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> <channel><title>Memórias Fracas &#187; Metrô Rio</title> <atom:link href="http://memoriasfracas.com/tag/metro-rio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://memoriasfracas.com</link> <description>Pitacos sobre jornalismo, cultura e televisão.</description> <lastBuildDate>Wed, 14 Mar 2012 14:10:32 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Preço do Metrô Rio vai subir: R$ 2,80</title><link>http://memoriasfracas.com/preco-metro-rio-vai-subir/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/preco-metro-rio-vai-subir/#comments</comments> <pubDate>Thu, 26 Mar 2009 18:46:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Internet]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Cidade do Rio de Janeiro]]></category> <category><![CDATA[Metrô Rio]]></category> <category><![CDATA[transporte]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=757</guid> <description><![CDATA[Em tempos de crise é preciso se blindar de todas as formas possíveis, certo? Pois foi isso o que a administradora da rede metroviária do Rio de Janeiro decidiu fazer. A partir de 2 de abril, os cariocas terão que &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/preco-metro-rio-vai-subir/">Continuar lendo <span
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href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/3/bilhete_do_metro_mais_caro_2344.html">decidiu fazer</a>. A partir de 2 de abril, os cariocas terão que pagar <strong>vinte centavos</strong> a mais para poder utilizar o metrô.</p><p>Para fazer esse aumento, a concessionária conta com a bênção da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Rio de Janeiro (“Agetransp”. Ufa!). Por contrato, a tarifa pode ser aumentada uma vez por ano. O curioso é perceber que logo num momento de <strong>desemprego</strong>, em que as pessoas precisam transitar pela cidade para buscar uma nova ocupação, o preço da passagem sobe.</p><p>Cabe sublinhar que o metrô do Rio de Janeiro já era o <strong><a
href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL394889-5606,00-RIO+TEM+O+METRO+MAIS+CARO+DO+PAIS.html">mais caro</a> do Brasil</strong>, e assim continuará sendo. No Rio, a passagem unitária passará custar <strong>R$ 2,80</strong>, enquanto que em São Paulo, onde a malha metroviária é muito maior, o mesmo bilhete unitário é vendido por <strong>R$ 2,55</strong>.</p><p>“Mas esses vinte centavos vão significar melhorias no serviço”, você pode pensar. Não, não vão. Ano a ano o Metrô Rio vem aumentando o preço da tarifa, mas não faz questão de aumentar a qualidade do serviço. Os trens estão superlotados, nem sempre o ar-condicionado funciona, faltam mais estações. Só para elencar três problemas que o Metrô Rio enfrenta.</p><p>Nem tudo, porém, é culpa da concessionária. Por exemplo, a ampliação das linhas é obrigação do <strong>governo estadual</strong>, que à época da privatização do metrô ficou obrigado a expandir a malha metroviária. Ainda assim, <strong>nada</strong> justifica um acréscimo na tarifa nesse momento. Foi uma <strong>péssima decisão</strong>.</p><p><strong>Atualização em 03/abr/2009 »</strong> Existe na internet um <a
href="http://www.sinsafispro.org.br/forumsonaly/Formulario.asp">abaixo-assinado contra o aumento do metrô</a>. <a
href="http://www.sinsafispro.org.br/forumsonaly/Formulario.asp">Para assinar, clique aqui</a>. Vi no blog <a
href="http://des-atino.blogspot.com/2009/04/linguagem-corporal-e-falta-que-ela-nos.html">Des-Atino</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/preco-metro-rio-vai-subir/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Sobre livros e metrôs</title><link>http://memoriasfracas.com/sobre-livros-e-metros/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/sobre-livros-e-metros/#comments</comments> <pubDate>Sun, 21 Jan 2007 10:00:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Vida mundana]]></category> <category><![CDATA[crônica]]></category> <category><![CDATA[literatura]]></category> <category><![CDATA[Metrô Rio]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=99</guid> <description><![CDATA[Ler é um dos atos mais prazerosos que podem existir. Letras, que formam palavras, que formam parágrafos, que formam páginas, que formam livros. E livros que são histórias. Tem gente que lê quando acorda, antes mesmo de tomar o café. &#8230; <a
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style="text-align: center"><img
src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/01/livros.jpg" id="image116" alt="Livros" name="image116" height="285" width="366" /></p><p>Ler é um dos atos mais prazerosos que podem existir. Letras, que formam palavras, que formam parágrafos, que formam páginas, que formam livros. E livros que são histórias.</p><p>Tem gente que lê quando acorda, antes mesmo de tomar o café. Tem gente que lê na hora de dormir (como eu). Tem gente (o <a
href="http://www.alessandromartins.com/">Alessandro Martins</a>, por exemplo) que não lê, mas que tem a história lida por outra pessoa enquanto dirige.</p><p>Não importa a modalidade de leitura, o importante é o ato. Quase sagrado, deve ser degustado no seu todo e no seu mínimo. Cada acento é uma pitada de emoção que é empregada para dar sabor ao conto.</p><p>Nas cidades que têm transporte metroviário, há mais uma opção para momentos de leitura: durante o trajeto dos trens. Aqui no Rio de Janeiro é bem comum ver pessoas apreciando revistas, livros e jornais enquanto aguardam a estação desejada. Observe que é um ato de individualismo puro, embora isso não seja uma anormalidade.</p><p>Quando se depende deste meio de transporte para trabalhar, então, é trivial que já se conheça certas pessoas que aguardam o veículo no mesmo horário. Com o tempo surge a amizade, e então uma ótima oportunidade para a leitura em conjunto. Um leva o livro e ambos vão acompanhando a história.</p><p>Não é aquele lance de canto de olho, que em muito me incomoda, quando a pessoa está lendo rapidamente o jornal e quem está do lado começa a deixar sua atenção decair para as notícias. Isso sim é bem desagradável.</p><p>O que ocorre é quase uma aliança, através da literatura. Como ver um filme junto. No fim de cada página ou capítulo, há com quem comentar e tecer um diálogo acerca da narrativa. Imprime-se um momento de prazer e reflexão, pautado pelo convívio social.</p><p>A cada livro finalizado, deve haver um rodízio para que todos possam se encarregar de encontrar uma outra história que seja de agrado dos dois. Assim, acaba-se por firmar um intercâmbio cultural. E a chatice da espera do metrô se transforma em agradáveis momentos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/sobre-livros-e-metros/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Caos sobre trilhos</title><link>http://memoriasfracas.com/caos-sobre-trilhos/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/caos-sobre-trilhos/#comments</comments> <pubDate>Sun, 30 Apr 2006 19:40:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Vida mundana]]></category> <category><![CDATA[Metrô Rio]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=10</guid> <description><![CDATA[Eu fico impressionado com o metrô. Uma linha eletrificada que corta a cidade, levando as pessoas aos pontos principais, de forma rápida e segura. Deveria ser uma maravilha. E, do ponto de vista operacional e técnico, o Metrô Rio não &#8230; <a
href="http://memoriasfracas.com/caos-sobre-trilhos/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Eu fico impressionado com o metrô. Uma linha eletrificada que corta a cidade, levando as pessoas aos pontos principais, de forma rápida e segura. Deveria ser uma maravilha. E, do ponto de vista operacional e técnico, o Metrô Rio não deve nada a ninguém.</p><p>Já quando se fala das pessoas que se utilizam deste veículo, as coisas mudam de figura. Essas pessoas, que deveriam ser um exemplo de educação durante o seu trajeto, fazem exatamente o contrário. Pelo menos aqui no Rio.</p><p
style="text-align: center"><img
src="http://i81.photobucket.com/albums/j236/memoriasfracas/metro_rio.jpg" align="right" /></p><p><strong>Lugar vago »</strong> Para passar da linha 2 para a 1 você sai de um trem, sobe uma escada rolante e então entra em outro trem. O que eu noto é o desespero das pessoas. Assim que o trem chega, já se formam aglomerados de gente apressada na frente das faixas amarelas onde as portas irão parar. Saem os passageiros que já estavam no trem pelo outro lado do vagão, e quando a porta que está virada para nós abre o empurra-empurra se inicia. O importante é fazer a viagem sentado. Nem que para isso tenha que correr como Emerson Fitipaldi, lutar como Popó ou pular como Daiane dos Santos.</p><p><strong>Idosos »</strong> Aqui os vagões possuem umas cadeiras especiais, laranjas. Uma voz feminina que sai dos alto-falantes informa que estas “são preferenciais para portadores de deficiência, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo&rdquo;. A moça vai mais além e pede: “Seja solidário. Ceda o lugar&rdquo;. Nestes casos, definitivamente, o carioca não é solidário. Até tem umas pessoas que se levantam para que o senhor ou senhora sente. Mas se for um jovem, é mais provável que o idoso morra em pé. O mesmo se aplica às crianças. Acho que os únicos que se salvam são os deficientes, que comovem as pessoas sentadas por não terem uma perna, ou um braço, ou terem alguma síndrome.</p><p>Para não correr o risco de ouvir um idoso reclamando, ou pior, pedindo clemência para que lhe dêem o lugar para que possa descansar as pernas, eu passo longe dos tais assentos.</p><p><strong>Crianças »</strong> Parece que é de propósito, mas toda vez que eu preciso usar o metrô, exatamente no vagão que eu estou tem que haver uma criancinha também. Daquelas melequentas e chatas. Elas não se acanham não: gritam, berram, esperneiam. E a mãe, uma coitada, fica vermelha de vergonha.</p><p>Algumas “crionças&rdquo; (este trocadilho é muito válido) acham que o vagão é um playground. Pegam seus carrinhos (ou aviões, jatos, cavalos, etc.) e ficam passando em cima de assentos, pessoas, e tudo mais que estiver pela frente. Mais uma vez cabe à genitora imobilizar a peste e pedir desculpas para o atingido pelo brinquedo.</p><p><strong>Dorminhocos »</strong> Depois de um dia inteiro de trabalho é natural que você esteja cansado. Senta-se e o cansaço vem em cheio. As pálpebras ficam pesadas, e quando você percebe sua cabeça está fazendo um ombro alheio de travesseiro. Há coisa pior que isso? São apenas vinte ou trinta minutinhos até chegar ao seu lar e poder usufruir do seu sofá preferido para aquela deitadinha rápida.</p><p>Se o ombro for o meu, pode ter certeza que eu me levanto de modo tão agressivo que você vai acordar.</p><p><strong>Leitura »</strong> Você está sentado lendo confortavelmente seu jornal, revista ou livro enquanto a pessoa ao seu lado está de mãos abanando, sem nada para fazer. Como por instinto, começa a olhar para o texto. Mas sem coragem para encará-lo. É de rabo de olho mesmo, fingindo estar apreciando a viagem, mas com os olhos fixos no seu papel.</p><p>Esse tipo de leitura comunitária implícita não existe. Ou você leva seu jornal ou que fique olhando para o teto. Problema é seu. Mas não venha me incomodar com seus olhares fingidos!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/caos-sobre-trilhos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
