<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Memórias Fracas &#187; Riozoo</title> <atom:link href="http://memoriasfracas.com/tag/riozoo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://memoriasfracas.com</link> <description>Pitacos sobre jornalismo, cultura e televisão.</description> <lastBuildDate>Wed, 14 Mar 2012 14:10:32 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>O estado crítico do Riozoo</title><link>http://memoriasfracas.com/estado-critico-riozoo/</link> <comments>http://memoriasfracas.com/estado-critico-riozoo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 05 Jun 2009 09:08:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Cidade do Rio de Janeiro]]></category> <category><![CDATA[Riozoo]]></category> <category><![CDATA[São Cristóvão]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://memoriasfracas.com/?p=943</guid> <description><![CDATA[Memórias Fracas esteve no jardim zoológico do Rio de Janeiro (Riozoo) e pôde conferir o estado dos animais e das instalações do local. <a
href="http://memoriasfracas.com/estado-critico-riozoo/">Continuar lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Creio que toda grande metrópole tem um Jardim Zoológico. No Rio de Janeiro não poderia ser diferente. Eis que na semana passada, por conta de um trabalho acadêmico, fui obrigado a ir ao zôo armado de uma câmera fotográfica, a fim de tirar fotos dos amáveis bichinhos que lá residem.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-945" title="Riozoo: entrada" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/06/riozoo-entrada.jpg" alt="Riozoo: entrada" width="490" height="300" /></p><p>Para quem não sabe, o Riozoo fica dentro da Quinta da Boa Vista, ali em São Cristóvão. Descendo na estação do metrô de São Cristóvão, com alguns minutos de caminhada você chega à Quinta. Prepare-se, então, para uma caminhada: pelo menos 15 minutos para estar na entrada do Riozoo são necessários, até porque faltam placas sinalizadoras.</p><p>Depois de pagar os seis reais pela entrada (estudantes pagam meia-entrada e crianças de até um metro – salvo engano – têm entrada livre), os visitantes já avistam uma gaiola gigantesca com diversas aves, dentre as quais as araras se destacam. Como é bela a fauna desse país, mesmo enjaulada!</p><p>A profusão de animais por todos os lados pode até ofuscar por um tempo. Eu mesmo, enquanto fazia minha visita fotográfica, achei o ambiente maravilhoso. Todavia, quando comentei no Twitter sobre o assunto, a <a
href="http://twitter.com/anaclaudiabessa">Ana Cláudia Bessa</a> perguntou-me sobre o estado dos animais e do zôo de modo geral. Após ler o <a
href="http://futurodopresente.com.br/blog/?p=50">texto publicado no Futuro do Presente</a>, mudei minha visão sobre o Riozoo. Aquele local está acabado.</p><p>Os animais parecem estar desanimados, como que se não desejassem estar ali. É óbvio que não querem, mas tentar melhorar a condição de vida dos bichos poderia contribuir para que eles mostrassem mais alegria. Na parte da tarde, momento em que fiz minha visita, muitos deles encontravam-se deitados, cabisbaixos, como que sem coragem de encarar, rosnar, tacar bananas etc. para os visitantes.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-944" title="Riozoo: tartaruga foge do lodo" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/06/riozoo-tartaruga.jpg" alt="Riozoo: tartaruga foge do lodo" width="490" height="300" /></p><p>O estado das jaulas beira o deplorável. A das tartarugas, que deveria simular um pequeno rio ou coisa do tipo, mais parecia um pântano. Era lodo para todo o lado, sem exceção. Pergunto-me se as tartarugas têm a bravura de entrar naquela água podre. Não vi uma pessoa entender o porquê de a jaula desses répteis estar tão lodosa, um verdadeiro descaso.</p><p>Gostaria de falar aqui do leão, o famoso rei da selva, mas qualquer comentário seria muito negativo. Como você pode ver na foto abaixo, o leão estava a um passo de pegar no sono. Não parecia irritadiço ou prestes a atacar – a imagem que nós costumamos ter da fera. Estava passivo em sua jaula, vendo o tempo passar. Talvez esperando a morte chegar.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-942" title="Riozôo: leão" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/06/riozoo-leao.jpg" alt="Riozôo: leão" width="490" height="300" /></p><p>A área dos primatas é composta de várias jaulas com vegetação e objetos que os animais podem usar para brincar e se distrair. Alguns deles até que estavam bastante animados, pulando de um lado ao outro, mas é aí que reside o problema das jaulas dos primatas: são demasiado pequenas. Se bichos sofrem de claustrofobia, os primatas do Riozoo certamente que estão precisando de um tratamento para essa doença.</p><p>Muito disso poderia ser evitado se empresas voltassem a patrocinar o Riozoo. Algumas das jaulas eram apoiadas por empresas, mas segundo os relatos da Ana Cláudia, isso foi há vários anos. Hoje em dia esse patrocínio não é mais válido, o que dificulta a situação do zoológico. Em tempos de defesa da ecologia na moda, é tão difícil captar recursos junto às empresas para dar melhores condições de vida aos animais? Eu acho que não, só falta boa vontade.</p><p>Para ver outras fotos do Riozoo, <a
href="http://www.flickr.com/photos/tvel/sets/72157618828866609/">acesse meu Flick</a>r.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://memoriasfracas.com/estado-critico-riozoo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> </channel> </rss>
