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	<title>Memórias Fracas &#187; TV por assinatura</title>
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	<description>Tecnologia e Jornalismo</description>
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		<title>Amando Fernanda Young</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[TV por assinatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos leitores, Estou apaixonado. Ela é verdadeira, direta, incisiva. Ela não tem papas na língua: fala o que quer, quando quer e como quer. De uma inteligência muito peculiar, consegue transformar tudo em motivo de riso. Ela é Fernanda Young. Mas como eu fui cair de amores por essa pessoa da foto acima? Nem eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos leitores,</p>
<p>Estou apaixonado. Ela é verdadeira, direta, incisiva. Ela não tem papas na língua: fala o que quer, quando quer e como quer. De uma inteligência muito peculiar, consegue transformar tudo em motivo de riso.</p>
<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/02/fernanda-young.jpg" alt="Fernanda Young, apresentadora do GNT e humorista" /></p>
<p>Ela é <strong>Fernanda Young</strong>. Mas como eu fui cair de amores por essa pessoa da foto acima? Nem eu sei.Provavelmente foi assistindo ao programa <em>Irritando Fernanda Young</em>, que passa no GNT. Neste <em>talk show</em> Fernanda recebe os convidados mais inusitados, desde cantores como Fábio Jr. até apresentadores como Hebe Camargo.</p>
<p>Fora a excelente entrevista, o programa contém alguns quadros muito bacanas. A intenção da produção é sempre irritar Fernanda Young, e é daí que vem o nome da atração. Durante a participação do internauta, espectadores mandam através do site da emissora coisas muito irritantes, como por exemplo o novo CD da Banda Calypso.</p>
<p>Fernanda também é conhecida pelos humorísticos que emplacou na TV aberta. Dentre eles se destacam o falecido <em>Os Normais</em> e <em>O Supersincero</em>, que tem sido exibido durante o <em>Fantástico</em>. Um dos melhores momentos do programa em que ela entrevista Rita Lee é logo na abertura:</p>
<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/02/ify-rita-lee.jpg" alt="Irritando Fernanda Young: Rita Lee vestida com uma burca" class="right" align="right" /></p>
<p>— Rita , vou fingir que nada tá acontecendo. Com quem você tem se irritado ultimamente? Com quem você <strong>mais</strong> tem se irritado ultimamente?<br />
— Olha, eu fui orientada pelo meu advogado. Eu <strong>não</strong> vou responder.</p>
<p>O detalhe é que Rita Lee está vestida, dos pés à cabeça, com uma burca muçulmana. Para você ter uma idéia do quanto Fernanda Young é engraçada sem deixar de ser inteligente, irônica e nem descambando para a mesmice, cá estão alguns vídeos relacionados a ela.</p>
<ul>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=pWyPdtUwei0">Fernanda Young entrevista Rita Lee &#8211; parte 1</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=VpmK14kba7I">Fernanda Young entrevista Rita Lee &#8211; parte 2</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=ak6PKptPGD4">Fernanda Young entrevista Rita Lee &#8211; parte 3 (final)</a></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=QgF9suNcsQ0">Vani, de <em>Os Normais</em>, trabalhando como atendente de telemarketing</a></li>
</ul>
<p>As esquetes que Fernanda faz nas vinhetas do programa são uma atração à parte. Espero que vocês gostem e passem a assistir o programa. No GNT ele vai ao ar às terças-feiras dez da noite, com reprises em vários horários.</p>
<p>PS&#8217;s: 1) Dizer que eu estou apaixonado foi apenas uma licença poética, ok? Que bom que deixamos isso bem claro. 2) Essa não é uma resenha paga!</p>
<p>Última observação: o estagiário que errou o título do post levou 90 chibatadas nas costas e depois foi demitido.</p>
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		<title>Novos vícios: House</title>
		<link>http://memoriasfracas.com/house/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 15:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[House M.D.]]></category>
		<category><![CDATA[TV por assinatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda-feira eu contei meu primeiro vício de 2008, que é “Prison Break”. Não tão viciante (sic) quanto PB, principalmente porque não vi a primeira temporada, mas ainda assim muito boa, é House. Poderia ser mais uma série que conta o dia-a-dia de um hospital norte-americano, como é a famosa “E.R.”. No entanto, David Shore, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira eu contei meu primeiro vício de 2008, que é “<a href="http://memoriasfracas.com/2008/01/14/novos-vicios-prison-break/">Prison Break</a>”. Não tão viciante (sic) quanto PB, principalmente porque não vi a primeira temporada, mas ainda assim muito boa, é <strong>House</strong>.</p>
<p><img class="right" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/01/house-md.jpg" alt="Dr. House, interpretado por Hugh Laurie" align="right" />Poderia ser mais uma série que conta o dia-a-dia de um hospital norte-americano, como é a famosa “E.R.”. No entanto, David Shore, o criador da série, quis ir além. Fora o quadro clínico dos pacientes, em <a href="/loja/serie-house/">House</a> também encontra o fator humano daqueles que trabalham em um hospital.</p>
<p>Talvez nem pudesse utilizar o termo “humano” para falar do Dr. House, que dá nome à série e é o personagem absoluto e principal. Gregory House teve um problema (que eu desconheço) na perna. Ironicamente, o médico não pôde voltar a andar como antes e vive à base de remédios para aliviar a dor muscular e de uma bengala.</p>
<p>House é um homem cínico, arrogante, chato, prepotente. E brilhante! Ele só pega casos que ninguém mais consegue resolver. Em episódio recente, um casal foi de Cuba até os Estados Unidos num barco mequetrefe somente para ver o superdoutor. Ele é essencial ao hospital devido à sua genialidade, e por isso mesmo faz e diz o que quer sem medo das conseqüências.</p>
<p>Dentre as crenças profissionais de House, há uma que fala sobre o contato com os pacientes. O médico evita ao máximo ver ou tocar um paciente, pois acredita que toda pessoa mente, e portanto este tipo de ação é desnecessária <em>(<a href="http://diadefolga.com/house-md/">obrigado, Lu, por lembrar!</a>)</em>. Fica a cargo de sua equipe preparar os exames e fazer os procedimentos determinados por House, além de discutir com ele possíveis soluções para ele.</p>
<p>Hugh Laurie, que faz o doutor House, pelo que me disseram nunca teve qualquer papel de destaque na televisão. Nesta série, no entanto, parece-me que Laurie já conseguiu destaque o suficiente para toda a sua carreira.</p>
<p>“<a href="/loja/serie-house/">House</a>” é muito bem feita, realista e emocionante. Já House é alguém que certamente você vai amar e odiar ao mesmo tempo. E, ao fim do post, abro parênteses para que você, amigo leitor, aprecie a doutora Cuddy, diretora do hospital de onde House trabalha:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/01/house-md_cuddy-lisa-edelstein.jpg" alt="Dra. Cuddy, interpretada por Lisa Edelstein" width="400" height="560" /><p class="wp-caption-text">Dra. Cuddy, vivida por Lisa Edelstein</p></div>
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		<title>Novos vícios: Prison Break</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 09:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Prison Break]]></category>
		<category><![CDATA[TV por assinatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda em 2005 ou 2006, não lembro bem, ensaiei uma paixão por &#8220;Lost&#8221;. Achava a série sensacional e assisti fervorosamente à primeira temporada. Quando começou a segunda, meu interesse pela trama dos &#8216;perdidos&#8217; se desgastou e hoje passo longe das transmissões do AXN. Também assisti aos primeiros capítulos de &#8220;Heroes&#8221;, e mais uma vez desisti. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda em 2005 ou 2006, não lembro bem, ensaiei uma paixão por &#8220;Lost&#8221;. Achava a série sensacional e assisti fervorosamente à primeira temporada. Quando começou a segunda, meu interesse pela trama dos &#8216;perdidos&#8217; se desgastou e hoje passo longe das transmissões do AXN. Também assisti aos primeiros capítulos de &#8220;Heroes&#8221;, e mais uma vez desisti.</p>
<p>Nunca fui muito fã de séries televisivas, muito menos de novelas. Sempre preferi assistir a filmes (em casa mesmo ou no cinema) e ler livros. Neste já distante 2007, no entanto, o jogo se inverteu e hoje em dia estou viciado em duas séries, que eu (veja bem: eu) considero das melhores que já foram ao ar.</p>
<p><img class="left" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2008/01/prison-break.jpg" alt="Prison Break é exibida pela Fox no Brasil" align="left" />A primeira delas, em disparado, é <strong>Prison Break</strong>. A trama conta a história de um homem que planeja sua prisão para poder tirar o irmão mais velho, que já estava encarcerado, de lá. O diferencial de &#8220;<a href="/loja/serie-prison-break/">Prison Break</a>&#8221; é que os irmãos não tentam uma simples fuga. Há toda uma inteligência por trás do plano de fugir da prisão de Fox River.</p>
<p>Wentworth Miller, que faz o inteligente e sagaz Michael Scofield, entrou na personagem de forma impressionante e isso chama muito a atenção de quem assiste à série. Realmente parece que há um homem que acredita na inocência do irmão e planeja cada mínimo detalhe de um conturbado plano para escapar.</p>
<p>&#8220;Prison Break&#8221; é daquelas séries que, se você perde um episódio, acaba não entendendo parte da história. Paul T. Scheuring, o autor da série, costurou cada capítulo de forma única. Já são duas temporadas e meia, e acho que assisti a todos episódios em algumas poucas semanas. Oportunamente, é hoje que &#8220;Prison Break&#8221; volta a ser apresentado nos Estados Unidos depois de um agonizante período de férias.</p>
<p>Curiosamente, ninguém me indicou a série. Tinha visto a capa dos DVDs na casa da minha tia, e como não tinha nada para fazer, comecei a assisti-los. E aí começou meu vício por &#8220;<a href="/loja/serie-prison-break/">Prison Break</a>&#8220;. Então os discos acabaram, e acabei pedindo a Paul <em>Torrent</em> para me enviar mais capítulos via e-Sedex. Não tenho do que me arrepender.</p>
<p>Pode até parecer estranho uma série ter três temporadas apenas para mostrar dois personagens fugindo de uma prisão, mas não há como ter noção de toda a problemática de &#8220;PB&#8221; sem assisti-la. Com direito a teorias da conspiração, presidentes mentirosas e farsantes e um agente do FBI que não se decide se é vilão ou mocinho. Utilizando um trocadilho medíocre, poderia dizer que &#8220;Prison Break&#8221; é o tipo de série que te <em>prende</em> por completo.</p>
<p><em>Na quarta-feira eu revelo qual é meu outro vício neste início de 2008. </em></p>
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