orquestra tocando a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia_n%C2%BA_9_(Beethoven)">Nona de Beethoven</a> no meio da sala perturba a concentração dos outros candidatos, abra aquela saca de três quilos (!) de batata Ruffles (ou Pringles) e comece a devorá-las. Crac, crac, crac&#8230; Os candidatos oponentes vão odiar aquele barulho de alimento sendo mastigada sem poder mastigar também. Pringles também vale, mas o custo-benefício será maior.</p>
<p>Só não vá levar o texto a sério. Ele é apenas uma forma de descontrair frente a um desafio tão grande quanto é o vestibular. Se quiser ler um pouco mais sobre a guerra que é ser admitido em uma faculdade (ou &#8220;vietbular&#8221;), leia este <a href="http://descascandopepino.blogspot.com/2005/11/vietbular.html">post produzido por um professor</a>.</p>
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		<title>Sebo virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 10:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Momento Alessandro Martins. Vou recomendar um serviço que eu descobri há pouco tempo e pode ajudar diversos segmentos desta sociedade de Meu Deus, como os estudantes universitários que não querem pagar pelas edições novas de livros e colecionadores de raridades. A Estante Virtual é um site que se propõe a mapear diversos sebos espalhados pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momento <a href="http://www.alessandromartins.com">Alessandro Martins</a>. Vou recomendar um serviço que eu descobri há pouco tempo e pode ajudar diversos segmentos desta sociedade de Meu Deus, como os estudantes universitários que não querem pagar pelas edições novas de livros e colecionadores de raridades.</p>
<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/09/livro-antigo.jpg" alt="Livro antigo com globo em cima" /></p>
<p>A <a href="http://www.estantevirtual.com.br/">Estante Virtual</a> é um site que se propõe a mapear diversos sebos espalhados pelo país inteiro e integrá-los em uma rede. São 650 no total, que oferecem mais de um milhão de livros. A classificação dos livros é bastante completa, dividida entre diversas categorias (administração, direito etc.).  Também existe a busca direta pelo título ou autor.</p>
<p>Se você não gosta de livros mais velhos, com marcações ou ainda com a capa em condições não tão boas, sugiro que <a href="http://memoriasfracas.com/shop/livros">acesse a loja de livros</a> do <strong>Memórias Fracas</strong> e faça suas compras. Lá é tudo novo em folha.</p>
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		<title>Professor Bruno Torres</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bruno Torres é um ícone indiscutível da blogosfera brasileira. Só de assinantes do feed RSS são mais de 3.500 pessoas, que podem conferir as últimas tendências da internet e também algumas saber novidades do mundo da informática em primeira mão. Outro aspecto impactante é a quantidade de informação que o cara acumulou sobre SEO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://brunotorres.net/sobre/">Bruno Torres</a> é um ícone indiscutível da blogosfera brasileira. Só de assinantes do <em>feed RSS</em> são mais de 3.500 pessoas, que podem conferir as últimas tendências da internet e também algumas saber novidades do mundo da informática em primeira mão.</p>
<p>Outro aspecto impactante é a quantidade de informação que o cara acumulou sobre SEO e <em>webstandards</em> durante esse tempo todo, sendo ele umas das referências em otimização para buscas no Brasil. Altamente recomendável para os <em>bloggers</em> iniciantes e também para os que querem fazer da <em>web</em> sua forma de ganhar a vida.</p>
<p>Agora o <a href="http://brunotorres.net/">Bruno</a> decidiu ampliar seu compo de atuação e adentrar no mundo editorial, mais precisamente de conteúdo estudantil. Não diretamente, mas veja com o que me deparei enquanto folheava o módulo de português da apostila do meu curso pré-vestibular:</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/05/bruno-torres-em-apostila1.jpg" alt="Bruno Torres tem texto de sua autoria em apostila pré-vestibular" /></p>
<p>O texto está disponível em <a href="http://brunotorres.net/minha-terra-tem-blogueiros-que-nao-sabem-conversar">post onde ele critica a forma precária de conversação que a blogosfera brasileira costuma adotar</a>. Não sabemos conversar, de acordo com o texto dele. E isso na seção de &#8220;Conceitos de Literatura&#8221;. O que mais o Bruno Torres irá nos aprontar? xD</p>
<p>E para os que ficaram curiosos, o gabarito da questão foi:</p>
<blockquote><p>O autor do texto faz uma <a href="http://memoriasfracas.com/opiniao/cancao-do-martirio/">paródia de &#8220;Canção do exílio&#8221;</a>, desconstruindo o texto original, por meio da ironia, para fazer crítica em relação aos usuários dos &#8220;blogs&#8221; [assim mesmo, entre aspas].</p></blockquote>
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		<title>Metendo a cara nos livros e nas dúvidas</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/metendo-a-cara-nos-livros-e-nas-duvidas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 09:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou o temido ano. Muitas pessoas já tremem só de pensar no assunto, mas vamos a ele. Parece que não, mas a partir do momento que o estudante começa a freqüentar a sala de aula do cursinho (ou do colégio mesmo), a idéia que se tem é de que o mundo inteiro só fala naquele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/03/montes_de_livros.jpg" alt="Montes de livros" /></center>Chegou o temido ano. Muitas pessoas já tremem só de pensar no assunto, mas vamos a ele. Parece que não, mas a partir do momento que o estudante começa a freqüentar a sala de aula do cursinho (ou do colégio mesmo), a idéia que se tem é de que o mundo inteiro só fala naquele assunto: vestibular. O noticiário dá vestibular. As novelas dão vestibular. O jogo de futebol lembra do vestibular.A vida do vestibulando (como eu) pára. São horas a fio tendo aulas, esquematizando estudos direcionados, tirando dúvidas durante a monitoria. São também diversos &#8220;nãos&#8221; ditos aos amigos, colegas e agregados para os diversos tipos de convite. Desde a pelada seguida de churrasco até um dia inteiro nas pistas do fantástico esporte chamado boliche.</p>
<p>São inúmeros os desafios que nós enfrentamos. São também inúmeras as vezes que teremos que abrir mão de um prazer imediato para tentar, no fim do ano, ter um prazer permanente, estendido pelos próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, é um momento difícil. Dizer que há necessidade de tomar decisões é pouco. Na verdade, o estudante tem que tomar A decisão, aquela que mudará completamente sua vida.</p>
<p>Embora eu já tenha a idéia de qual carreira seguir desde o início da adolescência, muitos colegas não têm. E então começa mais um suplício para tentar descobrir o que melhor se enquadra no perfil da pessoa, do que ela mais gosta. Pior que já saber com antecedência o que quer e se cobrar por isso deve ser não saber e mudar a todo instante de opinião.</p>
<p><small>Imagem que ilustra o post: <a href="http://www.flickr.com/photos/mikaelamartin/421655611/">Mikaela Martin</a>, encontrada em seu <a href="http://www.flickr.com/photos/mikaelamartin/">Flickr</a>.</small></p>
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		<title>Geração Copia e Cola</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jun 2006 17:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos aqui com certeza já foram, ou são, estudantes. E como tal, também já conviveram com os fabulosos trabalhos bimestrais, uma forma usada pelos alunos para se garantir nas matérias que não têm embasamento, desde física até educação artística.Na época de mamãe os trabalhos em grupo eram de fato em grupo. Os coleguinhas se reuniam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry">Todos aqui com certeza já foram, ou são, estudantes. E como tal, também já conviveram com os fabulosos trabalhos bimestrais, uma forma usada pelos alunos para se garantir nas matérias que não têm embasamento, desde física até educação artística.Na época de mamãe os trabalhos em grupo eram de fato em grupo. Os coleguinhas se reuniam com os livros, enciclopédias, dicionários e mais quilos de papéis debaixo do braço e começavam o processo de triagem. Isso poderia levar horas; até mesmo dias. E no fim das contas todos participavam e todos tinham seu belo nome incluso no relatório de participação.</p>
<p>Já nos tempos modernos o advento da internet permitiu que os alunos pudéssemos agilizar todo esse processo. &ldquo;Papel&rdquo; é um termo em extinção; reunião mesmo só por MSN. E aí começam os nossos problemas.</p>
<p>A começar pela velha desculpa de sempre. &ldquo;Não sou rico. Não tenho Velox (substitua pelo seu plano simples de serviço banda larga)&rdquo; solta aquela pessoa cujo genitor comprou há poucos meses o carro do ano, capaz de ter acesso Wi-Fi. Mas eu nada respondo. É melhor. Antes ouvir isso do que uma outra história, de que o PC simplesmente pifou (exatamente no dia que a pessoa tirou para trabalhar em algum projeto).</p>
<p>Vem outro dizendo que a ele nada foi designado. Talvez ele não saiba que um trabalho em grupo, pelos moldes normais, não tem líder. Mas você já tentou explicar este simples fato ao ser que concebeu esta visão de grupo? Bem, eu já desisti de explicar.</p>
<p>Mas talvez o maior problema ainda sejam as fontes das informações. Como eu sei que nego não se preocupa nem em ler o que escolheu para enviar como sendo sua parte? Simples: basta perceber os &ldquo;Clique aqui&rdquo;, &ldquo;Saiba mais&rdquo; ou até mesmo alguns banners e copyright. A Geração Copia e Cola faz jus à sua denominação. Nem textos provenientes da nossa ex-metrópole Portugal são poupados.<br />
Sem contar que nem todos os sites, não-sei-quantos bilhões que estão indexados pelo Google, são confiáveis. A Wikipédia é uma das que sofrem com o estigma de ser fonte de pesquisa e não ter 100% de veracidade em seus itens. E não sou eu que digo isso, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20203.shtml">mas o fundador dela</a>.</p>
<p>E tudo isso é enviado, ou melhor, &ldquo;jogado&rdquo; por e-mail. Eles enviam e esquecem da vida. E o coitado que vai montar o trabalho, compilar as informações, é quem sofre. Quem tem que se virar para transformar muita coisa inútil em algo produtivo e que valha nota. Alguém tem coragem de dizer que não há motivo para reclamar?</p>
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