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	<title>Memórias Fracas &#187; web</title>
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	<description>Tecnologia e Jornalismo</description>
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		<title>Portal R7: primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrou no ar ontem, pouco antes das oito da noite, o R7, novo portal de conteúdo criado pela Grupo Record. Quem me acompanha no Twitter pôde ler alguns comentários acerca do novo estabelecimento, mas sempre há algo mais para comentar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou no ar ontem, pouco antes das oito da noite, o <a href="http://www.r7.com/">R7</a>, novo portal de conteúdo criado pela Grupo Record. Quem me <a href="http://twitter.com/thassius">acompanha no Twitter</a> pôde ler alguns comentários acerca do novo estabelecimento, mas sempre há algo mais para comentar.</p>
<p><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/logo-r7.jpg"><img class="size-full wp-image-1442 alignright" style="margin: 5px;" title="logo-r7" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/logo-r7.jpg" alt="logo-r7" width="100" height="85" /></a>Gostei da marca que o novo site adotou. Um balão de diálogo, em tempos de web 2.0 – detesto esse termo –, foi algo bastante inteligente de ser concebido. Pena que o nome do portal em si seja tão parecido com <a href="http://g1.globo.com/">outro</a>, justamente da principalmente concorrente da Record nos dias de hoje. Pelo menos é um nome conciso, fácil de lembra, e fica bem ao ser exibido na televisão.</p>
<p>O layout do portal deixou a desejar. Toda vez que a gente ouve falar em investimentos de centenas de milhões de reais, espera que aquele novo produto ou serviço seja matador mas que também seja original. Não é o caso do R7. A equipe de design fez uma alquimia qualquer na qual <a href="http://www.ig.com.br/">iG</a> e <a href="http://www.globo.com/">Globo.com</a> foram combinados, resultando no que é atualmente o novo portal do bispo Edir Macedo.</p>
<div id="attachment_1434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/screen-r7-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1434 " title="screen-r7-2" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/screen-r7-2.jpg" alt="Barra de destaque patrocinada por montadora." width="448" height="48" /></a><p class="wp-caption-text">Barra de destaque patrocinada por montadora.</p></div>
<p>Uma coisa que me chamou a atenção foi a barra com a principal manchete do momento (por enquanto anunciando a chegada do portal na web brasileira). Não me lembro de ter visto, nos sites noticiosos brasileiros, implementação semelhante. É uma forma inteligente de explorar uma nova área de publicidade, que tira bom proveito da credibilidade que o portal espera construir.</p>
<p>Com relação ao conteúdo, muita coisa ainda precisa ser azeitada. O uso excessivo de fotos de bancos de imagem, por exemplo, pode ser um problema: colocar uma ruiva com celular de última geração na mão, em um ambiente que claramente não é o Brasil, faz a matéria sobre o mercado brasileiro perder o contexto.</p>
<div id="attachment_1435" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/screen-r7-3.jpg"><img class="size-full wp-image-1435 " title="screen-r7-3" src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2009/09/screen-r7-3.jpg" alt="Redes sociais estão presentes." width="265" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Redes sociais estão presentes. (+)</p></div>
<p>Pelo menos não deixaram as redes sociais de lado. Dias antes a Folha Online já havia estreado uma barra através da qual usuários poderiam recomendar os textos, e o R7 foi pelo mesmo caminho. Dependendo da página, esse link pode ter a formatação quebrada, mas é algo que, com o tempo, certamente será corrigido.</p>
<p>Gostei demais de saber que os vídeos da TV Record estariam no portal, principalmente os de telejornais. A realidade de quem acessa, no entanto, não é das melhores. Tentei ver vários vídeos no Chrome, mas somente um funcionou corretamente. Os outros sequer carregavam.</p>
<p>É bom ver que um grande grupo empresarial está investindo nesse meio. Independentemente da linha editorial que o R7 assumir, são milhões que vão gerar emprego e ajudar o mercado de internet a crescer ainda mais.</p>
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		<title>Fuja da Pre-Lude</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 20:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualização » O efeito Cobalto voltou. E acabamos descobrindo que a Pre-Lude também revende os domínios, que na realidade estão registrados numa empresa americana (que provê os sites genéricos!). Na busca por &#8216;hospedagem pre-lude&#8217; já estamos como terceiro resultado. Quem quiser linkar para tentar fazer o post ser o primeiro colocado, fique à vontade. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/08/pre-lude-menina.jpg" alt="Fuja da Pre-Lude!" /></p>
<p><strong>Atualização »</strong> O<a href="http://www.cobline.com/"> efeito Cobalto</a> voltou. E acabamos descobrindo que a Pre-Lude também revende os domínios, que na realidade estão registrados numa empresa americana (que provê os sites genéricos!). Na <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=hospedagem+pre-lude&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=">busca por &#8216;hospedagem pre-lude&#8217;</a> já estamos como terceiro resultado. Quem quiser linkar para tentar fazer o post ser o primeiro colocado, fique à vontade.</p>
<p>O Daniel Cobalto já vinha enfrentando problemas com a pseudo-hospedagem Pre-Lude (sem links), devido ao peso do site dele no servidor. Depois de um tempo ele se juntou à rede semjuizo.com na DreamHost. Mandou um e-mail para a dita hospedagem avisando que faria a migração e recebeu um singelo &#8220;Que ótimo&#8221; como resposta.</p>
<p>Eu fiz a migração do &#8220;Efeito Cobalto&#8221; para a DH, e até aí tudo bem. Quando chega hoje à tarde, o Cob me aparece no messenger falando &#8220;Aaaaaahhhhhhh&#8221; e mandando acessar o blog dele (www.cobline.com). Qual não é a minha surpresa ao chegar ao endereço e encontrar uma página genérica disponibilizando serviços nos Estados Unidos?</p>
<p>Em total desespero, o Cob mandou uma mensagem educada para a Pre-Lude questionando sobre o domínio e recebeu a seguinte resposta:</p>
<blockquote><p>Daniel,<br />
Seu domínio expirou ontem. Pelo o que vejo aqui não foi enviado o email de cobrança pois seu usuário foi removido do sistema.</p></blockquote>
<p>Quer dizer que um usuário com pagamento em dia não é avisado que o domínio irá expirar nem recebe a cobrança? Essa história está muito estranha para mim. Por precaução, fica a dica: fuja da pseudo-hospedagem (eles revendem espaço e fingem que é datacenter próprio) Pre-Lude.</p>
<p>ps: A menina da foto é a estudante que aparece no site genérico. Segundo o Cob, só isso valeu a pena na história toda.</p>
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		<title>O que é blog?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acompanhei com cuidado as listas que surgiram nesta última semana na web. Listas que tentavam posicionar blogs num ranking de cinqüenta ou cem participantes. Ou ainda o famoso mapa do Dahmer sobre o assunto. Criar listas é saudável, até porque desperta a curiosidade das pessoas acerca de quem participou, quais as posições e que metodologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhei com cuidado as listas que surgiram nesta última semana na web. Listas que tentavam posicionar blogs num ranking de <a href="http://mundotecno.blogsome.com/2007/08/01/os-50-blogs-mais-populares-do-brasil/">cinqüenta</a> ou <a href="http://www.interney.net/?p=9759413">cem participantes</a>. Ou ainda o <a href="http://www.malvados.com.br/blogosferabrasileira/index.html">famoso mapa do Dahmer</a> sobre o assunto.</p>
<p>Criar listas é saudável, até porque desperta a curiosidade das pessoas acerca de quem participou, quais as posições e que metodologia é utilizada para que a lista seja criada. Sempre há necessidade, no entanto, de que alguns critérios sejam estabelecidos.</p>
<p>Por exemplo, na <a href="http://www.interney.net/?p=9759413">lista do Edney</a> (o cara mais rico da rede de blogs brasileira) a página <a href="http://www.interney.net/blogs/">Interney Blogs</a> (do mesmo Edney) figura em primeiríssimo lugar, com a 1385ª posição no ranking do Technorati. Você considera o Interney Blogs um blog propriamente dito?</p>
<p>Para tentar estabelecer um critério, chamei o <a href="http://www.outrosolhos.com.br">Gustavo Jreige</a> para definir o que é blog. Concordamos que blog é: espaço pessoal e opinativo, que dispõe os textos em ordem cronologicamente inversa. Na maioria das vezes possibilita espaço para comentários de leitores e sua primeira página exibe os últimos posts. Utiliza links e conversa com o resto da rede de blogs e com seus próprios leitores.</p>
<p>Segundo nosso critério, o Interney Blogs não figuraria na lista. Assim como o <a href="http://www.insanus.org/">Insanus</a> não estaria lá. Isso porque esses dois sites (veja bem: sites) não criam conteúdo próprio. Eles apenas agrupam o que já foi publicado em outros lugares, ainda que pertencentes ao mesmo grupo de blogueiros. São portais.</p>
<p>Ninguém diz que leu no Insanus, mas sim no <a href="http://www.insanus.org/novacorja">A Nova Corja</a>. O André Rosa escreve no <a href="http://www.interney.net/blogs/marmota/">Marmota, mais dos mesmos</a>; não no Interney Blogs. Portanto, acredito que esteja na hora de prestar mais atenção nos critérios. Antes de pensar na metodologia para a formação do ranking é preciso definir exatamente quais os tipos de sites que poderão compô-lo. Ou então o <a href="http://www.gardenal.org/">Gardenal.org</a> teria que entrar no páreo, mais precisamente na décima segunda posição, já que no Technorati eles estão em <a href="http://technorati.com/search/gardenal.org">4545º lugar</a>.</p>
<p>Ainda assim, acredito que seja muito difícil criar uma lista que realmente retrate a nossa rede. A web é imensurável, incalculável. E devido a isso qualquer tentativa de estabelecer lugares será falha em algum momento. Como o assunto é polêmico, termino o texto com uma pergunta: para você, o que é blog?</p>
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		<title>Blogs pagos e blogueiros vendidos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2007 12:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Leandro, meu caro amigo e vestibulando desesperado, publicou no seu blog um post que falava sobre uma nova forma de rentabilização de blogues, que o John Chow adotou nesse fim de semana. Chow, um dos bloggers mais bem pagos do mundo, decidiu vender comentários sem o atributo &#8220;nofollow&#8221; (aquele que evita a indexação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://leandrow.net/">Leandro</a>, meu caro amigo e <a href="http://leandrow.net/parada-obrigatoria/">vestibulando desesperado</a>, publicou no seu blog um post que falava sobre <a href="http://leandrow.net/e-voce-pagaria-por-isso/">uma nova forma de rentabilização de blogues</a>, que o John Chow adotou nesse fim de semana. Chow, um dos <em>bloggers</em> mais bem pagos do mundo, decidiu <a href="http://www.johnchow.com/get-nofollow-removed-on-your-comments/">vender comentários sem o atributo &#8220;nofollow&#8221;</a> (aquele que evita a indexação dos mecanismos de busca) por apenas dez dólares mensais.</p>
<p>A idéia é brilhante, como o Leandro mesmo disse e eu concordei. Mas surreal. Eu, atualmente, não consideraria comprar esse novo produto. Vender PageRank não é legal, e o Google deve muito em breve começar a rever suas políticas acerca do assunto.</p>
<p>Excluindo a venda de anúncios direcionados (<a href="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/iclk?sa=l&amp;num=0&amp;client=ca-ref-pub-0714451897040529&amp;adurl=http://tools.google.com/firefox/toolbar/bundle/intl/pt-BR/%3Fai%3DBuXJoMwBRRoTBBIS-gATPjKW2DdGe8hfBgZecAsWNtwEAEAEgydWtBjgBUJLQjo8HYE2gAbWVyP0DsgESbWVtb3JpYXNmcmFjYXMuY29tyAEC2gEaaHR0cDovL21lbW9yaWFzZnJhY2FzLmNvbS-AAgGoAwM&amp;ai=BVdaRMwBRRoTBBIS-gATPjKW2DdGe8hfBgZecAsWNtwEAEAEgydWtBjgBUJrKtc0HYE2gAbWVyP0DsgESbWVtb3JpYXNmcmFjYXMuY29tyAEC2gEaaHR0cDovL21lbW9yaWFzZnJhY2FzLmNvbS-AAgGoAwM">Google Adsense?</a>) e essa nova modalidade <em>made by Chow</em>, sobram muito poucas opções. Os <em>banners</em> normais ainda fazem sucesso nos grandes portais — no UOL um botão na <em>home</em> custa &#8220;apenas&#8221; <a href="http://publicidade.uol.com.br/3.2.jhtm">600 mil reais mensais</a> —, mas não se aplicam a blogues que não têm visitação tão acentuada, na casa dos milhões de <em>pageviews</em>.</p>
<p>Os <em>probloggers</em>  realmente profissionais — isso não é redundância, visto que alguns blogueiros profissas não são tão profissas assim — ainda têm a possibilidade de serem contratados por uma empresa ou grupo para escrever sobre determinados assuntos.</p>
<p>O exemplo prático é a Rosana Hermann. Ela mantém o <a href="http://queridoleitor.zip.net">Querido Leitor</a> com acesso totalmente gratuito, adotando o Adsense como forma de monetizar, e também é paga para escrever a coluna <a href="http://babado.ig.com.br/saladetv/">Sala de TV</a> do Babado e postar no blog <a href="http://share.skype.com/sites/brasil/">Skype Brasil</a>.</p>
<p>Rosana nunca escondeu que o Skype Brasil era um trabalho, nada mais. Lógico que quando a pessoa trabalha com o que gosta, esse trabalho converte-se em prazer. É o caso dela. O Skype divulga algumas notas oficiais através do blog e o resto fica por conta da editora.</p>
<p>O fundamental nisso tudo é deixar transparente para o usuário que as informações ali disponibilizadas refletem, em primeiro lugar, a vontade da empresa pela qual escrevem. Assim como os jornais disponibilizam os projetos de marketing, quando vendem espaços para que as assessorias de imprensa das corporações publiquem o que desejarem.</p>
<p>Honestidade é fundamental. Se for mandar o usuário para uma página de <a href="http://www.buscape.com.br/?lx=1&amp;site_origem=1204558" target="_blank" rel="nofollow" title="Compare preços no Buscapé [abrirá nova janela]">mercadorias relacionadas</a>, que ele saiba disso. Se é pago para escrever sobre um produto ou serviço, que o usuário também saiba disso. Mentir só inflaciona o mercado publicitário, o que termina por afetar negativamente os blogueiros corretos e seus rendimentos.</p>
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		<title>PageRank 5. Como e porquê</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 13:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última atualização da classificação de conteúdo do Google, o PageRank deste humilde blog atingiu mais um recorde. Agora o Memórias Fracas é 5, em uma escala de 5 a 10. Diferentemente do sr. Cobalto, ainda falta bastante para meu cheque do Adsense chegar. Ainda assim, é uma felicidade enorme ter o trabalho reconhecido por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/05/page-rank-5.gif" alt="Memórias Fracas, PageRank 5" align="right" />Na última atualização da classificação de conteúdo do Google, o PageRank deste humilde blog atingiu mais um recorde. Agora o <strong>Memórias Fracas</strong> é 5, em uma escala de 5 a 10. Diferentemente do sr. <a href="http://blog.cobline.com/2007/05/02/efeito-cobalto-no-page-rank-4/">Cobalto</a>, ainda falta bastante para meu cheque do Adsense chegar. Ainda assim, é uma felicidade enorme ter o trabalho reconhecido por <a href="http://www.google.com/">Aquele que tudo sabe</a>.</p>
<h2>Como</h2>
<p>O <strong>PageRank</strong> é uma nota que o Google dá para cada domínio. Quanto mais alta essa nota for, mais bem posicionado nas páginas de resultados do Google o site ou blog estará. E, óbvio, quanto melhor a posição, mais visitantes correm o risco de cair no seu site.</p>
<p>Para tanto é indispensável implementar as famosas táticas de <strong>SEO</strong> (<em>Search Engine Optimization</em> &#8211; Otimização para mecanismos de busca). Alguns blogs são voltados exclusivamente para a divulgação dessas dicas, então não há motivo para eu me ater aos detalhes. O <a href="http://seo.brpoint.net/">SEO Brasil</a> — que faz parte do &#8220;conglomerado bloguístico&#8221; <a href="http://www.brpoint.net/">BrPoint</a> — e o <a href="http://www.blogajuda.com.br/">BlogAjuda</a>, do <a href="http://rodrigoghedin.com.br/">Rodrigo Ghedin</a>, são duas dicas para quem quer saber mais sobre o assunto.</p>
<p>No entanto só táticas de SEO não bastam, e o segundo ingrediente para ter um blog com PageRank bom é <strong>conteúdo</strong>. E esse &#8220;conteúdo&#8221; é no sentido amplo da palavra. Seu blog tem que ter posts interessantes, notícias realmente importantes (ou inusitadas), textos que interessem ao leitor, as últimas fotos da Playboy etc. O usuário quer conteúdo, sempre. <a href="http://memoriasfracas.com/opiniao/ganhando-dinheiro-com-blog-na-base-da-enganacao/">Tentar enganá-lo é um erro</a>.</p>
<h2>Por quê</h2>
<p>Por que eu quero um blog com PageRank 5? Basicamente, porque eu quero ser lido. E com uma posição melhor nos mecanismos de busca, mais gente chegará aqui e poderá desfrutar (!) de tudo que o <strong>Memórias Fracas</strong> oferece.</p>
<p>É difícil manter um blog que não tenha um nicho ou temática específicos. Mas não é impossível, visto que este blog consegue tamanha façanha. Não sou associado a nenhum site ou portal de blogs, o que me leva à conclusão de que todo o sucesso alcançado aqui é fruto de muito esforço.</p>
<p>Comecei a postar sério em dezembro do ano passado, quando, em conjunto com o <a href="http://futilidadepublica.semjuizo.com">Rafa</a> e o <a href="http://aleatorio.semjuizo.com/">Vitor</a>, foi lançado o semjuízo.com. São seis meses, o que resultaria em um ponto de PR por mês. De lá pra cá eu aluguei um domínio próprio, o que poderia diminuir a nota atribuída ao <strong>Memórias Fracas</strong>. No entanto, ambas as urls (<em>http://memoriasfracas.com</em> e <em>http://memoriasfracas.semjuizo.com</em>) estão com PageRank 5, o que prova que o Google gostou do que encontrou por aqui.</p>
<p>Você, <em>blogger</em> de primeira viagem, não desanime. O caminho é difícil, visto que a quantidade de opções é muito grande. Mas, reitero, não é impossível. E a você, que prestigia esse blog, fica o agradecimento por me permitir disseminar as besteiras que eu penso, as histórias medíocres que eu conto, e as notícias de quinta que eu posto.</p>
<p><strong>Mais »</strong> Verifique o PageRank do seu site ou blog através do <a href="http://www.checkpagerank.com/">CheckPageRank.com</a>.</p>
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		<title>DreamHost, we have a problem</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 23:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que a DreamHost é um sonho de hospedagem (perdoe o trocadilho porcaria), isso todos já sabem. Sabem que os preços são baixos, tem um serviço de ótima qualidade e também um suporte técnico que sempre responde. No entanto, parece que está havendo um desencontro entre ela e os brasileiros. Nesta semana recebi um email de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/02/angry_bush.jpg" alt="Bush está irritado com a situação" align="right" />Que a DreamHost é um sonho de hospedagem (perdoe o trocadilho porcaria), isso todos já sabem. Sabem que os preços são baixos, tem um serviço de ótima qualidade e também um suporte técnico que sempre responde. No entanto, parece que está havendo um desencontro entre ela e os brasileiros.</p>
<p>Nesta semana recebi um email de uma pessoa questionando-me sobre como proceder para assinar a hospedagem da DreamHost, através do uso do promocode &#8220;SEMJUIZO&#8221;. Até então bastava ter um cartão de crédito internacional ou uma conta no serviço <a href="http://www.paypal.com/">PayPal</a> que não haveria maiores problemas.</p>
<p>Agora eles estão disponibilizando o cadastro de novos assinantes unicamente através do <a href="http://checkout.google.com">Google CheckOut</a>, que é o concorrente do Google para o PayPal. Bastaria adicionar alguns dólares do seu cartão de crédito (Mastercard ou Visa) para a conta do CheckOut que seria possível pagar a DreamHost.</p>
<p>Isso, infelizmente, é uma teoria. O Google CheckOut simplesmente não está aceitando cadastros de brasileiros. Na lista de países você encontra Bolívia, Brunei (?), mas não encontra Brasil. Ou seja, não é para que nós brasileiros gastemos nosso dinheiro com eles.</p>
<p>A segunda alternativa que a DreamHost disponibiliza é enviar o dinheiro ou cheque, com o código da conta, para um endereço lá na Califórnia, EUA. Me pergunto se nós podemos gentilmente remeter nosso dinheiro para o exterior com a facilidade que eles argumentam. E mais, ainda teríamos que fazer a troca de reais para dólares.</p>
<p>Entrei em contato com o suporte da DreamHost e em menos de 15 minutos recebi uma resposta. Dava conta de que eles não estão aceitando pagamentos com cartão de crédito por medidas de segurança e também anti-fraude e que, uma vez que o Google CheckOut não está disponível em nosso país, só é possível fazer o cadastro de novos assinantes.</p>
<p>Não sei como fica a situação para os já assinantes: se vamos poder pagar com cartão ou se teremos que dar uma de Google e mandar dinheiro pelo correio. Tentei acessar com proxy de outros países, caso nossa localidade estivesse bloqueada, mas continua sem as opções de pagamento com cartão ou PayPal.</p>
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		<title>Second Life no Fantástico: inédito?</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 19:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizações Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[E lá vem mais uma vez a grande mídia querer fingir que tem conteúdo novo. Hoje será exibido no &#8220;Fantástico&#8221;, da TV Globo, reportagem sobre o &#8220;jogo&#8221; baseado em convívio social virtual Second Life. Quero só ver como o tema será tratado. Em post de cinco dias atrás, &#8220;E-mail de 10 minutos. Atraso de 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/02/fantastico_logo.jpg" alt="Fantástico" align="left" />E lá vem mais uma vez a grande mídia querer fingir que tem conteúdo novo. Hoje será exibido no &#8220;Fantástico&#8221;, da <a href="http://redeglobo.globo.com/">TV Globo</a>, reportagem sobre o &#8220;jogo&#8221; baseado em convívio social virtual <a href="http://secondlife.com/">Second Life</a>. Quero só ver como o tema será tratado.  Em post de cinco dias atrás, <a href="http://memoriasfracas.com/2007/02/06/e-mail-de-10-minutos-atraso-de-2-meses/">&#8220;E-mail de 10 minutos. Atraso de 2 meses&#8221;</a>, comentei sobre essa questão de os meios de comunicação usarem material da internet como se fosse novos e inéditos, configurando enganação para com o telespectador/leitor/ouvinte que não tem acesso à internet. Este tipo de atitude já está me irritando.  Você pode saber mais sobre o jogo Second Life clicando <a href="http://memoriasfracas.com/2006/12/11/second-life-e-bate-papo-incrementado/">neste link</a> e lendo um post já publicado no <strong><span class="memo">Memórias Fracas</span></strong><span class="memo"></span>. A quem interessar, o Fantástico começa às 20h30 (horário de Brasília).</p>
<p><strong>[Atualização - 12/fev 00h35]</strong> O site do programa já disponibilizou o texto da reportagem sobre o game e também o vídeo exibido. <a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1453353-4005,00.html">Clique aqui</a> e acesse.</p>
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		<title>Contextualização: na internet uma coisa pode significar outra</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 07:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vida mundana]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivemos na Era Digital. Nossas comunicações são baseadas quase que totalmente nas famosas fibras óticas, cabos que levam e trazem os dados que trafegam pelas redes (seja de telefonia, seja da internet propriamente dita). Com isso nos tornamos dependentes de programas que façam a interlocução entre nós e o nosso contato. São os instant messenger, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos na Era Digital. Nossas comunicações são baseadas quase que totalmente nas famosas fibras óticas, cabos que levam e trazem os dados que trafegam pelas redes (seja de telefonia, seja da internet propriamente dita). Com isso nos tornamos <strong>dependentes</strong> de programas que façam a interlocução entre nós e o nosso contato. São os instant messenger, encabeçados pelo super-disseminado <a href="http://messenger.msn.com.br/">Live Messenger</a> (antigo MSN) no que tange o textual e pelo <a href="http://share.skype.com/sites/brasil/">Skype</a> quando o assunto é áudio.Esses e outros <em>softwares</em> facilitam bastante a nossa vida, dando à rede um caráter mais humano. Quão chato não seria poder usufruir de bilhões de páginas (<a href="http://www.google.com.br/">Google</a> que o diga), se não pudéssemos dizer o que achamos de interessante ou curioso a uma pessoa que também está na frente do computador naquele momento? Seria um saco. Mas mais chato que isso, ao menos para os orkutistas, seria ficar sem poder exibir aos outros o número de perfis que mantém, devido à enorme quantidade de miguxos e miguxas que <em>add</em> esta criatura.</p>
<p>Contudo, esse novo tipo de comunicação nos trás também (lógico!) mais um problema: a contextualização mal feita. <strong>Contextualizar é necessário</strong>; sempre foi. Na comunicação virtual se torna mais ainda pois se isso não ocorre eficientemente, a pessoa do outro pode considerar uma coisa como outra. E essa confusão pode trazer danos irreparáveis a ambas as partes.</p>
<p>Tome como exemplo uma conversa de um homem com uma amiga antiga. O papo esfria um pouco e você retorna à sua leitura diária de feeds. De repente esse contato muda a foto, para uma mais sensual, demonstrando os &#8220;dotes&#8221; da menina. Você, então, numa sacada única, manda: <strong>&#8220;Safada!&#8221;</strong>. Dependendo de quem for, pode até agradecer pelo elogio. Mas a maioria das mulheres iria se zangar com tamanha indelicadeza (leia-se &#8220;cara-de-pau&#8221;). Quem perde é você, pois ao invés de ser bem recebido, acaba com o rótulo de tarado.</p>
<p><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2007/02/funguymsn.jpg" alt="Emotion de messenger com língua de fora" align="left" />Já no mesmo cenário, se ao invés do simples &#8220;Safada!&#8221;, você tivesse mandando uma mensagem com o conteúdo &#8220;Safada :p Gostei da foto!&#8221;, o &#8220;:p&#8221; seria substituído (no Live Messenger, pelo menos) por uma careta com língua de fora. Isso naturalmente amortece o teor da frase. O posterior &#8220;gostei da foto!&#8221; termina de contextualizar. Você não será mais considerado um ninfomaníaco, e se bobear ainda corre o risco de ela mandar mais fotos <em>calientes</em>.</p>
<p>Ou seja, a questão da interpretação depende da pessoa que está recebendo a mensagem. Se você não conhece por completo a pessoa ou está na dúvida se uma única frase será suficiente para o entendimento, o melhor é gastar mais palavras para criar um ambiente propício a tal declaração. Não é possível determinar como o interlocutor está se sentindo no momento, se parece bem ou se irritando. Portanto, um recado que seria banal acaba por se tornar fruto de uma grande discussão.</p>
<p>Contextualizar pode até ser mais complicado, quanto mais considerando nossa necessidade de fazer mais coisas em menos tempo, mas assim não corremos o risco de perder um contato, ou pior, gerar um desafeto. Seria desagradável para os dois. E, anote o que escrevo, nem sempre cartões virtuais com desculpas ou testemunhos de Orkut bem escritos finalizam a intriga.</p>
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		<title>Second Life é bate-papo incrementado</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 19:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível que algo virtual reproduza em igualdade ou semelhança a vida real? Um jogo vem prometendo esta façanha desde quando foi lançado, em 1999. Falo de Second Life, da produtora Linden Lab. O game chamou minha atenção após ler uma notícia do G1 que dizia o que fazer para se tornar um participante. Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que algo virtual reproduza em igualdade ou semelhança a vida real? Um jogo vem prometendo esta façanha desde quando foi lançado, em 1999. Falo de <a href="http://www.secondlife.com/" title="SecondLife.com">Second Life</a>, da produtora Linden Lab. O game chamou minha atenção após ler uma <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1298697-7084,00.html">notícia do G1</a> que dizia o que fazer para se tornar um participante. Até então eu acreditava que o jogo era pago. Me enganei. O <a href="https://secondlife.com/join/" title="Cadastre-se clicando aqui">cadastro</a> é bem simples. Quem quiser já pode deixar o número do cartão de crédito e ganha alguns lindens. Os lindens são a moeda local, e participam de uma espécie de câmbio com o dólar americano. Quem quiser pode converter dólares em dinheiro do jogo. Após inserir seus dados e os do avatar, é só baixar o software. Tem 25 megas e os requisitos mínimos são um pc com processador de 800 Mhz e 256 mb de memória ram. Uma placa de vídeo é muito bem vinda. Prepare também sua banda larga, uma vez que com menos de 500kbps o jogo não roda tão bem. Se você usa o Firewall do Windows, habilite o jogo no Painel de Controle ou ele vai ser excutado mal e porcamente.</p>
<p><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2006/12/second_life_111206.jpg" class="imagelink" title="Screenshot de Second Life"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2006/12/second_life_111206.thumbnail.jpg" name="image61" alt="Screenshot de Second Life" id="image61" align="left" height="74" width="128" /></a></p>
<p>A primeira tela que temos é um caminho onde, numa espécie de tutorial, vamos aprendendo a mudar nossa aparência, interagir com objetos e pessoas e até mesmo voar (!). A partir daí você vai procurar alguma atividade. Logo que eu cheguei a uma das cidades, encontrei um brasileiro. Conversamos um pouco e depois cada um foi para o seu lado. Vaguei um pouco e visitei o escritório da <a href="http://secondlife.reuters.com/">agência de notícias Reuters</a>. Lá encontrei o repórter exclusivo da Reuters para Second Life e bati um papo rápido com ele. Reproduzo aqui.</p>
<p><strong><a href="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2006/12/second_life2_111206.jpg" class="imagelink" title="Eu conversando com o repórter Adam Reuters"><img src="http://memoriasfracas.com/wp-content/uploads/2006/12/second_life2_111206.thumbnail.jpg" name="image60" alt="Eu conversando com o repórter Adam Reuters" id="image60" align="right" height="96" width="70" /></a>Eu: Qual foi a melhor experiência que você já teve no Second Life?</strong><br />
Adam Reuters: Hummm&#8230; Semana passada eu fui esquiar com minha mãe na versão Second Life do Rockfeller Center.<br />
<strong>Second Life tem aproximadamente 1,9 milhão de residentes. Porque todas essas pessoas vêm ao SL? É a interação social ou apenas para ganhar dinheiro?</strong><br />
Ambas as coisas, mais um monte de outras: a habilidade de criar arte, ou escrever códigos, ou contruir casas&#8230;<br />
<strong>Você acha que o SL é mais um modismo ou que ainda vai durar por um bom tempo?</strong><br />
Eu acho que Second Life (ou qualquer outra coisa neste estilo) está aí para ficar.<br />
<strong>É importante para as grandes companhias (como a Reuters) marcar presença no SL?</strong><br />
Importante? Não necessariamente. Mas o SL pode ser uma experiência de valor para companhias que encontram a abordagem certa.<br />
<strong>Uma última pergunta. O que você acha de pessoas que que esquecem de viver a &#8220;vida real&#8221; para jogar, por exemplo, Second Life? Como o jogo pode se tornar um problema?</strong><br />
Bem, não tenho muito conhecimento sobre isso. Eu acho que a maioria dos que jogam Second Life não negligencia de suas vidas no mundo real.</p>
<p>Em SL as pessoas constroem prédios, lojas, shoppings e afins. Uma chinesa já <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1367716-7084,00.html">se tornou milionária</a> com seus empreendimentos em terras virtuais. Diz ela que tem 25 funcionários contratados. Ou seja, há toda uma economia girando em torno de SL. Somente nas últimas 24 horas foram movimentados <a href="http://secondlife.com/whatis/economy_stats.php">656 mil dólares</a> no jogo, por aproximadamente 1,9 milhão de residentes cadastrados.</p>
<p>O jogo não tem objetivo. Após seis horas de jogatina tive a impressão de que para mim aquilo bastava. Funciona mais como uma comunidade virtual ou uma sala de bate-papo com mais opções e possibilidades de interação. Nada além disso. O <a href="http://www.ig.com.br/">portal Ig</a> anunciou recentemente que fechou acordo com a Linden Lab para trazer o jogo para o Brasil, em português. Pode ser que, ao chegar ao país, o game se consolide e a convivência virtual fique mais agradável. Por enquanto, dispenso.</p>
<p><em>Correção: Second Life tem como requerimentos mínimos processador de 800 Mhz e 256 mb de ram. O recomendado é 1.6 Ghz de processamento e 512 mb de memória ram.</em></p>
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		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 23:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu último post foi respondido pelo Lucas Castro em seu blog. Aqui faço apenas uma observação: compactuo com Lucas quando ele diz que cabe ao visitante definir qual conduta terá com relação à propaganda: clicar indiscriminadamente e fechar o site; clicar e, somente depois, verificar se o conteúdo interessa; ou ainda clicar quando a apresentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu <a href="http://memoriasfracas.com/2006/12/06/google-adsense-e-seu-uso-abusivo/">último post</a> foi <a href="http://above.semjuizo.com/2006/12/08/gorjeta-via-adsense-vai-alguma-ai/">respondido pelo Lucas Castro</a> em seu <a href="http://above.semjuizo.com/">blog</a>. Aqui faço apenas uma observação: compactuo com Lucas quando ele diz que cabe ao visitante definir qual conduta terá com relação à propaganda: clicar indiscriminadamente e fechar o site; clicar e, somente depois, verificar se o conteúdo interessa; ou ainda clicar quando a apresentação do anúncio lhe basta para saber se vale a pena ou não visitar o site do anunciante.</p>
<p>Lembro, porém, que nem todos os anúncios têm nas poucas linhas de descrição o que realmente será encontrado no site de quem anuncia. Muitas vezes há engano. Talvez por descuido, talvez por malícia, mas há. Por isso adoto a conduta de clicar no anúncio e, após o carregamento da página, verifico se é realmente o que eu quero ou não. Ninguém perde: nem a empresa, que deu seu recado e &#8220;correu o risco&#8221; de ter alguém que comprasse seu produto ou serviço, nem o blogueiro, que disponibiliza o espaço para propagandas e quer algum retorno com aquilo.</p>
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