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	<title>Memórias Fracas &#187; publicidade</title>
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	<description>Meus pitacos sobre jornalismo e tecnologia</description>
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		<title>Não falarás sobre aquele que te banca</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[INFO]]></category>
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		<category><![CDATA[Wired]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje mais cedo, num artigo sobre a revista americana &#8220;PC Magazine&#8221; ter escolhido o Hotmail como aplicativo web do ano, li um coment&#225;rio mais ou menos assim: n&#227;o d&#225; para confiar nessa an&#225;lise porque o produto analisado &#233; de um anunciante da pr&#243;pria publica&#231;&#227;o. Ora, ora, vamos com calma! Uma revista tem um p&#250;blico-alvo definido. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje mais cedo, num artigo sobre a revista americana &#8220;PC Magazine&#8221; ter escolhido o Hotmail como aplicativo web do ano, li um coment&aacute;rio mais ou menos assim: n&atilde;o d&aacute; para confiar nessa an&aacute;lise porque o produto analisado &eacute; de um anunciante da pr&oacute;pria publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Ora, ora, vamos com calma! Uma revista tem um p&uacute;blico-alvo definido. Classe econ&ocirc;mica, regi&atilde;o, idade, n&iacute;vel de cultura etc. Tudo isso ajuda a construir a identidade de uma publica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o raro, os anunciantes querem atingir esse mesmo p&uacute;blico com mensagens publicit&aacute;rias sobre produtos espec&iacute;ficos. Afinal, o p&uacute;blico &eacute; o mesmo.<span id="more-2178"></span></p>
<p>Como &eacute; que uma revista sobre inform&aacute;tica vai receber an&uacute;ncios de empresas de agropecu&aacute;ria? N&atilde;o &eacute; assim que a ind&uacute;stria da Comunica&ccedil;&atilde;o Social funciona. Publicidade e Jornalismo andam lado a lado, de m&atilde;os dadas, e dependem um do outro. O que n&atilde;o quer dizer que eles precisam se confundir.</p>
<p>&Eacute; natural que a &#8220;Wired&#8221;, a b&iacute;blia sagrada da tecnologia, receba propaganda de empresas como LG, Microsoft, Samsung e Verizon. Assim como &eacute; natural que a &#8220;INFO&#8221; tenha comercial da NET ou da Nokia. Isso afeta o julgamento da empresa ao produzir an&aacute;lises de produtos? N&atilde;o deveria. S&atilde;o ve&iacute;culos s&eacute;rios, conceituados e com uma credibilidade constru&iacute;da ao longo de anos. Espera-se que os jornalistas dessas publica&ccedil;&otilde;es saibam separar interesses comerciais da produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do.</p>
<p>Ter departamento comercial separado do de Jornalismo n&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia. Dessa forma cria-se um distanciamento entre as equipes para que o trabalho de uma &mdash; notadamente a de comercial; desculpem-me os publicit&aacute;rios que leem este blogue &mdash; contamine o trabalho de outra.</p>
<p>Desconsiderar uma an&aacute;lise porque a empresa dona do produto anuncia na revista nos levaria a desconsiderar o produto editorial como um todo. A maioria dos anunciantes &eacute; pass&iacute;vel de virar assunto da publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Como eu disse, o material publicit&aacute;rio e conte&uacute;do jornal&iacute;stico t&ecirc;m o mesmo alvo. &Eacute; assim que funciona.</p>
<p>E isso vale n&atilde;o s&oacute; para revistas, mas para qualquer coisa que envolva Comunica&ccedil;&atilde;o e tenha o objetivo de ser lucrativa.</p>
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		<title>Conteúdo de qualidade: alguém tem que pagar a conta</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 03:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[A internet é um meio barato para anunciar. Com o Google jogando o preço de anúncios em texto para baixo e as agências com mais dificuldades em cobrar valores minimamente decentes de sua carteira de clientes, é o produtor de conteúdo quem sofre com o baixo investimento e a incapacidade de se manter no negócio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é um meio barato para anunciar. Com o Google jogando o preço de anúncios em texto para baixo e as agências com mais dificuldades em cobrar valores minimamente decentes de sua carteira de clientes, é o produtor de conteúdo quem sofre com o baixo investimento e a incapacidade de se manter no negócio. Mas isso está mudando, conforme o Tiago Dória sinalizou em um <a href="http://tecnoblog.net/39261/conteudo-de-qualidade-custa-caro/">artigo recente</a>.</p>
<p>O cálculo é muito simples: fazer Jornalismo custa caro. Seja no meio impresso ou no meio online, vá ver quantas pessoas uma redação de jornal emprega. Isso acontece porque, principalmente, apuração leva tempo. Em alguns segmentos do noticiário, <em>releases</em> e telefones dão para o gasto. Mas em outros, como política ou metrópole, não há saída: o repórter deve ir à rua, à notícia. E lá se vão preciosos minutos no trânsito, mais preciosos minutos esperando a fonte falar, depois tem que voltar à redação, escrever, revisar, reler, publicar. É uma trabalheira sem fim.</p>
<p>Com isso as redações vão inchando, até que chegamos no patamar atual. São grandes veículos com uma quantidade enorme de profissionais contratados, produzindo conteúdo todos os dias, porém sem um meio de remunerar esse conteúdo no meio online.</p>
<p>Mas isso está para mudar. Algumas empresas já reconhecem o verdadeiro valor do conteúdo produzido na rede, sabem que ele custa dinheiro e se dispõem a pagar decentemente pelos anúncios. Afinal de contas, todas as empresas querem isso mesmo: associar sua publicidade a veículos de qualidade, confiança e credibilidade.</p>
<p>Com o meio impresso migrando lentamente &#8211; e jamais definitivamente &#8211; para o online, é natural que o valor dessa produção online comece a subir. Os bons vão sobreviver. E ganharão o suficiente para isso.</p>
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		<title>Comunicação em família</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 23:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Young & Rubicam]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja o anúncio "Família", produzido pela Young &#038; Rubicam para a Vivo, devido ao Dia dos Pais de 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que nunca antes na história desse blogue eu havia comentado sobre Publicidade. Já dei meus pitacos sobre Jornalismo algumas vezes, mas sobre PP nunca. Talvez porque eu não me interesse tanto assim pelo lado de lá da Comunicação Social.</p>
<p>De qualquer forma, deixo aqui a minha dica para que você assista ao anúncio intitulado “Família”, produzido pela agência Young &amp; Rubicam (de Roberto Justus) para a operadora de telefonia celular Vivo.</p>
<p><object style="width: 500px; height: 411px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="411" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tzXub8upECU" /><embed style="width: 500px; height: 411px;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="411" src="http://www.youtube.com/v/tzXub8upECU"></embed></object></p>
<p>Não é um anúncio tocante? É evidente que o interesse da operadora ainda é vender assinaturas de seus serviços, mas ainda assim eles conseguiram abordar a comunicação em família de uma perspectiva muito bacana, sem deixar de ser verdadeira.</p>
<p>É muito bom quando nós vemos que os publicitários brasileiros demonstram sua inventividade num comercial simples, sem grandes recursos, mas que dá a mensagem no tom certo e chama a atenção do interlocutor.</p>
<p>Sem falar na música que serve de trilha sonora do filme, belíssima. <span style="text-decoration: line-through;">Se você tiver o nome dela e também o da intérprete, não deixe de me avisar nos comentários.</span> O <a href="http://stevenconte.wordpress.com/">Steven Conte</a> me contou o nome da música: &#8220;The Show&#8221;, da cantora Lenka. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2nTSU-mFWGs">Clique aqui para assistir ao videoclipe oficial</a>.</p>
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		<title>Efraim Moraes renova contrato de 12 mil reais com site controverso</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/senador-efraim-moraes-renova-contrato/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 01:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Efraim Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda no ano passado, mais precisamente em julho, o blogueiro Carlos Cardoso denunciou em seu blog que o Senador Efraim Moraes, do Democratas/PB, havia aprovado um contrato com o site Paraiba.com.br no valor de R$ 48 mil reais anuais, para exibição de um selo semelhante ao abaixo no cabeçalho do site. Muito se falou sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/01/efraimmoraesparaiba.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="efraim-moraes-paraiba" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/01/efraimmoraesparaiba-thumb.jpg" border="0" alt="efraim-moraes-paraiba" width="504" height="332" /></a></p>
<p>Ainda no ano passado, mais precisamente em julho, <a href="http://www.contraditorium.com/2008/07/13/no-vou-falar-mal-do-projeto-do-azeredo-para-o-senado-anunciar-aqui/">o blogueiro Carlos Cardoso denunciou em seu blog</a> que o Senador <strong>Efraim Moraes</strong>, do Democratas/PB, havia aprovado um contrato com o site <a href="http://www.paraiba.com.br/">Paraiba.com.br</a> no valor de <strong>R$ 48 mil reais anuais</strong>, para exibição de um selo semelhante ao abaixo no cabeçalho do site.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-672" title="selo-senado" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/01/selo-senado.jpg" alt="selo-senado" width="120" height="60" /></p>
<p>Muito se falou sobre o assunto, mas nada de efetivo aconteceu. Pois bem: nesse ano, a dose se repete. Segundo a <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090109/not_imp304621,0.php">Agência Estado</a>, enquanto se prepara para deixar o cargo de primeiro-secretário do Senado, Efraim Moraes renovou o contrato de publicidade com o site.</p>
<p>O valor, no entanto, caiu para <strong>R$ 12 mil anuais</strong>, ou mil reais por mês. É “apenas” 1/4 do valor anterior, mas ainda assim não justifica a publicidade do Senado Federal em um site completamente desconhecido e cuja publicidade está fora do valor de mercado.</p>
<p>Para que se entenda como o caso é obscuro, é importante observar que a empresa detentora do domínio <em>paraiba.com.br</em> é a mesma que registrou o site oficial do senador. E o pior de tudo: conforme o <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/ganhe-dinheiro-na-internet-com-um-banner-do-senado">Tecnocracia</a> informou, o Congresso Nacional – e o Governo de modo geral – não pode contratar serviços de publicidade sem licitação.</p>
<p>É absolutamente <strong>ilegal</strong>.</p>
<p><em>Agradecimentos ao <a href="http://dezeroacem.blogspot.com/">Thiago Araújo</a> (<a href="http://twitter.com/baiano">@baiano</a>), que me alertou sobre o assunto no <a href="http://twitter.com/thassius">Twitter</a>.</em></p>
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		<title>Meramente ilustrativas</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/meramente-ilustrativas/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 11:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estou farto de, em minhas andanças pela vida, cruzar com as &#8216;imagens meramente ilustrativas&#8217;. Em qualquer painel que se pare, em qualquer anúncio de revista, em qualquer comercial televisivo, lá estão as já citadas imagens. Tudo bem que a publicidade precisa peças atrativas, que nos levem a consumir. Mas há um limite. Nas últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estou farto de, em minhas andanças pela vida, cruzar com as &#8216;imagens meramente ilustrativas&#8217;. Em qualquer painel que se pare, em qualquer anúncio de revista, em qualquer comercial televisivo, lá estão as já citadas imagens.</p>
<p>Tudo bem que a publicidade precisa peças atrativas, que nos levem a consumir. Mas há um limite. Nas últimas semanas estive em lojas do McDonalds&#8217;s e do Bob&#8217;s. Em ambas, quando você recebe seu pedido, pergunta-se se é aquilo mesmo o que pretendia comer. Na maioria das vezes não é.</p>
<p>Outra coisa que tem me incomodado são alguns comerciais que passam as informações sobre a compra -como condições de pagamento ou o aviso de que o diabo vem buscar sua alma em até 24 horas- tão rápido, mas tão rápido, que nem parece que passaram.</p>
<p>As Casas Bahia são mestres nisso. Poderia apostar que os textos de rodapé não levam sequer um segundo. E como são pequenos! Nem em tv de plasma com 42 polegadas o pobre indivíduo enxerga o que lá está escrito. Mas quem tem tv de plasma de 42&#8243; não compra nas Casas Bahia. Nem é pobre.</p>
<p>A publicidade às vezes pode ser cruel. Mas muitas vezes também educa, diverte, alegra. No entanto, acabo ficando com uma opinião negativa ao lembrar das &#8216;imagens meramente ilustrativas&#8217;. Parece que é tudo de mentira; que eles querem nos empurrar qualquer coisa sempre, e a gente acaba aceitando isso.</p>
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		<title>O Silvio Santos da blogosfera</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 21:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu neste sábado em Curitiba o primeiro BlogCamp do Paraná, que dá prosseguimento à série de eventos organizados pela blogosfera brasileira sobre a blogosfera brasileira. Infelizmente eu não pude dar o ar da minha graça por lá, mas todos os blogueiros de fora puderam contar com uma excelente transmissão ao vivo do evento via web. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu neste sábado em Curitiba o primeiro BlogCamp do Paraná, que dá prosseguimento à série de eventos organizados pela blogosfera brasileira sobre a blogosfera brasileira. Infelizmente eu não pude dar o ar da minha graça por lá, mas todos os blogueiros de fora puderam contar com uma excelente transmissão ao vivo do evento via web.</p>
<p>Nesse <em>streaming</em> foi notável a participação de Rafael Ziggy, criador do <a href="http://simviral.com">Sim Viral</a>, fazendo cover do maior animador do Brasil. Sim, Ziggy despiu-se de qualquer timidez e interpretou no palco do <strike>Você é mais espert</strike> BlogCamp Silvio Santos. Com direito a todas as músicas temáticas do apresentador e participação fervorosa da platéia.</p>
<p>Abaixo você encontra dois vídeos do <strong>Ziggyo Santos</strong> se apresentando no BlogCamp Paraná 2007. O primeiro foi captado por mim a partir de uma transmissão ao vivo do pessoal da <a href="http://www.webalive.com.br">Webalive</a>. Já o segundo foi encontrado <a href="http://videolog.uol.com.br/paca">neste videolog</a> a partir de um <a href="http://twitter.com/simviral/statuses/466885182">twit do próprio Ziggy</a>.<span id="more-313"></span></p>
<p>
<object type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=411603&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=411603&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF" /></object><br /><a href="http://www.vimeo.com/411603/l:embed_411603">Ziggyo Santos </a> from <a href="http://www.vimeo.com/thassius/l:embed_411603">thassius</a> on <a href="http://vimeo.com/l:embed_411603">Vimeo</a>.
</p>
<p>
<object width='425' height='342'><param name='flashvars' value='prefix=videos&#038;v=06/15/285170&#038;id_video=285170&#038;' /><embed width='425' height='342' align='middle' allowFullScreen='true' type='application/x-shockwave-flash' flashvars='prefix=videos&#038;v=06/15/285170&#038;id_video=285170&#038;' quality='high' src='http://videolog.uol.com.br/swfs/player_externo.swf'/></object></p>
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		<title>Blogs pagos e blogueiros vendidos</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/blogs-pagos-e-blogueiros-vendidos/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2007 12:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[O Leandro, meu caro amigo e vestibulando desesperado, publicou no seu blog um post que falava sobre uma nova forma de rentabilização de blogues, que o John Chow adotou nesse fim de semana. Chow, um dos bloggers mais bem pagos do mundo, decidiu vender comentários sem o atributo &#8220;nofollow&#8221; (aquele que evita a indexação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://leandrow.net/">Leandro</a>, meu caro amigo e <a href="http://leandrow.net/parada-obrigatoria/">vestibulando desesperado</a>, publicou no seu blog um post que falava sobre <a href="http://leandrow.net/e-voce-pagaria-por-isso/">uma nova forma de rentabilização de blogues</a>, que o John Chow adotou nesse fim de semana. Chow, um dos <em>bloggers</em> mais bem pagos do mundo, decidiu <a href="http://www.johnchow.com/get-nofollow-removed-on-your-comments/">vender comentários sem o atributo &#8220;nofollow&#8221;</a> (aquele que evita a indexação dos mecanismos de busca) por apenas dez dólares mensais.</p>
<p>A idéia é brilhante, como o Leandro mesmo disse e eu concordei. Mas surreal. Eu, atualmente, não consideraria comprar esse novo produto. Vender PageRank não é legal, e o Google deve muito em breve começar a rever suas políticas acerca do assunto.</p>
<p>Excluindo a venda de anúncios direcionados (<a href="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/iclk?sa=l&amp;num=0&amp;client=ca-ref-pub-0714451897040529&amp;adurl=http://tools.google.com/firefox/toolbar/bundle/intl/pt-BR/%3Fai%3DBuXJoMwBRRoTBBIS-gATPjKW2DdGe8hfBgZecAsWNtwEAEAEgydWtBjgBUJLQjo8HYE2gAbWVyP0DsgESbWVtb3JpYXNmcmFjYXMuY29tyAEC2gEaaHR0cDovL21lbW9yaWFzZnJhY2FzLmNvbS-AAgGoAwM&amp;ai=BVdaRMwBRRoTBBIS-gATPjKW2DdGe8hfBgZecAsWNtwEAEAEgydWtBjgBUJrKtc0HYE2gAbWVyP0DsgESbWVtb3JpYXNmcmFjYXMuY29tyAEC2gEaaHR0cDovL21lbW9yaWFzZnJhY2FzLmNvbS-AAgGoAwM">Google Adsense?</a>) e essa nova modalidade <em>made by Chow</em>, sobram muito poucas opções. Os <em>banners</em> normais ainda fazem sucesso nos grandes portais — no UOL um botão na <em>home</em> custa &#8220;apenas&#8221; <a href="http://publicidade.uol.com.br/3.2.jhtm">600 mil reais mensais</a> —, mas não se aplicam a blogues que não têm visitação tão acentuada, na casa dos milhões de <em>pageviews</em>.</p>
<p>Os <em>probloggers</em>  realmente profissionais — isso não é redundância, visto que alguns blogueiros profissas não são tão profissas assim — ainda têm a possibilidade de serem contratados por uma empresa ou grupo para escrever sobre determinados assuntos.</p>
<p>O exemplo prático é a Rosana Hermann. Ela mantém o <a href="http://queridoleitor.zip.net">Querido Leitor</a> com acesso totalmente gratuito, adotando o Adsense como forma de monetizar, e também é paga para escrever a coluna <a href="http://babado.ig.com.br/saladetv/">Sala de TV</a> do Babado e postar no blog <a href="http://share.skype.com/sites/brasil/">Skype Brasil</a>.</p>
<p>Rosana nunca escondeu que o Skype Brasil era um trabalho, nada mais. Lógico que quando a pessoa trabalha com o que gosta, esse trabalho converte-se em prazer. É o caso dela. O Skype divulga algumas notas oficiais através do blog e o resto fica por conta da editora.</p>
<p>O fundamental nisso tudo é deixar transparente para o usuário que as informações ali disponibilizadas refletem, em primeiro lugar, a vontade da empresa pela qual escrevem. Assim como os jornais disponibilizam os projetos de marketing, quando vendem espaços para que as assessorias de imprensa das corporações publiquem o que desejarem.</p>
<p>Honestidade é fundamental. Se for mandar o usuário para uma página de <a href="http://www.buscape.com.br/?lx=1&amp;site_origem=1204558" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">mercadorias relacionadas</a>, que ele saiba disso. Se é pago para escrever sobre um produto ou serviço, que o usuário também saiba disso. Mentir só inflaciona o mercado publicitário, o que termina por afetar negativamente os blogueiros corretos e seus rendimentos.</p>
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		<title>Ganhando dinheiro com blog na base da enganação</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 09:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Monetização&#8221; é palavra do momento na blogosfera brasileira. Probloggers (blogueiros profissionais) ou não, desde que o onipresente Google criou o Google Adsense, ferramenta de publicação de anúncios, qualquer site ou blog pode ter uma fonte de renda. É muito fácil ter uma conta no Adsense e começar a ganhar dinheiro. Ao menos seria, não fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong>Monetização</strong>&#8221; é palavra do momento na blogosfera brasileira. Probloggers (blogueiros   profissionais) ou não, desde que o onipresente <strong>Google</strong> criou o <a href="http://adsense.google.com/">Google <strong>Adsense</strong></a>, ferramenta de publicação de   anúncios, qualquer site ou blog pode ter uma fonte de renda.</p>
<p>É muito fácil ter uma conta no Adsense e começar a ganhar dinheiro. Ao menos seria, não fosse   necessário o clique do visitante para que o ganho se concretizasse. A luta dos blogueiros é por esse   almejado clique, que é difícil de ocorrer entre os visitantes habituais do blog ou os que assinam os feeds RSS.</p>
<p>Quem clica mesmo no anúncio é o chamado &#8220;<strong>pára-quedista</strong>&#8220;, aquele que chegou no blog através   de alguma ferramenta de busca (e.g.: Yahoo, Google) e que ainda não conhece a interface da página. Acaba por   confundir propaganda e conteúdo, caindo nos sites dos anunciantes e enchendo o bolso do dono do blog   de centavos de dólar. Ou seja, tem-se que atrair esses visitantes ávidos por clicar em qualquer   coisa para ter algum retorno financeiro.</p>
<p>Alguns blogueiros assumem serem capazes de <strong>tudo</strong> para atrair esses visitantes, se utilizando de   técnicas <strong>maquiavélicas</strong>, como escrever nomes muito procurados no momento (e.g.: Big Brother Brasil, Daniella Cicarelli) de diversas formas, a fim de que, mesmo que a pessoa que busca por tal informação escreva de   forma errada no buscador, ela chegue ao site.</p>
<p>Não vejo problema nenhum nisso, desde que haja <strong>conteúdo</strong> a oferecer. Caso contrário, encaro como   <strong>propaganda enganosa</strong>. São pessoas que estão se aproveitando da ignorância alheia para gerar dinheiro,   e isso não é ético. Um exemplo é a página &#8220;<a href="http://novo-mundo.org/log/2007/01/17/tudo-sobre-big-broder-e-mais-um-pouco/">Tudo sobre Big Broder</a> (sic) <a href="http://novo-mundo.org/log/2007/01/17/tudo-sobre-big-broder-e-mais-um-pouco/">e mais um pouco</a>&#8220;, que não   oferece absolutamente <strong>nada</strong> sobre o programa apresentado pela Rede Globo. Gosto do <a href="http://novo-mundo.org/"><strong>Novo-Mundo</strong></a> e respeito que o <a href="http://blogverde.com/">Rafael   Slonik</a> faça uso desse tipo de estratagema, mas é uma coisa que <strong>eu</strong> não faria.</p>
<p>Criar um post/página com um título que sugere uma coisa, mas que na verdade é outra, é <strong><a href="http://www.celsorussomanno.com.br/prop.htm">enganação</a></strong>. <strong>Ninguém</strong> gosta de ser enganado. Nem mesmo os pára-quedistas do Google.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/01/bispa_bispo.jpg" name="image114" alt="Bispa e Apóstolo, presos nos Estados Unidos" id="image114" height="169" width="259" /></p>
<p style="text-align: center"><small>&#8220;Bispa&#8221; e &#8220;Apóstolo&#8221; entraram nos EUA com <a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL1609-5605,00.html">milhares de dólares escondidos</a> sob a bíblia.<br />
Foto: <a href="http://www.igospel.com.br/">iGospel</a>.</small></p>
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		<title>Usuário é quem decide se clica no Google Adsense (Anúncios Google)</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 23:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<description><![CDATA[Meu último post foi respondido pelo Lucas Castro em seu blog. Aqui faço apenas uma observação: compactuo com Lucas quando ele diz que cabe ao visitante definir qual conduta terá com relação à propaganda: clicar indiscriminadamente e fechar o site; clicar e, somente depois, verificar se o conteúdo interessa; ou ainda clicar quando a apresentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu <a href="http://memoriasfracas.com/2006/12/06/google-adsense-e-seu-uso-abusivo/">último post</a> foi <a href="http://above.semjuizo.com/2006/12/08/gorjeta-via-adsense-vai-alguma-ai/">respondido pelo Lucas Castro</a> em seu <a href="http://above.semjuizo.com/">blog</a>. Aqui faço apenas uma observação: compactuo com Lucas quando ele diz que cabe ao visitante definir qual conduta terá com relação à propaganda: clicar indiscriminadamente e fechar o site; clicar e, somente depois, verificar se o conteúdo interessa; ou ainda clicar quando a apresentação do anúncio lhe basta para saber se vale a pena ou não visitar o site do anunciante.</p>
<p>Lembro, porém, que nem todos os anúncios têm nas poucas linhas de descrição o que realmente será encontrado no site de quem anuncia. Muitas vezes há engano. Talvez por descuido, talvez por malícia, mas há. Por isso adoto a conduta de clicar no anúncio e, após o carregamento da página, verifico se é realmente o que eu quero ou não. Ninguém perde: nem a empresa, que deu seu recado e &#8220;correu o risco&#8221; de ter alguém que comprasse seu produto ou serviço, nem o blogueiro, que disponibiliza o espaço para propagandas e quer algum retorno com aquilo.</p>
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		<title>Google Adsense e seu uso abusivo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2006 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet mundial, e paralelamente a brasileira, vem acompanhando o fenômeno dos blogs há uns quatro, talvez cinco anos. Período recente, é verdade, e que em pouco tempo nos trouxe muitas surpresas. Tudo que é novo demora um pouco para ser absorvido e empregado de forma mais consciente. A exemplo dos discos de dvd, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet mundial, e paralelamente a brasileira, vem acompanhando o fenômeno dos blogs há uns quatro, talvez cinco anos. Período recente, é verdade, e que em pouco tempo nos trouxe muitas surpresas. Tudo que é novo demora um pouco para ser absorvido e empregado de forma mais consciente. A exemplo dos discos de dvd, que inicialmente eram rejeitados pelo seu custo. Hoje quem não tem dvd não assiste aos lançamentos.</p>
<p>Os blogueiros escreviam por prazer, diversão ou passatempo. É difícil encontrar um que, há dois anos atrás, ganhasse para escrever em seu blog sobre assuntos dos quais entendia ou queria comentar. E neste segmento, que fique claro, os blogs que os grandes portais vieram a criar depois – como os do <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Colunas/0,,GET75-7261,00.html">G1</a> ou da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/blogs/">Folha</a> – não são considerados. Apenas as pessoas físicas, não atreladas a qualquer empresa, são a temática deste post.</p>
<p>Tudo isso mudou em 2003, quando o <a href="http://www.google.com.br">Google</a> comprou um sistema de gerenciamento de publicidade: o <a href="https://www.google.com/adsense">Adsense</a>. O todo poderoso da internet permitiu, desde então, que qualquer site, blog, ou o que quer que seja, monetizasse – termo amplamente defendido pelo <a href="http://www.blogajuda.com.br/category/dinheiro/">Rodrigo Ghedin</a> – seu conteúdo. Deixo bem claro que não é vender o conteúdo.</p>
<p>A oportunidade foi vista com muito bons olhos. Não raramente já nos deparávamos com páginas apinhadas de anúncios, banners e pop-ups do início ao fim. Uma completa falta de respeito com o visitante, que foi lá em busca de uma informação, e não em busca de anúncios em demasia. Esse comportamento, pensando apenas no lucro, faz o caminho exatamente oposto: uma vez que o visitante não tolera aquele abuso, vai embora e não clica no anúncio. Ou seja, o dono da página perde dinheiro e também uma pessoa que poderia acrescentar comentários.</p>
<p><span id="more-46"></span></p>
<h2>Como usar o Adsense</h2>
<p>O uso do Google Adsense não é proibido, mas deve ser moderado. Repito que o visitante não é obrigado a ter uma quantidade de anúncios grande demais. Não há uma regra para isso. Há pessoas que colocam banners a cada texto, outros em cada página (como eu, na sidebar) e outros colocam no topo da página, no rodapé e acha que é o suficiente.</p>
<p>O visitante é quem julgará se aquele nível de publicidade é aceitável ou não. Se não for, basta a instalação de um plugin, <a href="https://addons.mozilla.org/firefox/10">Adblock</a>, para que o problema seja resolvido. Mais uma vez quem perde é o dono do blog. Na verdade, em geral todos os blogueiros perdem, pois bloquendo uma url de anúncio, a mesma não será exibida em todas as páginas que a utilizem. Exemplifico com a url http://pagead2.googlesyndication.com/, do Google Adsense. Caso seja bloqueada, todos os blogs que usam o serviço terão seus anúncios suprimidos.</p>
<h2>O que custa clicar?</h2>
<p>Uma vez que o uso da publicidade é consciente, fica a minha pergunta: o que custaria ao visitante clicar no anúncio? Não é uma obrigação, mas encaro o clique em uma propaganda como incentivo para manter o conteúdo como está e melhorá-lo na medida do possível.</p>
<p>Fazendo uma analogia, o clique é uma gorjeta. Prestamos um serviço gratuito. Se for bom, o visitante não vai tirar um centavo do bolso, mas apenas gastar alguns segundos da sua preciosa navegação: o tempo de a página ser carregada e, se o assunto não interessar, ser fechada.</p>
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