Ativando a OpenDNS para acessar o Tecnoblog

Olá para você que é leitor do Tecnoblog. Esse é o meu blog pessoal, mas hoje vai ser usado para dar uma ajudinha àqueles leitores que continuam dando de cara com o erro Error establishing a database connection quando tentam acessar o TB.

Isso acontece por conta da propagação lenta do DNS (quando o navegador lê o endereço do site, mas acessa o servidor que contém tais arquivos por meio de um número de IP). Para resolver isso é bem fácil: só precisa habilitar um serviço de resolução de DNS decente (o do seu provedor, qualquer que seja ele, provavelmente está te impedindo de acessar o site).

Eu fiz um vídeo que mostra como dar um jeito nisso. Pode demorar um pouco para começar a ser exibido…


(vídeo do Screencast.com)

Passo a passo

  1. Acesse o Painel de Controle.
  2. Clique em Rede e Internet > Central de Rede e Compartilhamento > Alterar as configurações do adaptador (na barra lateral).
  3. Dê dois cliques no adaptador de rede que você está usando no momento e depois vá em Propriedades.
  4. Na área Esta conexão utiliza os seguintes itens, dê dois cliques em Protocolo TCP/IP Versão 4.
  5. Agora que você está nas configurações do seu adaptador de rede, adicione o seguinte número no campo de Servidor DNS preferencial: 208.67.222.222. Em Servidor DNS alternativo digite 208.67.220.220 e clique em OK.

Clique para ampliar.

A primeira parte da configuração está feita. Agora só falta limpar o cache de DNS do sistema operacional, a fim de que ele use as novas informações. Para isso, vá no menu Windows e digite cmd, seguido de Enter. Quando a janela de terminal abrir, digite ipconfig /flush dns e pressione Enter mais uma vez.

Prontinho! Seu PC agora está usando o serviço da OpenDNS e apto a acessar o Tecnoblog. O bom de manter a OpenDNS instalada no seu computador é que se algum site mudar de endereço IP – assim como o TB fez -, as chances de você ficar sem acessá-lo são bem menores.

Já escrevi sobre os benefícios de usar a OpenDNS no Tecnoblog. Depois de acertar as configurações, acesse os artigos:

Caso você tenha alguma dificuldade em alterar seu serviço de DNS para a OpenDNS, deixe um comentário nesse post. Na medida do possível, irei responder.

Não use OpenX: lentidão ao extremo

Já passamos daquela fase inicial nessa interwebs brasileira na qual a pergunta chavão era blog dá dinheiro?. Dá sim, senhor. Basta perguntar ao Henrique Martin do Zumo, ou ao pessoal do Gizmodo Brasil, e quem sabe – puxando sardinha para o meu lado – ao Mobilon do Tecnoblog. Mas aí vem aquela dúvida: como ter um sistema de gerenciamento de publicidade que valha a pena.

Uma das primeiras opções é o OpenX, um sistema que anteriormente foi chamado de OpenAds. Ele é disponibilizado gratuitamente, visto que é de código aberto. Basta copiar os arquivos para o seu servidor privativo e rodar a instalação (ele requer uso de banco de dados). Foi o que eu fiz tem uns seis meses. Desde então, a velocidade de carregamento do Memórias Fracas chegou a níveis nunca antes imaginados na história desse país.

Tempo de carregamento médio em segundos. Quanto mais alto, pior.

Entrei em contato com a empresa que hospeda o Memórias, a americana MediaTemple, a fim de saber a causa de tanta demora no carregamento. Eles disseram que não era culpa deles. Até que, num sábado de tédio, fui desativar o OpenX. Resultado: as páginas estão rápidas como nunca!

Depois de checar nas  Ferramentas para Webmaters do Google (acima), fiquei alarmado: o Memórias Fracas podia levar até 25 segundos para carregar. Quase meio minuto. Nenhum usuário espera meio minuto para ler um conteúdo. E o próprio Google já falou que vai considerar a velocidade dos sites na hora de entregar resultados de busca para os usuários.

Com a remoção do OpenX, o Memórias voltou a ficar rápido. Eu fico feliz, porque consido publicar conteúdo com maior rapidez; o usuário fica feliz, porque acessa novos posts com rapidez; e os servidores ficam felizes, já que conseguem entregar mais páginas ao mesmo tempo, sem a lentidão de antes.

Portanto, se você quer um adserver, fuja do OpenX (uma opção é o Google DoubleClick for Publishers). Ou use OpenX, mas pague caro por um servidor que suporte todo o processamento que o sistema de publicidade requer.

Existe uma forma cem por cento correta de escrever iPod touch/Touch?

Tinha quer culpa da Apple

Tinha que ser culpa da Apple

Ontem o Rodrigo Ghedin iniciou no blog uma discussão muito interessante sobre como a nova mídia deve escrever nomes de empresas, produtos e marcas. Tudo começou com uma conversa por Messenger, na qual o Ghedin dizia que é errado escrever “iPod Touch”, conforme eu faço em meus posts para o Tecnoblog News. Ele diz que a Apple, fabricante do produto, sempre escreveu “iPod touch” (com o tê minúsculo, como na página do produto) em seus comunicados e anúncios, e que, portanto, essa seria a forma correta de escrever.

Eu fui consultar os dois manuais de redação que eu tenho, um do Estadão e outro da Folha de São Paulo. Na esperança de ter uma resposta, acabei encontrando mais dúvidas, visto que nenhum dos manuais fala explicitamente de casos semelhantes ao do “iPod Touch”. No máximo, uma citação ou outra sobre nomes próprios, mas nada muito extenso ou determinante.

O manual de redação do Estado diz o seguinte na página 191, sobre nomes de institutos, órgãos, entidades, empresas e produtos: “Os nomes de órgãos, entidades e institutos públicos ou oficiais deverão ser adaptados às normas ortográficas vigentes”. Entre os exemplos dados, temos Butantã (e não Butantan, com “an” no final) e Fundação Osvaldo Cruz (sem o “w” em “Osvaldo”). Nada, no entanto, chega sequer próximo do aparelho da Apple, o que complica a discussão.

Penso que, nesses casos em que há dúvida, fica a critério do redator (ou do veículo, caso trabalhe em um) decidir qual grafia adotar. É evidente que a empresa faz um esforço criativo e econômico para conceber os nomes dos produtos, inclusive com agências especializadas na criação de marcas, mas ainda assim nenhum veículo é obrigado a seguir o que a cartilha de publicidade da empresa em questão determina.

Pelo que me lembro dos tempos de alfabetização, nomes próprios prevêem suas primeiras letras iniciadas em caixa alta. A pergunta que eu faço: até que ponto “iPod Touch” é um nome próprio? Do meu ponto de vista, é sim um nome próprio e merece ter sua segunda palavra iniciada por maiúscula, ainda que a empresa detentora da marca pense o contrário.

Outro exercício necessário a quem escreve é ponderar se o nome do produto vai causar confusão ou estranheza a quem lê o texto. Uma pessoa que lê “A Apple anunciou hoje um iPod touch com sistema iPhone OS” vai entender que o nome do produto é “iPod touch”? Ou vai pensar que “iPod” é o produto em si e o “touch” é algum complemento, sem descobrir qual? No entanto, ao escrever “A Apple anunciou hoje um iPod Touch com sistema iPhone OS”, fica evidente que o nome completo do produto é “iPod Touch”. Ou não?

A decisão da empresa de veicular o nome do produto com minúsculas em seus anúncios é soberana, pois é questão de marca. Mas o redator, mais do que preocupado com a marca, está preocupado com que o leitor compreenda completamente a mensagem. Se for desnecessário capitalizar uma letra ou outra, excelente; na maioria das vezes isso não será preciso. E quando for necessário, que se faça a capitalização.

Como não existem exemplos (eu não consegui lembrar de um sequer) de marcas e produtos brasileiros que possuam a mesma dinâmica do “iPod Touch”, falta-nos material para consulta e referências. Nesse caso, o melhor é deixar que o autor do texto opte pelo que acha melhor.

Eu devolvo a pergunta para os comentaristas do Memórias: qual forma (touch ou Touch) vocês preferem e por que motivo?

Novo Tecnoblog no ar

Eu estive envolvido nos últimos meses num projeto que finalmente poderá ser conhecido por todos. O novo Tecnoblog está no ar, com um design modernoso, nova identidade visual e outras novidades muito bacanas.

Tecnoblog 2.0

Vocês não têm noção do quanto nós trabalhos para que o TB 2.0 (como estamos chamando) entrasse no ar trazendo mais facilidade e principalmente mais conteúdo interessante para os leitores e comentaristas. Foram noites em claro pensando em quais features colocar, quais tirar, que categorias deveriam ter mais destaque. O resultado já pode ser visto. Aproveite para ler o texto inaugural do Mobilon.

Mas mais do que um redesign, um novo conceito editorial. O Tecnoblog continuará sendo um blog com artigos de opinião na capa, mas agora também oferecerá noticiário. Acesse o Tecnoblog News (ou TB News) para conhecer o canal de notícias que planejamos por tanto tempo.

Lá você vai encontrar as principais notícias de tecnologia. E o mais importante: diariamente. Com isso, a internet brasileira ganha mais uma fonte de informação tecnológica, que certamente se somará aos outros blogs exclusivamente de tech.

A equipe está se empenhando para não apenas postar as notícias, mas organizar esse conteúdo de forma que seja fácil para você encontrá-lo. Por isso temos uma organização de categorias muito bem definida e também utilizamos tags de forma inteligente. O motor de busca é o Google, que dispensa apresentações ou comentários.

O Tecnoblog 2.0 inicia suas operações com quase 3 mil assinantes de feeds, e muitos outros usuários que acessam o site através de referências, buscas ou digitando o endereço no navegador. A responsabilidade é grande, eu sei, mas nós temos certeza que não vamos desapontar nossos leitores.

Se você encontrar algum errinho ou tiver uma sugestão, entre em contato. O feedback é fundamental para que consigamos melhorar esse novo site.

Thássius Veloso no Tecnoblog

Alô amigos do Fluminense Memórias Fracas, esse é um post super-rápido apenas para justificar a falta de novos textos nessa semana. O motivo é nobre e bem simples.

Thássius Veloso, editor do Memórias Fracas (eu!), é o novo colaborador do melhor blog de tecnologia do mundo. Falo do Tecnoblog, que já é minha referência para novidades tecnológicas há algum tempo, ao lado do excelente WinAjuda.

Portanto, dê uma passadinha no Tecnoblog para ler as besteiras que eu escrevo. Logo o primeiro post já trata de um assunto chato: o spam. Você sabia que os brasileiros estão em segundo lugar no ranking do spam? Recebemos 15.856 mensagens não desejadas por mês. Tudo com muita opinião, o que você já está acostumado a ter por aqui.

Voltamos à nossa programação normal.